Segundo a polícia, os advogados procuravam nomes de pessoas que estavam no Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC) e na Serasa e abriam, sem que elas soubessem, uma ação indenizatória por danos morais, inclusive falsificando procurações.

As investigações começaram na delegacia da Praça Mauá e do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que desconfiou do excesso de ações daquele tipo. Ao repassar as informações para a 1ª DP, os dois órgãos descobriram que as pessoas investigadas pela unidade policial eram as mesmas responsáveis pela maioria das ações de indenização, colhendo provas que comprovam o crime.