quarta-feira, 5 de junho de 2013

Saída do Simples Nacional pode elevar tributação em 34%

Saída do Simples Nacional pode elevar tributação em 34%


Entre as propostas da CNI até 2022 está uma estrutura tributária enxuta, para acelerar a competitividade.

Tributos onerosos, concorrência internacional e escassez de mão de obra qualificada estão no topo da lista das maiores dificuldades das pequenas e médias indústrias para alcançar índices maiores de crescimento. Empresários ouvidos pelo Valor reclamam também dos custos que incidem sobre a folha de pagamento e da falta de infraestrutura logística para a distribuição de mercadorias. Para tirar as pedras do caminho dos fabricantes, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou, este mês, um conjunto de objetivos que pretende destravar o setor, nos próximos dez anos, em áreas como tributação, participação de mercado e financiamento.

"Um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento das pequenas empresas é a elevada carga tributária e a burocracia", diz Carlos Eduardo Abijaodi, diretor da CNI. "O sistema do Simples Nacional, por exemplo, deveria ter um mecanismo que tornasse menos dramática a transição do pequeno negócio para a contribuição normal." A entidade estima um aumento de 34%, na tributação federal, quando a indústria cresce e precisa abandonar o regime simplificado.

Entre as propostas da CNI até 2022 está uma estrutura tributária enxuta, para acelerar a competitividade. O plano é zerar a cumulatividade dos tributos. Assim, o percentual de taxas com caráter cumulativo passaria de 7,7% para 0%, em dez anos. Outro projeto é engordar a parcela dos manufaturados brasileiros no mercado mundial, de 1,7% para 2,2%, no mesmo período.

A CNI defende ainda a disponibilidade de mais recursos para investimentos. "O Brasil deve aumentar a participação de recursos de terceiros no financiamento do investimento das empresas de 34%, em 2012, para 50%, em 2022", registra o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022.

Segundo Eduardo Silva, sócio do grupo FBM, que faz consultoria de gestão para pequenas e médias companhias, a área de manufatura sente a falta do apoio do governo, com mais linhas de crédito e flexibilidade nas relações trabalhistas. Mas ele também identifica uma visão estreita do futuro, por parte dos empresários. "É necessário ter um planejamento estratégico de, pelo menos, três anos, para se posicionar frente às oportunidades que surgem", diz. "Muitas empresas trabalham com o prazo de um dia, como uma aplicação do antigo 'overnight'".

Sidney Rabinovitch, sócio-fundador da FOM, que fabrica pufes e almofadas, vai reinvestir 7% do faturamento neste ano, 20% a mais do que aplicou no ano passado. Parte da verba vai para a expansão da rede de lojas, gestão de vendas e desenvolvimento de produtos. "O planejamento inclui a expansão de pontos comerciais em aeroportos", diz.

Com 250 funcionários, a marca tem produção anual de 360 mil unidades. "A expectativa é faturar 20% a mais em 2013, em comparação ao ano anterior", diz Rabinovitch, sem revelar números, mas diante de um projeto de uma nova unidade fabril. "Teremos crescimento, mas poderia ser melhor se houvesse mais atenção sobre o crédito e a qualificação de pessoal."

Para Milton Bogus, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ainda há pouca informação sobre as linhas de financiamento disponíveis. "As empresas também têm dificuldade de informar dados aos agentes financeiros para que eles possam analisar a real capacidade de pagamento e garantias", diz. (JS)

Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 3 de junho de 2013

As 8 profissões que mais engordam

As 8 profissões que mais engordam

Assistentes administrativos lideram o ranking



De acordo com o jornal britânico Daily Mail, um estudo realizado pela consultoria Jobsearch CareerBuilder com trabalhadores de diferentes países constatou que 41% dos profissionais entrevistados ganharam peso por causa do trabalho. Desse total, 59% engordaram mais de 10 kg e cerca de 30% ganharam mais de 20. Motivos? Estresse, ociosidade e má alimentação.
Entre as profissionais que mais engordam, a de assistente administrativo lidera o ranking. Engenheiros, professores, enfermeiros e técnicos de TI completam o Top 5. Esses são, segundo o estudo, os que menos praticam atividades físicas regulares e têm a pior alimentação, em sua maioria.
Veja o ranking completo das profissões que mais engordam:
1- Assistente administrativo 
2- Engenheiro 
3- Professor 
4- Enfermeira 
5- Técnico de TI 
6- Advogado e outros profissionais da lei
7- Operador de máquina ou operário de fábrica 
8- Cientista 

Como agregar valor a um diploma universitário?

Como agregar valor a um diploma universitário?

Instituições de Ensino Superior, não estão sabendo aproveitar uma ótima oportunidade para agregar valor aos diplomas de seus egressos



Da análise do número de formandos dos cursos de Administração no Brasil, chega-se à conclusão de que Instituições de Ensino Superior, não estão sabendo aproveitar uma ótima oportunidade para agregar valor aos diplomas de seus egressos.
O que leva a esta afirmação? Inicialmente o reduzido número de registro dos egressos verificado em grande número destas Instituições. Dá a impressão de que o papel delas se reduz a fornecer um diploma e dizer: ¨ bem, agora é tudo com você ¨.
Toda IES oferece uma disciplina, para discutir com os alunos o que é ética. O artigo 1º do código de Ética do Administrador preceitua o seguinte: ¨São deveres do profissional de Administração exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, defendendo os direitos, bens e interesse de clientes, instituições e sociedades sem abdicar de sua dignidade, prerrogativas e independência profissional, atuando como empregado, funcionário público ou profissional liberal¨.
A Ética nos propõe a prática de valores em nossa vida pessoal e profissional e um desses valores é o respeito. Assim, devemos ou não respeitar as leis que regem nossa Profissão? Exercer a profissão com zelo significa, antes de qualquer coisa,  estar regularizado para o exercício desta profissão. Esta regularização é fornecida através do Registro fornecido pelos Conselhos Regionais.
Como competência definida por lei cabe aos Conselhos Regionais:
a) Fiscalizar, orientar e disciplinar legal, técnica e eticamente o exercício profissional;
b) trabalhar em defesa da sociedade; e,
c) acompanhar a habilitação profissional.
As competências do Administrador definidas pela Lei 4769/65 e regulamentadas pelo Decreto nº 61.934/67 precisam de um instrumento que seja reconhecido por todos. Este instrumento denomina-se, Carteira de Registro Profissional. Ela é equivalente à Carteira de Motorista, porque garante à sociedade que aquela pessoa está habilitada a desempenhar funções da área de Administração, definidas cientificamente.
Parece que o conceito de categoria profissional não está muito claro. O que significa ter um registro? Por registro, entende-se o cadastramento dos profissionais da área de Administração em seu Conselho Regional. Logo, ser registrado significa estar legalmente habilitado a atuar no mercado de trabalho. Desse modo, o Bacharel em Administração passa a ser um Administrador profissional.
Amparado na Lei 4769/65, que estabelece em seu artigo 14: ¨Só poderão exercer a profissão de Administrador os profissionais devidamente registrados nos CRA`s, pelos quais será expedida a carteira profissional, que comprova estar o portador em pleno gozo de seus direitos sociais ¨. O mesmo artigo em seu & 1º complementa: A falta do registro torna ilegal, punível, o exercício da profissão de Administrador¨.
Conforme ditames da Lei, somente o registro habilita para o exercício da profissão de Administrador e de Tecnólogo, para que se cumpra a exigência legal e, se respeite o Código de Ética Profissional.
Sendo conhecedoras de tais premissas, pergunta-se: por que as Instituições de Ensino Superior não informam nem estimulam seus alunos a se registrarem no respectivo Conselho? A única explicação plausível é a de que estas Instituições  consideram sua atuação restrita ao processo de formação acadêmica – que é muito importante – mas que, certamente, não se conclui sem a formação do caráter ético-profissional.
O sistema educacional desenvolve um processo que prioriza o novo. Porém, o faz de modo fragmentado, pois, só está comprometido com o conhecimento e a formação de habilidades. Contudo, existe uma lacuna na formação de atitudes, o que reduz a formação integral do aluno, por vezes, sem haver mudanças significativas de seu comportamento. Ele passa a ser apenas mais um, que possui conhecimentos básicos e habilidades, que lhe permite começar a trabalhar, para transformar sua vida e a sociedade da qual faz parte. Não existe, portanto uma preocupação maior com mudanças de atitudes, ou seja, o processo não conseguiu transformar o aluno em verdadeiro profissional. Uma vez egresso, ele sairá como um bacharel, e seguirá um quase profissional que não esta apto a desempenhar o seu papel na sociedade, porque sequer conhece suas obrigações legais com a profissão que abraçou.
Voltando à questão formulada inicialmente, observa-se que as Instituições de Ensino poderiam aproveitar melhor a oportunidade que têm e, juntamente, com os Conselhos Profissionais trabalhar a questão da transformação de um bacharel em um profissional consciente de sua real importância para a sociedade. Estaria neste momento prestando um serviço extremamente relevante para sua Cidade, seu Estado, seu Pais.
Neste sentido, essas Instituições estariam preparando bons profissionais e, sobretudo, cidadãos competentes para conviverem em uma sociedade cada vez mais competitiva e manipuladora. Nela, a prática de valores passara a ser um diferencial importante. Seria esta a verdadeira “agregação de valor”, fator que embora na moda, ainda está longe da importância que merece, por trazer satisfação e créditos para a sociedade como um todo.
Volnei Alves Corrêa é economista pela Universidade de Cruz Alta; Administrador pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Mestre em Administração pela Universidade de Syracuse, NY, USA; Mestre em Auditoria e Gestão Ambiental pela Universidad de Leon, Madri, Espanha; Professor Universitário; Consultor Organizacional; Ecologista; Membro do Conselho Regional de Administração/RS.

1,5 milhão de paulistanos trabalham em casa

1,5 milhão de paulistanos trabalham em casa

Contingente ajuda a criar empregos perto de áreas residenciais, o que reduz engarrafamentos e estimula o comércio local.

 
Mão no computador
 
São Paulo tem uma cidade inteira, maior que qualquer outro dos 645 municípios paulistas, gerando riqueza sem sair de casa. Segundo o último Censo, 1,5 milhão de paulistanos - ou 27% dos que têm emprego - trabalham no mesmo local onde vivem. Segundo especialistas, esse contingente ajuda a criar empregos perto de áreas residenciais, o que reduz engarrafamentos e estimula o comércio local.
 
Os dados fazem parte de estudo do Ibope em parceria com o Estadão Dados, com base nos questionários detalhados do Censo 2010. O levantamento integra série 96xSP, que traz reportagens sobre temas como migração e deslocamento nos 96 distritos da capital.
 
Os números mostram que há basicamente três perfis de pessoas que trabalham no mesmo local onde vivem. O primeiro são as empregadas domésticas que moram na casa do patrão. Outro são os profissionais liberais, que normalmente têm curso superior e trabalham fazendo serviços esporádicos, como advogados, consultores ou artistas. Além disso, há os proprietários de bares, vendas e restaurantes em bairros de menor renda que moram no mesmo imóvel onde funciona o comércio.

Como os perfis são variados, a porcentagem de trabalhadores que não sai de casa é relativamente homogênea pela cidade. Há, porém, um grupo de 11 distritos onde um em cada três paulistanos trabalha no mesmo local onde vive. Mais do que a renda média, eles têm em comum o fato de serem bairros residenciais de ocupação antiga, como Pinheiros, Ipiranga e Penha.

Para o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) Lúcio Gomes Machado, uma das hipóteses para esse fenômeno é que esses locais foram ocupados antes do Plano Diretor de 1972, que proibiu a existência de prédios de uso misto - onde há comércio no térreo e moradias em cima. "Foi uma decisão urbanisticamente equivocada. Imóveis onde a pessoa pode morar em cima e trabalhar embaixo trazem vida 24 horas à cidade", diz.

Deslocamento. Outro benefício desse tipo de ocupação, segundo ele, é diminuir o número de pessoas que têm de atravessar a cidade todos para trabalhar. Algo que o artista plástico Fernando Velasquéz, de 43 anos, já não faz há três anos. Ele largou o escritório coletivo que alugava na região da Paulista para focar no seu ateliê que fica na própria casa, na Vila Mariana.

"Você ganha qualidade de vida. Mas, ao mesmo tempo, tem de se cuidar para sair de casa de vez em quando para conversar com pessoas", diz. Ele aproveita o tempo extra que agora sobra para ficar com os filhos e diz que é preciso foco para administrar melhor seus horários. "Quem trabalha em casa tem de administrar seu próprio tempo, e minha geração não foi educada para isso. Aprendi na marra, de tanto errar." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Qual será a cara da oposição nas eleições de 2014?

Qual será a cara da oposição nas eleições de 2014?

As eleições são no final de 2014, mas a campanha já começou. O governador Eduardo Campos tem aparecido mais que o senador Aécio Neves — mas ele quer mesmo ser o anti-Dilma?

 
Governador Eduardo Campos
 
São Paulo - O calendário eleitoral brasileiro é inclemente. É uma eleição atrás da outra, sem descanso. Mal os vitoriosos são conhecidos e uma nova campanha tem início. É dentro dessa lógica que as peças começam a ser dispostas no tabuleiro para 2014. Estamos vivendo um momento decisivo: é a hora do flerte, mas também do blefe. O jogo se desenrola em dois níveis, envolvendo não apenas as candidaturas e as coligações para as eleições presidenciais do ano que vem.
 
Todas as 27 disputas para governador também são definidas neste momento-chave. Progressivamente, de 1994 para 2010, as eleições aconteceram a partir de duas grandes alianças: a do PT e a do PSDB. Mais do que isso: esses dois campos foram reproduzidos no nível estadual. A disputa pela Presidência e pelos governos estaduais se entrelaçam.
 
Em nenhuma das últimas cinco eleições presidenciais, o terceiro colocado se aproximou dos dois primeiros ou os ameaçou seriamente. A candidatura de Anthony Garotinho em 2002, então no PSB, pode ser vista como a exceção que confirma essa regra. Naquela ocasião, houve alguma incerteza se o candidato socialista ou José Serra, do PSDB, passaria para o segundo turno. Mas vale lembrar que naquela eleição o presidente Fernando Henrique Cardoso não era candidato. A disputa foi, portanto, mais aberta do que será a de 2014. Desde 1994, o candidato e o partido do terceiro colocado perdem estatura na disputa presidencial seguinte.

Enéas Carneiro, Ciro Gomes, Garotinho, Heloísa Helena e Marina Silva compõem esse quinteto. O roteiro é semelhante: eles despontaram, foram vistos como promessas e possibilidades, mas amargaram um desconfortável esquecimento na eleição posterior. Ciro foi o único a alcançar visibilidade em duas oportunidades e, assim, conseguiu alguma sobrevida política. Marina é a dúvida desta vez. Será que ela conseguirá ter um papel importante na eleição para o Planalto do ano que vem?

PT e PSDB, nessa ordem, têm as candidaturas mais fortes e viáveis. Há alguma razão para supor que, em 2014, esses partidos perderão sua hegemonia sobre a disputa presidencial? Não creio, sobretudo quando se leva em conta que presidentes, independentemente do país de origem, raramente perdem uma reeleição. Somente sob condições econômicas muito adversas eles não são reeleitos. A presidente Dilma Rousseff é a candidata natural do PT. Resta saber quem será a cara da oposição.

Buenos Aires lança próprio índice de preços

Buenos Aires lança próprio índice de preços

O governo da cidade lançou seu próprio índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) por causa da desconfiança generalizada sobre os dados do governo federal

 
Supermercado em Buenos Aires
 
Buenos Aires - O governo da cidade de Buenos Aires lançou seu próprio índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) por causa da desconfiança generalizada sobre os dados do governo federal.
 
Segundo o próprio CPI da capital, a alta acumulada nos preços ao consumidor durante os quatro meses encerrados em 30 de abril ficou em 7,1%.
 
Já o Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec) disse que a inflação medida pelo seu CPI federal subiu 3,1% durante o mesmo período.

O CPI do Indec coleta amostras de preços na capital, cuja população é de cerca de 2,9 milhões, e na área urbana nos arredores na província de Buenos Aires, que é o lar de cerca de 10 milhões de pessoas.

O governo da cidade de Buenos Aires começou a trabalhar em seu CPI em novembro de 2008 com base em critérios internacionais, afirmou o ministério de Finanças da cidade em um comunicado na noite de domingo.

O CPI da cidade mediu preços de 628 produtos e serviços vendidos por cerca de 3.200 empresas na capital, segundo o ministério. Fonte: Dow Jones Newswire.

Maracanã é aprovado, mas faltam ajustes

Maracanã é aprovado, mas faltam ajustes

Algumas catracas, testadas pela primeira vez, não funcionaram, mas não chegou a haver tumulto na hora da entrada dos torcedores

 
Torcedores na arquibancada do Maracanã durante jogo amistoso entre Brasil e Inglaterra
 
Rio de Janeiro - O amistoso Brasil e Inglaterra, que marcou a reabertura do Maracanã neste domingo a menos de duas semanas da Copa das Confederações, foi considerado pelo Comitê Organizado Local (COL) o melhor evento-teste para o torneio, apesar de incidente com as catracas.
 
O Maracanã, que vai ser palco da final da competição, sofreu com o atraso nas obras de modernização ao custo de cerca de 1,2 bilhão de reais. O jogo deste domingo foi o único evento-teste completo, com público de 66 mil torcedores.
 
"Sem dúvida foi o melhor teste entre todos os estádios. Tudo funcionou bem, mas existem algumas coisas que podem funcionar ainda melhor, como a questão das catracas", disse a jornalistas o CEO do Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (COL), Ricardo Trade.

Algumas catracas, testadas pela primeira vez, não funcionaram, mas não chegou a haver tumulto na hora da entrada dos torcedores. Em um setor da arquibancada, os lavatórios de um banheiro estavam sem água.

"Os ajustes que têm que ser feitos são em algumas catracas que não funcionaram, e houve problemas também na leitura óptica de alguns ingressos", disse à Reuters o vice-governador Luiz Fernando Pezão. "Só faltou a vitória do Brasil para coroar a grande festa." O jogo terminou empatado em 2 x 2.

O Maracanã deveria ter sido concluído em dezembro de 2012, mas os atrasos adiaram a entrega para abril, quando o estádio foi inaugurado com um público de um terço da capacidade de quase 79 mil torcedores, e sem testar diversas áreas.

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