sábado, 11 de maio de 2013

Piscina flutuante e vista indescritível à venda no Texas


Piscina flutuante e vista indescritível à venda no Texas



Quem tem o privilégio de nadar nesta piscina, sente que está flutuando no espaço. É isso mesmo, flutuando, pois a estrutura de concreto e vidro é suspensa. Para completar, a transparência proporciona vistas maravilhosas para o lago Austin. Esta obra-prima da arquitetura fica no Texas, nos Estados Unidos e está à venda por 2,95 milhões de dólares, o equivalente a 5,97 milhões de reais, pela imobiliária Boyd & Boyd. O projeto é do escritório de arquitetura Andresson-Wise

A piscina é apenas a cereja do bolo de uma casa incrível, em um terreno de 1,5 mil m². São quatro suítes e muito espaço social, além de uma casa de hóspedes, com entrada separada e banheiro e cozinha próprios. Vale destacar que as muitas paredes de vidro revelam a bela paisagem. A residência ainda não foi decorada, mas tem uma ótima base: piso de madeira, cozinha equipada e espaço de sobra. Fora todo o luxo interno, a vizinhança conta com famosos como o ex-ciclista americano Lance Armstrong.





Indústrias de leite serão chamadas a dar explicações sobre testes no RS


Indústrias de leite serão chamadas a dar explicações sobre testes no RS

Operação Leite Compensado investiga adição de água e ureia ao produto.
Fraude era cometida por transportadores, mas indústrias não detectaram.


Transportadores misturavam água e ureia ao leite para aumentar o lucro (Foto: Divulgação/Ministério Público)

Apesar de não estarem envolvidas na fraude que adulterava o leite cru no Rio Grande do Sul, as indústrias serão chamadas pelo Ministério Público nos próximos dias para dar explicações sobre os testes feitos nos produtos recebidos. A Operação Leite Compensado, desencadeada na última quarta-feira (8), teve como consequência a retirada de lotes de seis marcas do mercado (veja lista aqui), a interdição de três postos de resfriamento e de uma fábrica em Estrela. Sete pessoas ainda estão presas.

De acordo com o Ministério Público, quatro inquéritos civis investigam a responsabilidade das empresas Italac, Mu-Mu, Líder e Latvida, esta última interditada na quinta-feira (9). A Latvida também produzia o leite das marcas Goolac, Hollmann e Só Milk, que também tiveram lotes recolhidos por contaminação com formol. A intenção da promotoria é regular o controle por parte da indústria sobre os produtores os transportadores e obter informações sobre como são feitos os testes de qualidade do produto.
Para o MP, as indústrias falharam ao não identificar a adulteração no produto recebido. "A fraude só ganhou esta dimensão porque os transportadores sabiam deste relaxamento da indústria ao receber o leite cru", diz.
Mais duas amostras analisadas pelo Ministério detectaram problemas (Foto: Divulgação/Ministério Público)Mais duas amostras analisadas pelo Ministério
detectaram problemas (Foto: Divulgação/MP)
Das sete pessoas presas, seis já foram ouvidas em Tapera até a sexta-feira (9). Cinco delas ficaram caladas e só vão se manifestar em juízo. Duas haviam sido liberadas após os depoimentos. Na segunda-feira (13), será ouvido um empresário preso em Guaporé, na Serra. A denúncia será enviada a Justiça na próxima semana. De acordo com a investigação, os suspeitos fraudavam o leite em três núcleos, mas sem vínculo entre eles.

Exame que detecta ureia não é feito rotineiramente

Uma especialista ouvida pelo G1 afirma que a ureia não é uma substância facilmente identificada nos exames de controle de qualidade usados pela indústria de laticínios. “A análise de ureia não é feita rotineiramente na indústria”, diz a química Júlia Tischer, responsável técnica pelo Laboratório do Leite da Univates, em Lajeado, órgão credenciado pelo Ministério da Agricultura e pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) para análises.
O tipo de exame que detecta a concentração dessa substância no produto é, na maioria das vezes, feito para determinar a dieta de cada animal, com a finalidade de melhorar a qualidade do leite produzido pelo rebanho.
“A gente faz esse exame nutricional do leite de cada animal para definir a dieta da alimentação do gado leiteiro. Não é um método simples, de bancada, que utilize materiais de laboratório. É necessária a aquisição de equipamentos específicos para codificar esse elemento (ureia). Por isso é muito difícil ser encontrado na indústria”, reforça Júlia.

Receita para fraudar leite no RS era vendida por R$ 10 mil


Receita para fraudar leite no RS era vendida por R$ 10 mil, diz promotor


Operação Leite Compensado foi desencadeada na última quarta-feira.
Transportadoras adicionavam água e ureia ao leite para aumentar lucro.



A fórmula usada para adulterar o leite e aumentar o lucro de transportadoras noRio Grande do Sul era vendida por R$ 10 mil, segundo o promotor Mauro Rochenbach, que comanda a investigação do Ministério Público na Operação Leite Compensado. Depois da ação que foi desencadeada na última quarta-feira (9), lotes de leite de seis marcas foram retiradas do mercado por contaminação.
“Eles descobriram uma fórmula de mascarar a adição de água e com isso lucrar com 10% no volume. Essa fórmula era vendida entre eles por R$ 10 mil”, disse Rochenbach em entrevista ao Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo). Para cada 100 litros de leite, eram adicionados nove litros de água e um de ureia.
De acordo com a investigação, os suspeitos fraudavam o leite em três núcleos, mas sem vínculo entre eles. O MP passou a monitorar os grupos e, sempre que havia adulteração e depois envio aos postos de resfriamento, os fiscais iam até os locais.
“Os fiscais iam, coletavam amostras. Muitas vezes o leite foi inutilizado no próprio posto de resfriamento com a adição de um corante que tingia o leite de vermelho”, afirma o promotor. O MP reafirma que os produtores e a indústria não tinham participação no esquema. Rochenbach, no entanto, critica a falha das indústrias ao não identificar a fraude.
"Essa fraude só ganhou esta dimensão porque os transportadores sabiam deste relaxamento da indústria ao receber o leite cru", diz. Na próxima semana, o promotor deve entregar à Justiça referente aos núcleos em que há presos, em Guaporé e em Ibirubá. Depois disso, o Ministério Público seguirá a investigação em Horizontina.
Mais amostras vetadas
O Ministério da Agricultura informou na  sexta-feira (10) que os postos de refrigeração interditados continham 28 mil litros de leite cru misturado com formol. O produto havia chegado aos postos no mesmo dia da operação, na última quarta (8), informou a pasta.
Os técnicos coletaram nos tanques de refrigeração, ainda na fase de transporte do produto, 30 amostras, contendo um total de 318 mil litros de leite cru. Dessas amostras, duas, com 28 mil litros, estavam adulteradas, mas como estavam em fase de transporte, não poderiam ser disponibilizadas para o consumidor final. Os outros 600 mil litros de leite adulterados apreendidos na operação já estavam embalados e prontos para consumo.
A Superintendência Federal do Ministério da Agricultura do Rio Grande do Sul ainda detectou a presença de antibiótico em uma amostra de leite em pó fabricado no estado. De acordo com o superintendente Francisco Signor, no entanto, ainda não é possível afirmar que houve adulteração no produto. “Há apenas indícios. Foram feitas cinco coletas e encaminhadas para o laboratório. Só uma delas deu resultado positivo para antibiótico”, explicou o superintendente ao G1.
Quem tiver embalagens fechadas dos produtos dos lotes não recomendados para consumo deve guarda-los e comunicar Ministério Público pelo e-mail consumidor@mp.rs.gov.br.

Bisneto de escravo liberto há 125 anos conta saga de sua família da senzala à Academia

Bisneto de escravo liberto há 125 anos conta saga de sua família da senzala à Academia
Doutor em História, Robson Machado narra a história dos descendentes e como viveram desde 1888


Robson Machado fala de sua família, tema que pesquistou para a universidade
Foto: O GLOBO / Guito Moreto

RIO - Aos 14 anos, Vicente valia 1.200 réis. Era o ano de 1871, e ele vivia na senzala da Fazenda Córrego do Ouro, no sul do Espírito Santo. Escravo desde que nasceu, provavelmente em 1857, na Região da Zona da Mata de Minas, foi comprado para trabalhar no plantio e na colheita do café. No ano em que a Lei do Ventre Livre foi aprovada, Vicente dividia a fazenda com outros seis escravos. A mais velha, Jeronyma, de 50 anos, valia 400 réis, quatro vezes o valor de um burro de carga.
Dezessete anos depois, em 13 de maio de 1888, Vicente se tornou um homem livre. Mas, para ele e para a maioria dos escravos, a Lei Áurea não significou, de cara, uma mudança de vida. Ao ganhar a liberdade, recebeu o sobrenome do dono da propriedade e passou a se chamar Vicente Pereira Machado. E ainda permaneceu por, pelo menos, mais uma década na fazenda. Lá casou e teve os primeiros filhos.

Após 125 anos da assinatura da lei pela princesa Isabel, O GLOBO conta a vida de Vicente e de seus descendentes — personagens de um Brasil que redescobre sua História negra e reduz desigualdades, mas ainda convive com o preconceito e os resquícios da escravidão.

— Essa ideia de que as pessoas saíram correndo e comemorando, isso é lenda. Depois do 13 de Maio, meu bisavô e a maioria dos escravos continuaram vivendo onde trabalhavam. Registros históricos mostram que alguns receberam um pedaço de terra para plantar o que iam comer. Mas poucos passaram a ganhar ordenado, e houve quem recebesse uma porcentagem do café que plantava e colhia — conta Robson Luís Machado Martins, bisneto de Vicente, que desde a década de 1990 pesquisa a história de sua família e, de quebra, a do Brasil.

— Toda família tem uma história. A da minha é também a do Brasil nos últimos 150 anos.

Foi pesquisando para a graduação em História, o mestrado e o doutorado que Robson descobriu como viveu seu bisavô. Antes de tudo, ouviu os relatos dos seus avós maternos, Paulo Vicente e Ana Cândida, filha de uma portuguesa com um africano.

— Cresci com minha avó exaltando mais o lado comunitário e festivo do que as agruras, a violência, os filhos sendo vendidos, os açoites. A parte humana de uma convivência desumana. De haver um sentimento comunitário. Quando fui para a faculdade, resisti bastante a escrever sobre esse período. E até hoje faço assim: quando estou tranquilo, vou adiante. Quando abala, eu paro — diz Robson.

Em suas pesquisas, ele descobriu que Vicente era um negro mais alto e mais forte que a maioria. Em 1871, valia mais que o irmão, Marcos, um ano mais velho. Foi esse porte que fez com que fosse escolhido como reprodutor e tivesse relações com as escravas, que gerariam filhos. Depois, apaixonou-se por uma branca e acabou no tronco. Foi ainda capitão do mato, pessoa que devia resgatar os escravos que fugiam.

— Ninguém tinha opção. Meu avô contava que o pai teve que aceitar ser capitão do mato, mas que não ficou com reputação ruim — diz.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Como as novas funcionalidades do Instagram podem ajudar as marcas?

Novo recurso permite marcar outros usuários do Instagram, sejam eles pessoas ou marcas, diretamente nas fotos

 
 
Ainda não há publicidade no Instagram, mas o novo recurso de marcação de fotos, anunciado na última quinta-feira (2) pode oferecer opções de marketing para a disputa de atenção dos usuários na rede social de fotografias, que possui mais de 100 milhões de usuários.
Apelidado de "Fotos com Você" (Para mais informações, veja o vídeo abaixo), o recurso permite marcar outros usuários do Instagram, sejam eles pessoas ou marcas, diretamente nas fotos. Funciona de forma semelhante à marcação de fotos no Facebook que, aliás, é a empresa controladora do Instagram. Anteriormente, os usuários da rede social de fotografias que quisessem vincular outro usuário à sua foto deveriam utilizar o "@" para fazê-lo, como ocorre no Twitter.



Cada usuário do Instagram terá um arquivo de fotos suas que as pessoas marcaram. Isso, é claro, se a pessoa tiver concedido permissão para tal ação.

O novo recurso pode ajudar as marcas que já atuam no Instagram a promover conexões mais pessoais com os fãs. Por exemplo, a Nike poderia marcar fotos com atletas patrocinados, como LeBron James (que tem 2,3 milhões de seguidores), o que poderia aumentar o envolvimento dos usuários. Marcas que pedem que os usuários enviem fotos de seus produtos através de concursos também podem se alegrar, afinal, marcar os participantes de uma eventual promoção, se assim eles permitirem, pode aumentar a visibilidade significativamente.

Chega de mimimi nas salas de aulas de Administração

Chega de mimimi nas salas de aulas de Administração

Aprender a lidar com grandes questões é essencial. Mas tão importante é o caminho para nos tornarmos relevantes o suficiente até nossa presença e opinião ser levada em conta. E isso, nem sempre (quase nunca), as escolas ensinam

 
 
Hoje vamos falar de um problema que percebi quando era professor de graduação. Você pega uma turma, com uma idade média de vinte e poucos anos. É verdade que sempre há uns vagabundos e desinteressados, mas a maior parte deles está ansiosa para entrar no mercado, entrar ou formar uma empresa e se tornar um profissional da área.

E o que fazemos? Se a aula é de marketing, podemos falar da competição entre a Pepsi e a Coca-Cola. Na aula de finanças, aprendemos como decidir se vale a pena investir na construção de uma nova fábrica. Em estratégia empresarial, discutimos fusões entre empresas e como analisar se produzimos localmente ou criamos uma rede com a China.

Tudo isso está ótimo, maravilhoso. Digo com a maior convicção que esse conhecimento é essencial para qualquer um que se diz administrador. Mas há um problema: Os alunos se formam e descobrem uma dura realidade.

A verdade é que ninguém pergunta a um recém formado qual a opinião dele sobre uma aquisição internacional. Sinceramente, nem deveria. Na faculdade, aprendemos grandes movimentos sobre grandes questões. Na vida real, você arranja um emprego de analista e precisa mostrar seu valor por alguns anos até a sua opinião valer alguma coisa.

Parece óbvio, mas é uma questão que vi frustrar muitos jovens profissionais. Os livros e aulas preparam para as salas executivas. Os anos de crescimento e aprendizado para chegar lá ficam em segundo plano.

Aprender a lidar com grandes questões é essencial. Mas tão importante é o caminho para nos tornarmos relevantes o suficiente até nossa presença e opinião ser levada em conta.

Quantos cursos falam de como lidar com chefes e colegas de trabalho? Como lidar com tarefas chatas? Como se apresentar e fazer contatos? Como lidar com a política do dia a dia? Como se tornar interessante para aquelas pessoas responsáveis pelas decisões sobre a sua carreira?

Qualquer pessoa que tenha passado algum tempo no mundo real sabe que frases feitas como “destaque-se” ou “faça um bom trabalho” não significam nada. Se por um lado todos os bons profissionais estão tentando fazer o mesmo, por outro não existe um conjunto de regras que dizem o que é “se destacar”. Tal coisa depende do contexto, das pessoas à nossa volta e do que elas valorizam.

Algumas faculdades e professores perceberam isso e começaram a falar de carreiras em seus currículos. Na minha experiência, ainda é pouco. Precisamos fazer mais. É preciso que um profissional entenda não só as grandes decisões, mas como fazer para se tornar parte delas. Na maior parte dos casos, isso envolve décadas de percurso.

Então, leitor, se você está entrando em um novo mercado, prepare-se. Aprenda a olhar em volta e prestar atenção às coisas que importam para as pessoas acima de você. Aprenda como conviver com pessoas diferentes, a diferença entre gostar de alguém e trabalhar com alguém. A realizar aquilo que se pede dentro de prazos e restrições e a fazer o que se pede de você sem supervisão constante. No mundo real, o feedback nem sempre é claro, as perguntas não têm respostas certas. E é com o passar do tempo, com o acúmulo de resultados e experiências, que você vai alcançar um lugar melhor.

Ninguém te entrega de bandeja um lugar em uma reunião importante. Quer chegar em algum lugar? Arregace as mangas e mãos à obra.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Startup lança tecnologia que facilita criação de loja virtual

Startup lança tecnologia que facilita criação de loja virtual

Em três meses de versão beta, Loja Integrada superou em 90% meta de cadastros para o primeiro ano e já hospeda mais de 3 mil lojas virtuais

 
Os jovens empreendedores Adriano Caetano, Udlei Nattis e Jonatas Oliveira sempre trabalharam com e-commerce, desenvolvendo lojas online para grandes e médias empresas. Com o crescimento no número de consumidores virtuais no Brasil – segundo e-bit serão mais de 50 milhões em 2013 – perceberam uma grande demanda de micro e pequenos empresários que desejam ter suas próprias lojas virtuais, mas que encontravam dificuldade nas tecnologias disponíveis, por causa dos custos e da dificuldade de gestão da loja. As plataformas existentes possuem alto custo para implantação, cobram participação sobre as transações ou não dispõem de ferramentas grátis e práticas para que o empresário tenha independência na gestão da sua loja.


Surgiu então a Loja Integrada, lançada oficialmente no dia 2 de maio de 2013, e que já alcançou mais de 3000 lojas em apenas três meses de versão teste. No site da Loja Integrada, o empreendedor se cadastra e inicia sua loja virtual em poucos minutos, podendo incluir até 50 produtos na versão grátis, com uma série de ferramentas de promoção e vendas, sem a cobrança de comissões sobre o faturamento.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...