quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pilha AA que dura pra sempre

Empresa lança pilhas AA que duram para sempre

Para recarregar a Pilo, só é necessário sacudir por três segundos e a energia cinética é convertida em eletricidade





Com a tecnologia, aparelhos que necessitam de pilhas AA para funcionar estão cada vez mais escassos. Porém, muitas pessoas ainda utilizam essas fontes de energia e acham cansativo comprar novas ou colocá-las para recarregar a todo momento. Para resolver esse problema, uma empresa decidiu apostar na Pilo, uma pilha AA cuja durabilidade não tem fim. Além disso, a Pilo não utiliza químicos perigosos na composição, sendo sustentável.
Para recarregar, só é necessário sacudir por três segundos e a energia cinética é convertida em eletricidade. De acordo com o criador, Nicolas Toper, outras empresas como a Apple e a Microsoft já estão testando a tecnologia. Porém, só a Pilo conseguiu desenvolver um produto tão eficiente, barato e ecológico.
Segundo Toper, a pilha é mais indicada para dispositivos que estão sempre em movimento como controle-remoto e de vídeo game. Os protótipos já estão finalizados e processo de pré-vende deverá começar em outubro. Para comprar uma unidade por 10 euros cerca de R$ 29, é preciso acessar o site da empresa.

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om informações TecMundo

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Que comprar a Mona Lisa

Governo francês estuda vender 'Mona Lisa' para resolver problemas econômicos

A obra de Leonardo da Vinci poderá entrar no mercado por US$ 2,5 bilhões, mais de R$ 5,5 bilhões




A obra de arte mais valiosa do mundo está prestes a ser vendida, afirma a imprensa francesa. Parte do acervo do Louvre, a Mona Lisa poderá entrar no mercado por US$ 2,5 bilhões, mais de R$ 5,5 bilhões. O objetivo da venda seria ajudar a sanar as finanças do governo francês de François Hollande. Estima-se que a pintura de Leonardo da Vinci atraia um milhão de visitantes ao ano.
Segundo o Daily Mail, a cidade de Paris abriga 173 museus com milhares de peças valiosas. O acervo de impressionistas do Musee d’Orsay poderia levantar mais de 4 bilhões de dólares.
Para sanar o problema econômico que assola o país, o governo já vendeu diversos prédios públicos e a preciosa coleção de vinhos do palácio Champs Elysées. Porém, o site France 24 lembrou que a venda de tesouros nacionais é proibida pela Constituição do país por serem consideradas patrimônio público.
“Uma mudança nas leis pode ser problemática, já que a maior parte da herança cultural da França vem de doadores individuais que deverão ser bem recompensados, caso suas doações sejam vendidas”, diz a publicação.

Marcas brasileiras que fazem SUCESSO

5 marcas brasileiras que fazem (ou fizeram) sucesso posando de gringas

Sensação do momento, John John está na cabeça e no corpo de milhões de jovens brasileiros e muitos acham que grife é estrangeira



Desde a pré-história, roupas são bem mais que meros acessórios para impedir os seres humanos de andarem nus. Até mesmo em sociedades ou comunidades onde vesti-las não se constitui um costume, os adereços e pinturas no corpo têm funções mais simbólicas e menos utilitárias, seja para distinguir homens de mulheres, adultos de crianças, líderes de liderados, tribos de outras tribos ou simplesmente expressar uma identidade particular.
Em outras palavras, roupa é status. E, numa sociedade definida pelo consumo, a busca por ascensão na vitrine social muitas vezes se concentra naquilo que se veste. Assim, vestir grifes estrangeiras, num Brasil açucareiro que ainda prefere tequila a cachaça, pode garantir uns degraus acima nos mostruários mais populares, como ruas, ambientes de trabalho e baladas.
Sabendo disso, algumas marcas brasileiras resolveram apostar na pose de gringas e conseguiram muito sucesso. Talvez, alguns de vocês costumem usá-las, nem saibam que são brasileiras e se decepcionem ao descobrir que são tupiniquins. Mas, por mais dura que seja, a verdade sempre aparece. =)
Veja abaixo cinco marcas brasileiras que muita gente achava que eram gringas:

John John

Sensação do momento, marca está na cabeça e no corpo de milhões de jovens brasileiros. Com nome em inglês, slogan em inglês e campanhas estreladas por astros teen internacionais, como Zac Efron, grife é, para muitos de seus consumidores, norte-americana ou inglesa. No entanto, seu berço é o município de Tietê, em São Paulo. Fundada pelo empresário João Foltran, foi vendida para o grupo Restoque (Le Lis Blanc, Bo.Bô e Rosa Chá), também brasileiro, por R$ 29,1 milhões. Mas a produção ainda está a cargo da lavanderia de jeans da família de João. A origem do nome é um apelido que o fundador tinha quando criança.

Cavalera

Hoje, já bastante conhecida, a marca não tem mais tanta pose de estrangeira. O sucesso em eventos de moda importantes do país, inevitavelmente, revelou sua história. Mas muita gente achava que era gringa logo que estourou, nos anos 1990, muito associada à street wear, à cultura pop globalizada e à imagem de um de seus fundadores, Igor Cavalera, então baterista da Sepultura, banda brasileira de heavy metal que conquistou o mundo com músicas em inglês (também é uma marca que até hoje muita gente acha que é de outro país).

Zoomp

Fundada nos anos 1970, época em que as confecções de jeans se expandiam no Brasil, a marca fez muito sucesso junto à elite paulistana e logo se tornou objeto de desejo em todo o Brasil. Sua estratégia era parecida com a da John John: nome em inglês, campanhas em inglês e clientes/garotos propaganda nas high society. Nos anos 1990, a marca foi deixando aos poucos de ser de luxo e se associou mais ao street wear. No final dos anos 2000, entrou em dificuldades financeiras e quase sumiu, mas acabou comprada com um grupo de investimentos.

Forum

A mais famosa do grupo de marcas criadas pelo estilista carioca Tufi Duek (faziam parte ainda a Triton e a Tufi Duek), também seguia a linha gringa de se apresentar. Hoje, todas as marcas fundadas por Duek pertencem ao Grupo AMC Têxtil, que detém em seu portfólio outra grife que muita gente também acha que é gringa.

Colcci

Uma das marcas pertencentes ao Grupo AMC Têxtil, é uma marca brasileira de roupas fundadas em 1976, em Brusque/SC. Embora nunca tenha se posicionado entre as marcas de luxo AAA, a grafia italiana fez muita gente pensar que se tratava de uma grife europeia.
Conhece mais alguma marca que parece estrangeiras, mas é brasileira? Deixe nos comentários.
Em tempo: nossos leitores deram mais algumas dicas de marcas brasileiras com cara de gringas, que você pode ver nos comentários. Vale o destaque para a Chilli Beans, grife nacional de óculos lançada em 1997, como uma alternativa de produtos com design arrojado e preços acessíveis.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Candidato muda nome no currículo

Candidato muda nome no currículo para conseguir entrevistas de emprego

Rejeitado como Jose, americano altera seu currículo e vira Joe; oportunidades se multiplicam




Sabe-se que na hora de elaborar um currículo, a atenção deve ser redobrada. Possíveis empregadores julgam tudo: a formação, a experiência, os objetivos. Mas e quando o item mais básico do currículo, o seu próprio nome, é o que é julgado e afasta oportunidades? Sim, isso é uma possibilidade. Foi o que aconteceu com o americano Jose Zamora.
Em um depoimento dado ao Buzzfeed, Zamora conta que mandava seu currículo para dezenas de empresas e nunca recebia resposta. "Todos os dias eu me candidatava a várias vagas que me considerava qualificado para ocupar e não recebia nenhum email, nenhum telefonema", relata. Até o dia em que resolveu tirar a letra "S" de seu nome Jose e virou Joe. Com um nome menos latino e mais americano, Zamora começou a reenviar seu currículo.
Com uma semana, as respostas começaram a chegar. "'Temos vagas, queremos nos encontrar com você'. Eu estava enviando o mesmo currículo, para as mesmas pessoas, com a mesma experiência, apenas meu nome era diferente", Zamora conta.
O tratamento diferenciado dado ao seu currículo chateou Zamora, mas ele afirma que às vezes as pessoas nem percebem que estão julgando alguém pelo nome, e que nós fazemos isso "o tempo todo".

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Marina supera Aécio

Marina supera Aécio em 10 pontos no 1º turno e venceria Dilma no 2º turno, diz Ibope

Números da pesquisa divulgada nesta terça mostram que Marina encarna fortemente a terceira via e o desejo de mudança dos eleitores

 
 
A primeira pesquisa Ibope com Marina Silva oficialmente na corrida presidencial mostrou a candidata do PSB próxima da líder Dilma Rousseff no primeiro turno e vencendo a petista na segunda rodada com folga, resultado que deve chacoalhar tanto a campanha da presidente como a do ex-segundo colocado, Aécio Neves (PSDB).

Na sondagem, divulgada no site do jornal O Estado de S.Paulo nesta terça-feira, Dilma tem 34 por cento das intenções voto no primeiro turno, seguida de perto por Marina, com 29 por cento, e Aécio Neves (PSDB), com 19 por cento. A margem de erro da pesquisa é 2 pontos percentuais.

A pesquisa Ibope anterior, realizada no início do mês, antes da morte de Eduardo Campos num acidente aéreo, mostrava Dilma com 38 por cento, Aécio com 23 por cento e o então candidato do PSB num distante terceiro lugar, com apenas 9 por cento.

Nas simulações de segundo turno no novo levantamento, Marina derrotaria Dilma por 45 a 36 por cento, enquanto a petista venceria o tucano por 41 a 35 por cento. Na pesquisa anterior, Dilma venceria Aécio por 42 a 36 por cento e Campos por 41 a 29 por cento.

Os números da pesquisa divulgada nesta terça mostram que Marina encarna fortemente a terceira via e o desejo de mudança dos eleitores. Ela tirou votos de Dilma e Aécio e atraiu eleitores indecisos ou que planejavam votar em branco e anular o voto.

No início de agosto, os votos brancos e nulos em primeiro turno somavam 13 por cento e agora caíram para 7 por cento, enquanto os que não sabiam em quem votar e não responderam eram 11 por cento e agora foram a 8 por cento.

Para uma fonte da campanha de Dilma, que pediu para não ser identificada, a posição que Marina ocupa hoje é mais do que a da terceira via.

“Ela (Marina) é a catalisadora do sentimento do contrário”, disse a fonte numa referência ao sentimento de mudança. “A Marina está sendo vista como o oposto a Dilma."

Outro dado bastante positivo para Marina é que ela tem a menor rejeição entre os três principais candidatos, de apenas 10 por cento, contra 36 por cento de Dilma e 18 por cento de Aécio.

"Marina é favorita para ir ao segundo turno, e indo ao segundo turno, ela agrega muito mais voto do Aécio do que a Dilma", avalia o cientista político Carlos Melo, do Insper. Para ele, Marina "depende dela mesma, no sentido de não cometer erros".

Pedindo para não ser identificada, uma fonte do PSB, próxima ao núcleo da campanha, disse que o clima no partido é de grande empolgação, mas Marina tem pregado a necessidade de manter os pés no chão e "vestir sandálias de algodão".

Do lado tucano, o senador Agripino Maia (DEM-RN), coordenador da campanha do senador mineiro, disse que o Ibope retrata um cenário em que dois candidatos têm sido expostos e questionados — Dilma e Aécio — contra uma candidata que tem tido exposição positiva e não tem sido questionada.
Para Dilma, a boa notícia na nova pesquisa foi a oscilação para cima na avaliação do governo. A ótima/boa passou para 34 por cento, ante 32 por cento, e a ruim/péssima foi a 27 por cento, ante 31 por cento.

A primeira pesquisa após a morte de Campos, mas antes da oficialização da candidata do PSB, realizada pelo Datafolha, mostrava no primeiro turno Dilma com 36 por cento, Marina com 21 por cento e Aécio com 20 por cento. Na simulação de segundo turno já mostrava a candidata do PSB em vantagem numérica sobre a petista, mas no limite da margem de erro, com 47 a 43 por cento.

O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre 23 e 25 de agosto, em 175 municípios de todas as regiões do Brasil.

(Reportagem adicional de Eduardo Simões e Jeferson Ribeiro)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Ganhe dinheiro resolvendo o problema dos outros

Ganhe dinheiro resolvendo o problema dos outros

Bill Gates, na década de 80, sabendo que a IBM estava planejando lançar seu PC, em virtude do crescimento da APPLE, marcou uma reunião com os principais executivos e ofereceu, mesmo sem ter, seu sistema operacional. E foi além, disse à poderosa IBM da época, que não queria vendê-lo e sim licenciá-lo.
A empresa aceitou, pois sua receita vinha das vendas das máquinas. Gates conseguiu enxergar que as máquinas não seriam tão valorizadas no futuro e sim os softwares. Criava-se ali um mercado novo e bilionário de software que duraria por mais de três décadas.
Agora a Microsoft enfrenta um concorrente impiedoso: a internet. Como a tendência de baixar programas de graça é irreversível, especialistas apontam que a empresa pode se tornar irrelevante em 4 anos, se não achar um outro segmento para atuar.
O perfil da Microsoft, pelo menos até agora, não foi de criar novos produtos, foi de achar oportunidades, comprar o que já existia e aperfeiçoá-las. Quem sabe esse novo produto não esteja dentro do segmento que ele atua. Jobs, na época fabricante de computadores, solucionou o problema das gravadoras criando o negócio de músicas on-line através do iTunes.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Japão envia Hello Kitty ao espaço

Japão envia Hello Kitty ao espaço

O projeto para colocar a gata da Sanrio em órbita faz parte do esforço do primeiro-ministro, Shinzo Abe, para promover a indústria de alta tecnologia do país



A Hello Kitty, a embaixadora de fofura do Japão, está partindo em uma missão ao espaço financiada pelo governo japonês. O projeto para colocar a gata branca com laço rosa da Sanrio em órbita faz parte do esforço do primeiro-ministro, Shinzo Abe, para promover a indústria de alta tecnologia do país e engendrar o crescimento econômico.
Uma boneca Hello Kitty de 4 centímetros está a bordo do satélite Hodoyoshi-3, olhando por uma janela para a Terra, anunciou a Sanrio nesta semana.
O satélite, que é do tamanho de uma grande lata de lixo, foi desenvolvido por pesquisadores japoneses como parte de um programa de 40 milhões de dólares financiado pelo ministério de Educação e Ciência.
O objetivo do projeto é fazer com que mais companhias privadas se interessem em trabalhar com satélites, disse Toshiki Tanaka, pesquisador responsável pelo projeto no centro de nano-satélites da Universidade de Tóquio.
Os desenvolvedores escolheram a Sanrio como sua primeira parceira privada após avaliarem que isso pode fazer com que os muitos fãs da Hello Kitty se interessem pelo espaço, disse Tanaka.
A Hello Kitty, que completa 40 anos de criação em 2014, é a personagem mais popular da Sanrio. A gatinha sem boca se tornou um símbolo da cultura japonesa de "kawaii", ou "fofo" em tradução literal, e é usada para vender de tudo, desde bichos de pelúcia até aeronaves.

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