Este blog é destinado a ajudar as pessoas com deficiência física à comprarem um carro adaptado que ajudará em seus deslocamentos, pessoas condutoras ou não, todos tem direito.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Assalto em igreja
Padre e fiéis são assaltados na igreja Medianeira, em Porto Alegre
Trio teria agredido a chutes o pároco e uma idosa e trancado as vítimas no banheiro
Três homens armados assaltaram um grupo de fiéis e o padre de uma igreja no bairro Medianeira, na zona Sul de Porto Alegre, na noite desse domingo. Conforme a polícia, eles trancaram o pároco e outras cinco pessoas em um banheiro, depois de roubar pertences das vítimas. O trio também teria agredido a chutes o padre e uma idosa. Foram levados celulares, documentos, uma TV de plasma e um computador, além de dois veículos. Os criminosos fugiram em dois carros. |
RH - Com quem você pode contar na sua empresa?
Você sabe com quem pode contar na sua empresa?
Especialistas e pesquisas afirmam que o processo de engajamento diferencia quem é ótimo, bom e ruim na sua equipe. O Instituto Gallup, um dos maiores no ramo de pesquisa de engajamento de funcionários, apresenta um estudo curioso e interessante sobre o tema.
Desde 1993, eles analisam como é o comportamento das empresas. E, de lá para cá, desenvolveram um estudo completo, partindo de dois princípios: estudar 400 empresas e seus líderes para saber qual é o envolvimento deles com a instituição e com os seus liderados e estudar qual é o nível de produtividade dos colaboradores com o gestor e com a empresa. Tudo isso para resultar num processo de engajamento realmente eficaz.
Quem explica melhor sobre isso é o consultor Sérgio Pais. “Nossa pesquisa revela que a maioria dos funcionários não está engajada ou é ativamente desengajada no trabalho. O resultado disso tem sido o aumento do número de empresas sendo desafiadas na tarefa de engajar sua mão de obra. Mas o que elas podem fazer para construir locais de trabalho que abriguem funcionários altamente engajados?”, questiona Pais.
Essa é a grande questão. Como construir esses ambientes? Como diminuir o nível de turnover e absenteísmo? É justamente essa resposta que a Gallup foi buscar. Depois de muito estudo, descobriram alguns fatores que você pode avaliar se são praticados ou não em sua empresa. Confira:
Muitos gestores confundem comprometimento com engajamento. Realizar tarefas nada mais é que uma obrigação. Comprometer-se com elas já é um grande diferencial nas organizações. Agora, um colaborador engajado é aquele que abraça a empresa, vive com ela, dedica o tempo para fazer outras coisas além do que foi pedido. Trabalha numa área, por exemplo, mas participa do comitê de voluntariado, por acreditar na missão da organização. É aquele que ama e divulga o que faz por onde passa. Sente prazer em estar ali. É realmente um defensor da ideologia da sua empresa. Eles fazem muita diferença.
Para criar um bom processo de engajamento, converse com os gestores, dividam opiniões para que toda a empresa siga um parâmetro ou, se preferir, chame especialistas na área para ajudar nessa missão.
Especialistas e pesquisas afirmam que o processo de engajamento diferencia quem é ótimo, bom e ruim na sua equipe. O Instituto Gallup, um dos maiores no ramo de pesquisa de engajamento de funcionários, apresenta um estudo curioso e interessante sobre o tema.
Desde 1993, eles analisam como é o comportamento das empresas. E, de lá para cá, desenvolveram um estudo completo, partindo de dois princípios: estudar 400 empresas e seus líderes para saber qual é o envolvimento deles com a instituição e com os seus liderados e estudar qual é o nível de produtividade dos colaboradores com o gestor e com a empresa. Tudo isso para resultar num processo de engajamento realmente eficaz.
Quem explica melhor sobre isso é o consultor Sérgio Pais. “Nossa pesquisa revela que a maioria dos funcionários não está engajada ou é ativamente desengajada no trabalho. O resultado disso tem sido o aumento do número de empresas sendo desafiadas na tarefa de engajar sua mão de obra. Mas o que elas podem fazer para construir locais de trabalho que abriguem funcionários altamente engajados?”, questiona Pais.
Essa é a grande questão. Como construir esses ambientes? Como diminuir o nível de turnover e absenteísmo? É justamente essa resposta que a Gallup foi buscar. Depois de muito estudo, descobriram alguns fatores que você pode avaliar se são praticados ou não em sua empresa. Confira:
Verificar a cultura da empresa – Está realmente claro qual é a premissa da sua organização? | Missão da empresa – Os colaboradores sabem qual é a missão? Você já testou? Eles gostam e adotam a missão? Se isso não existir, não adianta. |
Qualidade no trabalho – É estimulada a cultura da qualidade? Todos sabem como fazer as tarefas? Podem usar a criatividade para melhorar o que é feito hoje? | Posicionamento das pessoas – Será que hoje eu tenho pessoas que estão no lugar correto? Que são apaixonadas pelo que fazem? |
Alinhamento de expectativa em relação ao colaborador – Quais são as expectativas que o colaborador tem dentro da empresa? Quais são as expectativas que ele tem do gestor? Quais são as expectativas que a organização tem dessa pessoa? | Feedback sobre crescimento e progresso na organização – Todo mundo sabe como está indo no desenvolvimento de suas atividades e de sua carreira? |
Prover informações e materiais para que os colaboradores produzam dignamente – Eu não posso permitir que alguém vá trabalhar na área de TI e não tenha um computador, telefone ou possua velocidade lenta e ainda exigir desempenho, certo? | Importância – O colaborador sabe que ele é importante para a empresa? Ele sabe quando e em que a empresa precisa dele? |
Amizade no ambiente de trabalho – O brasileiro é considerado um povo sentimental, “bonzinho” e que gosta de gente em volta. Independentemente do tamanho de sua empresa, qual é o envolvimento que os seus funcionários têm uns com os outros? | Desenvolvimento – Há alguém pensando no crescimento dos funcionários? Ou é cada um por si? |
Muitos gestores confundem comprometimento com engajamento. Realizar tarefas nada mais é que uma obrigação. Comprometer-se com elas já é um grande diferencial nas organizações. Agora, um colaborador engajado é aquele que abraça a empresa, vive com ela, dedica o tempo para fazer outras coisas além do que foi pedido. Trabalha numa área, por exemplo, mas participa do comitê de voluntariado, por acreditar na missão da organização. É aquele que ama e divulga o que faz por onde passa. Sente prazer em estar ali. É realmente um defensor da ideologia da sua empresa. Eles fazem muita diferença.
Para criar um bom processo de engajamento, converse com os gestores, dividam opiniões para que toda a empresa siga um parâmetro ou, se preferir, chame especialistas na área para ajudar nessa missão.
Mensagem do dia
A balança...
Quando menino eu vivia brigando com Beto, meu melhor amigo Beto. Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me. Ela me ouviu e disse o seguinte:
- Vai buscar a sua balança e os blocos.
- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?
- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira. Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.
- Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.
- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança. Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você? Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança balançava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.
Dei uma risada e mamãe observou:
Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.
E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança nas pessoas.
Legalidade 50 anos - Entrevista com Sereno Chaise
Brizola abraçou ideia de Jango em 1961, testemunha Sereno
Atuante na Campanha da Legalidade em 1961, ele testemunha que não houve desavença entre Brizola e João Goulart naquele movimento. Nesta entrevista - a primeira de uma série de reportagens do Jornal do Comércio com personagens do episódio que está completando 50 anos -, Sereno relata que o então governador se comprometeu em apoiar Jango e não fez restrições à opção conciliadora do vice-presidente, de aceitar assumir o comando do País em um regime parlamentarista, após a renúncia de Jânio Quadros.
“Brizola não queria aceitar o parlamentarismo, mas Jango tinha essa preocupação de evitar derramamento de sangue. Brizola, então, deu carta branca ao Jango: ‘O que tu resolveres, nós acatamos’.”
Sereno também lembra, emocionado, como foi seu distanciamento do PDT e do amigo, com quem lamenta não ter se reconciliado antes de sua morte, e reproduz em detalhes a discussão que marcou o último diálogo que teve com Brizola, por telefone, no ano 2000.
Leia na íntegra no link http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=70788&fonte=capa
Guilherme Kolling, João Egydio Gamboa e Adão Oliveira
MARCO QUINTANA/JC
O presidente da CGTEE, Sereno Chaise (PT), conviveu com Leonel Brizola por mais de cinco décadas. Morou com o amigo em uma pensão nos tempos de estudante, nos anos 1940, fez a campanha dele para deputado e para prefeito nos anos 1950, e foi líder do governo na Assembleia Legislativa durante a gestão de Brizola no Palácio Piratini. ''Se existe ‘o outro lado’, quando eu chegar lá vai haver uma reconciliação (com Brizola)'', diz.
Atuante na Campanha da Legalidade em 1961, ele testemunha que não houve desavença entre Brizola e João Goulart naquele movimento. Nesta entrevista - a primeira de uma série de reportagens do Jornal do Comércio com personagens do episódio que está completando 50 anos -, Sereno relata que o então governador se comprometeu em apoiar Jango e não fez restrições à opção conciliadora do vice-presidente, de aceitar assumir o comando do País em um regime parlamentarista, após a renúncia de Jânio Quadros.
“Brizola não queria aceitar o parlamentarismo, mas Jango tinha essa preocupação de evitar derramamento de sangue. Brizola, então, deu carta branca ao Jango: ‘O que tu resolveres, nós acatamos’.”
Sereno também lembra, emocionado, como foi seu distanciamento do PDT e do amigo, com quem lamenta não ter se reconciliado antes de sua morte, e reproduz em detalhes a discussão que marcou o último diálogo que teve com Brizola, por telefone, no ano 2000.
Leia na íntegra no link http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=70788&fonte=capa
Crédito - Aumento do IOF não reduz a procura por crédito
IOF caro não reduz procura por crédito
Mesmo com alta de 1,5% para 3%, o volume de operações realizadas por pessoas físicas aumentou 17,6% até julho
Mesmo com alta de 1,5% para 3%, o volume de operações realizadas por pessoas físicas aumentou 17,6% até julho
Anunciado como um dos principais instrumentos para compensar a desoneração de R$ 20,7 bilhões provocada pela nova política industrial do governo federal, a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi impulsionada pela manutenção do volume de crédito contratado pelas pessoas físicas. O aumento das alíquotas que incidem sobre operações cambiais, no entanto, teve pouco impacto nas receitas.
Os números constam do Relatório da Arrecadação de julho, divulgado pela Receita Federal. Descontada a inflação oficial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a arrecadação do IOF aumentou R$ 2 bilhões (15,81%) nos sete primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Mais da metade, R$ 1,415 bilhão, provém da taxação das operações de crédito às pessoas físicas.
De acordo com a Receita Federal, esse desempenho na arrecadação decorre do fato de que o volume de crédito não caiu mesmo depois de o governo reajustar de 1,5% para 3% ao ano a alíquota do IOF nos empréstimos e financiamentos a pessoas físicas. Nos sete primeiros meses de 2011, o volume de operações subiu 17,69%, segundo o próprio fisco.
Até abril, quando o governo anunciou a elevação do IOF para as operações de crédito, a arrecadação sobre os empréstimos a pessoas físicas havia crescido R$ 267 milhões em relação aos quatro primeiros meses de 2010, quase cinco vezes menos que antes do aumento da alíquota. Na ocasião, o governo reajustou o imposto para conter a expansão do crédito e facilitar o combate à inflação.
O IOF sobre o câmbio teve impacto desprezível na arrecadação. A receita sobre a entrada de moeda estrangeira aumentou R$ 35 milhões no acumulado de 2011 (1,19%, descontado o IPCA). Considerando apenas o mês de julho, houve diminuição de R$ 18 milhões na comparação com julho de 2010.
Segundo técnicos da Receita, o desempenho do IOF sobre as operações cambiais indica que as medidas de contenção da queda do dólar estão tendo sucesso. Como o ingresso de moeda estrangeira ficou estabilizado, a arrecadação não sofreu grande variação. De acordo com o fisco, o IOF sobre o câmbio é um imposto regulatório, que serve mais para estabilizar o mercado do que para reforçar o caixa do governo. A alteração nas alíquotas, portanto, não tem o objetivo de elevar a arrecadação.
Desde o início do ano, o IOF foi reajustado diversas vezes para conter a queda do dólar e a expansão do mercado interno. Em março, o governo elevou de 2,38% para 6,38% a alíquota para despesas com cartão de crédito no exterior. A equipe econômica também taxou em 6% os empréstimos contraídos fora do País com prazo de até 720 dias. No fim do mês passado, o governo passou a cobrar 1% de IOF sobre a venda de dólares no mercado futuro, mas o recolhimento só está previsto para começar em outubro.
Os números constam do Relatório da Arrecadação de julho, divulgado pela Receita Federal. Descontada a inflação oficial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a arrecadação do IOF aumentou R$ 2 bilhões (15,81%) nos sete primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Mais da metade, R$ 1,415 bilhão, provém da taxação das operações de crédito às pessoas físicas.
De acordo com a Receita Federal, esse desempenho na arrecadação decorre do fato de que o volume de crédito não caiu mesmo depois de o governo reajustar de 1,5% para 3% ao ano a alíquota do IOF nos empréstimos e financiamentos a pessoas físicas. Nos sete primeiros meses de 2011, o volume de operações subiu 17,69%, segundo o próprio fisco.
Até abril, quando o governo anunciou a elevação do IOF para as operações de crédito, a arrecadação sobre os empréstimos a pessoas físicas havia crescido R$ 267 milhões em relação aos quatro primeiros meses de 2010, quase cinco vezes menos que antes do aumento da alíquota. Na ocasião, o governo reajustou o imposto para conter a expansão do crédito e facilitar o combate à inflação.
O IOF sobre o câmbio teve impacto desprezível na arrecadação. A receita sobre a entrada de moeda estrangeira aumentou R$ 35 milhões no acumulado de 2011 (1,19%, descontado o IPCA). Considerando apenas o mês de julho, houve diminuição de R$ 18 milhões na comparação com julho de 2010.
Segundo técnicos da Receita, o desempenho do IOF sobre as operações cambiais indica que as medidas de contenção da queda do dólar estão tendo sucesso. Como o ingresso de moeda estrangeira ficou estabilizado, a arrecadação não sofreu grande variação. De acordo com o fisco, o IOF sobre o câmbio é um imposto regulatório, que serve mais para estabilizar o mercado do que para reforçar o caixa do governo. A alteração nas alíquotas, portanto, não tem o objetivo de elevar a arrecadação.
Desde o início do ano, o IOF foi reajustado diversas vezes para conter a queda do dólar e a expansão do mercado interno. Em março, o governo elevou de 2,38% para 6,38% a alíquota para despesas com cartão de crédito no exterior. A equipe econômica também taxou em 6% os empréstimos contraídos fora do País com prazo de até 720 dias. No fim do mês passado, o governo passou a cobrar 1% de IOF sobre a venda de dólares no mercado futuro, mas o recolhimento só está previsto para começar em outubro.
Frase do dia
Se não guardamos a data de aniversário de quem nos é importante na memória do coração, não vale a pena escrevê-la na agenda
Jeocaz Lee-Meddi
Jeocaz Lee-Meddi
Assinar:
Postagens (Atom)
Vai sair de linha em 2019
Vai sair de linha! Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...
-
Hacker invade site pornô e ameaça divulgar usuários Adolescente do Marrocos afirma ter dados de mais de 350.000 usuários do site de porno...
-
MWM inaugura linha de produção de motores a diesel para picapes S10 Empresa prevê a entrega de 300 mil motores à GM até 2018 ...
-
Vai sair de linha! Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...