quinta-feira, 2 de maio de 2013

Para o bem-estar, dinheiro nunca é demais, diz pesquisa


Para o bem-estar, dinheiro nunca é demais, diz pesquisa

Estudo dos pesquisadores Betsey Stevenson e Justin Wolfers indica que não há um ponto a partir do qual maior renda não signifique mais bem-estar


mulher segura balões

São Paulo – Um estudo dos pesquisadores Betsey Stevenson e Justin Wolfers publicado em abril mostra que dinheiro e bem-estar teriam, sim, uma relação direta – e não haveria um patamar a partir do qual essa relação cessaria.

conclusão dos pesquisadores da Universidade de Michigan foi que a relação entre o bem-estar e a renda não diminui com o aumento da renda e, se houver um ponto de saciedade, a partir do qual mais renda não signifique mais bem estar, esse ponto ainda não foi alcançado. Stevenson e Wolfers fizeram comparações entre países ricos e pobres e pessoas ricas e pobres independentemente do país.
O resultado vai contra a ideia de muitos estudiosos de que, uma vez que as necessidades básicas forem atingidas, o aumento da renda não está mais associado ao aumento do bem-estar. Essa é a ideia do Paradoxo de Easterlin, resultado de uma pesquisa apresentada pelo economista Richard Easterlin em 1974. A pesquisa indica justamente que, a partir de um certo ponto, o aumento da renda não eleva o bem-estar. 
Easterlin falou sobre a pesquisa de Stevenson e Wolfers ao Market Watch. Para ele, ao comparar as pessoas em um ponto no tempo, aquelas com renda mais alta são geralmente mais felizes, mas não se pode generalizar a partir daquele momento para a relação ao longo do tempo. 
Pesquisas
Outra pesquisa foi abalada em abril – mas de forma bem mais dura. Pesquisadores da Universidade de Massachussets encontraram erros no estudo "Crescimento em uma época de endividamento", dos economistas Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff. O estudo trata dos efeitos negativos do endividamento no crescimento dos países e foi muito citado durante a Grande Depressão. 
O economista Paul Krugman, colunista do New York Times, foi um dos que repercutiu o ocorrido. “Muitos de nós nunca acreditamos nisso (...). Mas mesmo eu nunca havia sonhado que grande parte dos supostos resultados refletiam nada mais do que matemática ruim”, escreveu.

Balança comercial tem pior resultado para abril desde 1959


Balança comercial tem pior resultado para abril desde 1959

No acumulado de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 6,15 bilhões, o maior resultado negativo da história para o primeiro quadrimestre


Notas novas de Real - dinheiro

Brasília – A balança comercial (diferença entre exportações e importações) fechou abril com rombo de US$ 994 milhões, divulgou há pouco o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado é o pior para o mês desde o início da série histórica, em 1959.

No acumulado de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 6,15 bilhões, o maior resultado negativo da história para o primeiro quadrimestre.
No mês passado, o país exportou US$ 20,632 bilhões, valor recorde para o mês. As importações, no entanto, somaram US$ 21,626 bilhões, também o maior montante registrado em meses de abril. As exportações em abril, no entanto, só foram recordes porque o mês teve maior número de dias úteis do que em 2012.
Pelo critério da média diária, as vendas externas fecharam abril em US$ 937,8 milhões, queda de 4,1% em relação a abril do ano passado. A média diária das importações, no entanto, somou US$ 983 milhões, com crescimento de 5,2% na comparação com o mesmo mês de 2012 e valor recorde para o mês.
De acordo com o MDIC, os rombos na balança comercial eram esperados no início de 2013 porque, entre dezembro e abril, o governo foi obrigado a registrar importações da Petrobras feitas ao longo de 2012 que ainda não haviam sido computadas.

A persistência e a diferença entre o sucesso e o fracasso

A persistência e a diferença entre o sucesso e o fracasso

O que fazer diante dos obstáculos que se interpõem entre nós e nosso objetivo?

 
Comecemos com uma reflexão: a água que brota da nascente tem um objetivo bem definido, que é encontrar-se com o oceano. E, imediatamente, inicia sua trajetória. Ela forma um filete que escorre para um córrego, que se junta a um rio, que corre para o mar. Se em algum ponto encontra um obstáculo, uma barragem, ela se acomoda – mas só temporariamente, porque seu objetivo é correr para o mar. Em seguida transborda, encontra outro caminho ou se evapora e se transforma em chuva, que vai cair em algum lugar, juntar-se a um rio e chegar ao mar.
O percurso da água é uma metáfora do conceito de flexibilidade e perseverança. Às vezes, nós, ao invés de mudar a forma de caminhar quando encontramos algum obstáculo, acabamos por mudar nossa meta. Com isso, fugimos de nosso caminho e nos distanciamos dela. Não podemos nos esquecer da necessidade de sermos flexíveis e perseverantes na realização de nosso sonho. Tenha em mente a importância de negociar com você mesmo para chegar ao seu objetivo, e não desistir dele.

Às vezes, a falta de perseverança aumenta a teimosia e o orgulho. Uma pessoa perseverante suporta a decisão tomada porque tem consciência de que o que foi decidido tem sabedoria, já a pessoa teimosa suporta a decisão apenas porque ela a tomou. Assim, corre o risco de transformar o que foi decidido em ideia fixa, sem ter mais a capacidade de discernir até onde é adequado ir e até quando insistir. E o que é pior: não se ouve mais, perde a chance de se questionar sobre a escolha feita.

É a falta de perseverança o que mais limita as pessoas na realização de seus objetivos. De vez em quando, queremos conquistar algo, mas logo que interferências ou problemas aparecem no caminho, nos arrendamos, jogamos fora os nossos objetivos e sonhos. No entanto, se quisermos realizar essas metas, precisamos cada vez mais treinar e utilizar a perseverança, qualidade indispensável para a conquista do que mais desejamos na vida.

Quando estamos em situações complexas, com problemas no trabalho, dificuldades pessoais, quando tudo parece incerto e nos desafia a desistir, é a força da perseverança que nos faz persistir. São nesses momentos que se vê a diferença entre quem tem perseverança para percorrer mais um pouco do caminho certo e continuar em direção ao seu resultado; e quem não tem essa maturidade e desiste.

A mensagem especial que eu trago é que a perseverança junto à clareza do que se quer, transformam-se em uma força altamente resistente. Os grandes líderes têm a união dessas duas qualidades para concretizar os seus objetivos e para se reerguer frente a uma derrota. Eles não são condescendentes com as suas próprias limitações e desvios de rota. Mantêm firme a ética em relação às próprias ações, com o alvo claro em mente, e dão continuidade à motivação no tempo. Afinal, é a perseverança que representa a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Eduardo Shinyashiki

Americano guarda hambúrguer da McDonald's por 14 anos

Americano guarda hambúrguer da McDonald's por 14 anos. Veja o que aconteceu

Apesar do tempo guardado em um armário, o sanduíche não apresenta nenhum sinal de podridão ou mofo. A empresa justificou o fênomeno

 
 
 
David Whipple, morador da cidade de Utah, nos Estados Unidos afirmou que guardou um hambúrguer da McDonald’s por 14 anos em casa e ele continuou praticamente intacto.

O americano foi ao programa de televisão The Doctors para falar sobre seu experimento. Ele conta que comprou o sanduíche para guardar durante duas semanas e mostrar aos seus amigos. E então ele simplesmente esqueceu.

Dois anos depois, ele encontrou o alimento junto à nota fiscal em um armário. Apesar do tempo, não existia nenhum sinal de podridão ou mofo. Foi então que ele decidiu guardar o sanduíche até que ele se desintegrasse.

Entretanto, mais de uma década depois, o lanche continua o mesmo. Apenas os picles desapareceram. No programa, Whiple contou que utiliza a experiência para incentivar seus netos a se alimentarem melhor.

Em seu site, a McDonald’s explicou que o fenômeno acontece devido ao processo de fabricação dos sanduíches que os tornam muito secos após serem cozidos e tostados. Segundo a cadeia de alimentos, o hambúrguer perde água na forma de vapor durante o processo de cozimento e o pão é tostado, ficando muito seco. Assim, na ausência de umidade ou alta umidade, o sanduíche simplesmente resseca, ao invés de apodrecer.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cigarro causa mais câncer de intestino em mulheres


Cigarro causa mais câncer de intestino em mulheres

Pesquisa norueguesa concluiu que a incidência da doença entre mulheres que fumam é duas vezes maior do que entre fumantes homens


Cigarro causa mais câncer de intestino em mulheres stock.xchng/stock.xchng

Uma pesquisa feita por cientistas noruegueses sugere que mulheres fumantes têm mais risco de desenvolver câncer de intestino que homens fumantes. Os pesquisadores, da Universidade de Tromso, analisaram os registros médicos de 600 mil pacientes e concluíram que a incidência da doença é duas vezes maior entre mulheres que fumam.
O risco de desenvolver a doença mostrou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos ou mais jovens e aquelas que fumaram durante décadas. No período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino.
O estudo, divulgado na publicação especializada Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, mostra que as mulheres fumantes têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer que as não fumantes, enquanto entre os homens o cigarro aumenta esse risco em 9%.
Segundo os cientistas noruegueses, este é o primeiro estudo a mostrar que até mulheres que fumam menos que homens têm um risco maior de desenvolver câncer no intestino grosso – um indicativo de que elas seriam mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do cigarro. Os cientistas observaram que a pesquisa não conseguiu levar em conta outros fatores que poderiam afetar a incidência da doença, como o consumo de álcool e a dieta dos pacientes.

José Dirceu recorre ao STF para reduzir pena no processo do Mensalão


José Dirceu recorre ao STF para reduzir pena no processo do Mensalão

Ex-ministro foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão por corrupção e formação de quadrilha


José Dirceu recorre ao STF para reduzir pena no processo do Mensalão Diego Vara/josé dirceu,líder,pt,partido dos trabalhadores,encontro

Condenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha no caso Mensalão, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira, informou O Globo. Dirceu, apontado como mentor do esquema, pede a redução da pena e a troca de relator para o recurso apresentado. O publicitário Marcos Valério, condenado a mais de 40 anos de prisão, também recorreu hoje à Suprema Corte.
De acordo com a defesa do ex-ministro, o STF não deveria ter condenado Dirceu por concurso material de delitos - e, com isso, ter somado as penas impostas pelos dois crimes. De acordo com O Globo, o advogado José Luís de Oliveira Lima defende que houve concurso formal. Com isso, deveria ter sido aplicada apenas a pena mais grave entre os dois crimes. Nas 46 páginas do recurso, o advogado classifica de "omisso" o voto do relator, Joaquim Barbosa, que foi seguido pela maior parte dos ministros.
—O voto foi omisso uma vez que diversas testemunhas na ação penal revelam a existência de dados concretos sobre a personalidade e conduta social do embargante —, alega a defesa, que ainda solicita a publicação de trechos suprimidos do acórdão — documento que registra as decisões tomadas ao longo dos quatro meses e meio de julgamento.

Camisa pode ser usada por 100 dias sem ser lavada

Esta camisa pode ser usada por 100 dias sem ser lavada, o que parece anti-higiênico e sensacional

Camisa é feita com tecido com fios finos de lã que, com a técnica correta, se torna mais durável, resistente a odores e menos propenso a amassar.
 
Shirt Wash
 
Os fundadores da Wool&Prince dizem que você pode usar esta camisa social de lã por dias a fio sem que ela fique amassada, fedida ou suja. Sim, isso soa meio absurdo, mas talvez seja verdade?

Voluntários recrutados pela Wool&Prince dizem, previsivelmente, que não importa o que eles façam, as camisas sempre parecem que acabaram de sair do guarda-roupa.

Em vídeo publicado no Kick Starter, é possível ver Mac Bishop, fundador da Wool&Prince, vestindo a camisa por 100 dias e conversando com o que parecem ser pessoas aleatórias na rua, e todos gostam da camisa social. Nesta galeria do Flickr, ele aparece vestindo a mesma camisa por cem dias.

O material da camisa é tecido com fios finos de lã; a empresa justifica a escolha analisando a “ciência da lã”, dizendo que ela é mais durável que o algodão, mais resistente a odores e menos propensa a amassar. E, ao absorver umidade, ela não deve esquentar em dias quentes.

A Wool&Prince abriu sua campanha no Kickstarter há sete dias e já ultrapassou a meta inicial de US$30.000. As camisas custam US$98 cada, o que pode valer a pena se você quiser economizar o trabalho de lavá-las constantemente. Mas tem que haver algo de anti-higiênico em vestir uma camisa dezenas de vezes sem lavar… certo?

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