sexta-feira, 15 de março de 2013

Samsung apresenta o smartphone Galaxy S 4

Samsung apresenta o smartphone Galaxy S 4

Novo aparelho da empresa deve chegar ao mercado no final de abril

Samsung apresenta o smartphone Galaxy S 4 Allison Joyce/Getty Images/AFP
O tamanho do novo aparelho foi um dos destaques do anúncio Foto: Allison Joyce / Getty Images/AFP
 
A coreana Samsung apresentou nesta quinta-feira a nova geração da linha Galaxy de smartphones, o S 4 . O aparelho foi exibido pelo chefe do departamento de tecnologia da empresa, J.K. Shin, durante o Samsung Unpacked, evento realizado na cidade de Nova York.

Em uma apresentação teatral repleta de humor, o diretor de marketing da empresa, Ryan Bidan, mostrou as inovações presentes no Galaxy S 4, que vão desde novas funcionalidades na câmera de 13 megapixels até ferramentas de tradução simultânea.

O tamanho do novo aparelho foi um dos destaques do anúncio. Embora maior, o smartphone é mais leve que seu antecessor. O Galaxy S 4 mede 13,6 centímetros de altura e 6,9 de largura, pesando 130 gramas.

A ferramenta que apresentou o maior número de novidades foi a câmera do novo smartphone.

Funções como a Dual-Camera, que permite ao fotógrafo aparecer na foto ao mesmo tempo em que a tira, ou a Sound & Shot, que possibilita gravar sons enquanto o usuário captura uma imagem impressionaram os espectadores.

Outra novidade é o sistema de tradução do Galaxy S 4. O S Translator é compatível com nove idiomas diferentes e permite ao usuário traduzir sons e textos quase que simultaneamente.

O preço do novo ainda aparelho não foi divulgado pela Samsung. J.K. Shin não especificou a data de lançamento no mercado do novo aparelho, mas disse que ele estar disponível em "vários países" no final de abril.

Consumidor pode consultar gasto de combustível de 327 modelos de carros

Consumidor pode consultar gasto de combustível de 327 modelos de carros

Guia mostra como funciona as etiquetas de eficiência energética em veículos

 
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) lançou nesta sexta-feira, no Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o Guia do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular). O objetivo é divulgar como funciona as etiquetas de eficiência energética nos carros e outros veículos — que não é tão conhecida no país como a dos aparelhos eletrodomésticos — e como o consumidor pode reduzir os gastos com combustível.

A publicação será distribuída em concessionárias e também está disponível no site do instituto. Lançado em 2008, o PBE Veicular fez a primeira classificação em 2009, analisando o consumo de combustível de 54 modelos, quando cinco fabricantes aderiram voluntariamente ao programa. No ano passado, foram avaliados 151 modelos de nove fabricantes.

Na quinta edição do programa, lançada em janeiro deste ano, 25 fabricantes aderiram e 327 modelos já recebem a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), o que corresponde a 70% da produção nacional. A tabela com a classificação dos modelos já analisados pelo Inmetro quanto ao gasto de combustível pode ser consultada.

De acordo com o responsável pelo Programa de Etiquetagem do Inmetro, Marcos Borges, a cartilha traz as informações básicas sobre o programa e como o motorista pode economizar usando um carro com melhor eficiência energética:

— Só para ter um exemplo, o carro hoje do tipo popular, na classe subcompacto, se você escolher o (nível de eficiência energética) A e não o E, em uma simulação que leva em consideração uns 40 quilômetros por dia, você pode economizar mais de R$ 900 por ano. Em cinco anos, isso pode corresponder a 10%, 15% do valor do próprio veículo, só para se ter uma ideia de quanto é importante essa informação.

Segundo Borges, até o fim do ano, o número pode chegar a 400 modelos avaliados, com a adesão de outras fabricantes e importadoras.

— É um programa ainda voluntário, mas pelo fato de crescer muito a cada ano, nós entendemos que está sendo a estratégia correta. Primeiro, porque cada empresa entra no momento que se sentir mais madura, ao mesmo tempo nos deu agilidade e facilidade para aperfeiçoar os critérios que eram aplicados até então — afirmou.

Além da classificação quanto à eficiência energética, a etiqueta informa quilometragem alcançada por litro de combustível na cidade e na estrada e a emissão de gás carbônica. Foram analisados veículos das categorias subcompactos, compactos, médios, grandes, carga derivado, comercial, fora de estrada, utilitário esportivo e minivan.

Conforme Borges, a adesão aumentou este ano por causa do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto), lançado em outubro do ano passado. Um dos objetivos do programa é estimular a produção de modelos com investimento em eficiência enérgica e inovação tecnológica. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informa que participa do programa desde o início, contribuindo para as definições técnicas da etiquetagem. Segundo a Anfavea, o programa é bom por trazer mais informação ao consumidor e estimular a concorrência.

Procura por vacinas contra a gripe A na rede particular é alta no Estado

Procura por vacinas contra a gripe A na rede particular é alta no Estado

Vacinação na rede pública do Rio Grande do Sul só começa em abril

Procura por vacinas contra a gripe A na rede particular é alta no Estado Jean Schwarz/Agencia RBS
Procura pelo medicamento está cerca de 30% maior em relação aos dois últimos anos Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS
As 67 mortes por gripe A registradas no Estado em 2012 parecem ter assustado os gaúchos. Poucos dias após a chegada do primeiro lote de vacinas da rede particular, diversas clínicas já tiveram que renovar os seus estoques.

— A procura está cerca de 30% maior em relação aos dois últimos anos. Em 2012, muitas pessoas procuraram a imunização somente quando os casos começaram a aparecer, mas este ano está ocorrendo uma antecipação — afirma a administradora da Clínica de Vacinas Mãe de Deus Center, Fernanda Gomes.

O médico do núcleo de pesquisa em vacinas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Juarez Cunha, avalia como positiva essa busca antecipada.

— O pico de imunização ocorre entre 15 e 30 dias após feita a vacina. Quem faz a vacina agora já estará totalmente protegido em maio, precavendo-se de uma possível antecipação dos casos de gripe, como a que ocorreu este ano nos Estados Unidos.

Apesar da alta procura, todas as unidades consultadas pela reportagem de Zero Hora ainda possuem um número seguro de doses em estoque. Entretanto, não há garantia que de essa situação permanecerá até o final da campanha, pois a compra do medicamento está restrita, até o momento, a somente um laboratório, o europeu Glaxo Smith Klein. Na próxima semana, o laboratório Sanofi Aventis também deve fornecer lotes.

As clínicas aguardam, ainda, a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a compra de medicamentos em outros dois laboratórios, o Abbott e o Novartis, mas não há uma previsão de quando essa compra poderá ser feita.

— Não podemos ter certeza se vai faltar vacina ou não, depende de como será a demanda nas outras regiões do país. De qualquer forma, é muito importante que a Anvisa libere esses dois laboratórios para garantir os estoques — alerta Cunha.

Plano do governo pretende elevar proteção a consumidor

Plano do governo pretende elevar proteção a consumidor


Comércio terá de substituir produtos essenciais com defeito

Plano do governo pretende elevar proteção a consumidor Roberto Stuckert Filho/Presidência da República/Divulgação

A presidente Dilma Rousseff deu prazo de um mês para que o governo, em parceria com o setor privado, elabore uma lista de 30 produtos essenciais que, se comprados com defeito, precisam ser trocados na hora. A medida é parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, lançado hoje pelo governo federal na tentativa de aumentar os direitos do consumidor e cobrir lacunas na legislação escancaradas com o aumento do consumo de massa no Brasil.
— Essas medidas não são contra um ou outro, mas sim a favor de todos — disse a presidente Dilma, em cerimônia no Palácio do Planalto.
A presidente também decretou que o produto vendido pela internet precisa ter assistência técnica e estabelece prazos para trocas e reclamações. O objetivo é forçar a prestação de informações claras ao comprador, exigir cumprimento de prazos para entrega e fixar regras claras de pós-venda, como tempo de garantia e troca de produto com defeito.
Dilma defendeu ainda que as agências reguladoras também respeitem prazos, e será estudada forma de reforçar as agências e cobrar delas resultados mais eficientes. A primeira medida prática do pacote é a resolução que visa aumentar a transparência das informações na contratação de serviços bancários, de operações de crédito e de câmbio, como incluir nos contratos de conta de depósito cláusulas que dão ao cliente a opção de usar serviços e tarifas individuais ou por pacotes e informar o Custo Efetivo Total (CET). Esse CET abrange todos os encargos e despesas incidentes nessas operações.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Brasil terá índice para avaliar felicidade e bem-estar da população

Brasil terá índice para avaliar felicidade e bem-estar da população

Indicador será formado pelo um tripé: cidadão, Poder Público (que inclui também as políticas públicas de empresas privadas que interferem na vida do cidadão) e a percepção do cidadão sobre tudo o que o rodeia


O site do primeiro indicador de bem-estar e felicidade no Brasil foi lançado hoje (13) pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Movimento Mais Feliz e a rede social MyFunCity. O Well Being Brazil (WBB), como será chamado o Índice de Bem-Estar Brasil, vai medir o nível de satisfação do brasileiro.


O primeiro índice, segundo informou Mauro Motoryn, presidente do Movimento Mais Feliz, deverá sair no final de dezembro. "Ele terá a característica e a cara do Brasil. O WBB é o retrato real do país e trará um estudo de tendência e uma pesquisa acadêmica juntos", disse.

O nome do índice foi definido em inglês para poder possibilitar pesquisas também pelas universidades internacionais, declarou ainda Motoryn. “Esta será a primeira mensuração que será feita no Brasil para pesquisar o índice de satisfação do cidadão brasileiro com os serviços públicos, com os serviços públicos das empresas privadas e a sua percepção sobre o que lhe rodeia como segurança e meio ambiente”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ele, o indicador será formado pelo um tripé: cidadão, Poder Público (que inclui também as políticas públicas de empresas privadas que interferem na vida do cidadão) e a percepção do cidadão sobre tudo o que o rodeia.

Para Motoryn, a grande importância de se criar um índice como este, e passar a medir a satisfação do cidadão brasileiro, é a de contribuir com as políticas públicas. “É o estabelecimento de políticas públicas que venham a causar a melhoria de qualidade de vida do cidadão”, disse.

A ideia é que, além do índice, as pessoas também se utilizem da plataforma do MyFunCity para poder dar subsídios à gestão pública. “Se de um lado eu tenho o índice, do outro eu tenho uma rede social de interesse público que vai alimentar as prefeituras para elas poderem estabelecer suas plataformas de gestão”, explicou.

Isso, segundo Motoryn, funcionará em todas as cidades brasileiras. "Lá você poderá postar fotos e comentários. Não é só dar nota, se gostei ou não gostei. O Brasil já passou da fase do gostar ou não gostar. Temos o 'gostei por isso' ou 'não gostei por isso' e 'minha participação na gestão é essa ou aquela'", completou.

A construção do indicador se dará por ação conjunta envolvendo o meio acadêmico, empresas e movimentos sociais. O índice está sendo desenvolvido em fases: nesses primeiros 20 dias, por exemplo, será estabelecida a metodologia de estudo. Começa-se então a coleta de dados para se chegar à primeira proposta do que é essencial para os cidadãos do país. Haverá também audiências públicas com governadores, prefeitos e sociedade civil nas cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, do Recife, de Manaus e Brasília. As audiências vão produzir um questionário definitivo, que levará a uma nova pesquisa de campo. A última fase é a divulgação do índice, prevista para dezembro.

“Toda a pesquisa será estruturada com questionários em profundidade, que serão disponibilizados na internet”, explicou Motoryn. Quaisquer pessoas poderão participar e se inscrever na pesquisa, bastando acessar o site criado para o indicador. Segundo ele, dez temas serão analisados: clima e atividades ao ar livre, transporte e mobilidade, família, redes de relacionamento, profissão e dinheiro, educação, governo, saúde, segurança e consumo.

O questionário completo que vai reunir as informações estará disponível tanto em português quanto em inglês no site www.wbbindex.org.

Modelos de negócios: por que os administradores estão tão atrasados?

Modelos de negócios: por que os administradores estão tão atrasados?

Não ache que o que você aprenderá na faculdade ou na pós-graduação será o suficiente, pois não é


Shutterstock
Acabei de terminar e leitura do Best Seller Business Model Generation: inovação em modelos de negócios, escrito por Alex Osterwalder, Yves Pigneur e mais 470 coautores que trabalharam de maneira colaborativa via internet. Tal obra descreve o modelo Canvas (clique aqui para ler um resumo completo sobre esse modelo), um dos mais famosos e comentados ultimamente, isso dentro das comunidades de negócios é claro, porque garanto que nem 10% dos alunos de administração e MBA ouviram falar de tal obra em suas salas de aula, fato esse que comento adiante.

O livro por si só é sensacional, faz jus a fama que tem. Seu design é lindo e muito bem organizado, dentre os seus detalhes, seu formato retangular, seus capítulos separados por cores e suas fotos, fontes e desenhos dão a essa obra um valor único. Nele não há miséria de cores e nem de fotos em sua impressão, algo comumente visto em 90% como dos livros de negócios que existem no mercado, ansiosos por uma economia de custos.

Entretanto, apesar de toda sua fama e utilidade, já demonstrada por meio de inúmeros depoimentos e cursos existentes, tal método ainda é desconhecido por boa parte dos recém-formados na área de negócios, tantos os de graduação quanto os de pós-graduação. Mas por que esse atraso?
“O maior obstáculo para a inovação de Modelos de Negócios está nas pessoas que resistem a qualquer mudança até que um problema surja e precise ser corrigido”
Em minha visão, há duas prováveis opções:
1 - Os professores estão poupando seus alunos, pois entendem que os mesmos ainda não estão preparados para aprender algo novo e complexo, fato até que compreensível para alunos de graduação, mas inadmissível para alunos de pós-graduação.
2 - Os professores pararam no tempo, limitando-se a ensinar modelos aprendidos há décadas atrás, como o Modelo das 5 forças de Porter ou a Matriz BCG, o que é pouco, muito pouco mesmo, para preparar nossos futuros administradores para esse mercado dinâmico, ágil e competitivo de hoje.
Digo isso porque acabo de terminar meu MBA em Marketing, que foi aprovado com o selo “TOP MBA’s” da revista Você S/A, tendo aula com doutores da FGV e ESPM e asseguro que em nenhum momento foi abordado qualquer comentário sobre o livro, mesmo este tendo sido escrito originalmente em 2010, com tradução para o português em 2011.
“O maior obstáculo para a inovação de Modelo de Negócios não é a tecnologia: somos nós, humanos e instituições nas quais vivemos”
É por isso que afirmo que nesses 2 anos de MBA aprendi muito mais lendo livros, blogs e portais de notícias do que propriamente dentro da sala de aula. Dela só aproveitei mesmo as amizades, 95% do que foi me ensinado lá eu não poderia aprender por conta própria, é claro que demandaria muito mais esforço, mas aprenderia.

Para quem está lendo este texto, fica o aviso. Não ache que o que você aprenderá na faculdade ou na pós-graduação será o suficiente, pois não é. Está mais do que provado que na área de negócios os alunos já se formam com o conteúdo defasado, ficando por sua conta atualizar-se perante as novidades do mercado.


Finalizo o texto com uma frase, que na visão do autor, melhor descreve o porquê desse modelo de negócios ainda não ser estar sendo adotado por grande maioria das empresas:
“As companhias mais bem-sucedidas frequentemente ficam cegas pelo “é assim que as coisas são feitas aqui” ou pelo “se não estiver quebrado, não conserte”, e não enxergam o surgimento de Modelos de Negócios Inovadores”.

Reforma no ensino médio deve considerar meios digitais


Reforma no ensino médio deve considerar meios digitais

A mudança, apresentada como radical, envolve uma aprendizagem aberta, com integração de conteúdos, intermediada pela tecnologia


Uma reforma no ensino médio deve levar em consideração os meios digitais, defende a presidenta da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pacios. Em audiência pública, na Comissão Especial de Reformulação do Ensino Médio, Amábile disse que a etapa do ensino médio precisa de “uma mudança muito radical para o qual o país, nem na escola pública e nem na particular, está preparado”. A mudança envolve uma aprendizagem aberta, com integração de conteúdos, intermediada pela tecnologia.


A comissão especial foi criada em maio do ano passado com o objetivo de apresentar uma proposta de alteração da legislação atual até o final deste ano.  Além das audiências, a comissão deve agendar seminários a nível estadual e nacional. Nesta terça-feira (12), foi discutido o ensino privado. O segmento representa 15% das matrículas em ensino médio no país, de acordo com dados da Fenep.

De acordo com Amábile, a preocupação não deve ser apenas a integração das disciplinas – discutido em 1996 para a elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), já disponíveis para a adoção pelas escolas  -  mas uma maior integração com os conteúdos digitais. As tecnologias “mudam a função dos professores. O aluno está com o conhecimento nas mãos, sem barreiras. E na internet, as disciplinas são integradas”.

Para a deputada Professora Dorinha Seabra (DEM), a reestruturação dessa etapa do ensino está ligada à formação dos professores. “O retalhamento do currículo é algo presente na formação do professor. Nas universidades eles aprendem pouco do que vão aplicar em sala de aula. É possível constatar que muitas vezes os conteúdos que os alunos não sabem, não são dominados pelos professores”.

Segundo o Censo da Educação Básica de 2011, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mais de 8,4 milhões estudantes estão no ensino médio público ou privado.

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