sábado, 31 de março de 2012

130 cidades brasileiras apagam as luzes neste sábado

130 cidades brasileiras apagam as luzes neste sábado

130 cidades brasileiras apagam as luzes neste sábado
"Edição 2012 da Hora do Planeta pretende ultrapassar a meta de 1 bilhão de casas apagadas pelo mundo"

SÃO PAULO - O Parque do Arpoador, no Rio de Janeiro, sedia neste sábado, 31, a celebração brasileira da Hora do Planeta, movimento que levou mais de 1 bilhão de pessoas a apagarem as luzes em todo o mundo no ano passado. Ícones da paisagem carioca estarão às escuras entre 20h30 e 21h30, como o Cristo Redentor, a igreja da Penha, o Monumento dos Pracinhas, a orla de Copacabana e o Arpoador.

Além do Rio, outras 25 capitais e 130 cidades brasileiras participam do ato simbólico, apagando 580 monumentos. No ano passado, 123 municípios, entre eles 20 capitais, aderiram à campanha.

Agora em 2012, estão confirmadas a participação dos paulistanos Obelisco do Ibirapuera, Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, Monumento às Bandeiras, Theatro Municipal, Biblioteca Mário de Andrade, Arcos do Anhangabaú (baixos do Viaduto do Chá), Mercado Municipal e Estádio do Pacaembu, além do Hospital Israelita Albert Einstein. Pelo País, também terão suas luzes apagadas o Farol da Barra e o Elevador Lacerda, em Salvador, o Monumento a Bento Gonçalves, em Porto Alegre, o Mercado Central de Porto Velho, em Rondônia, e o Horto Florestal de Rio Branco, no Acre.

'O País será anfitrião da conferência da Organização das Nações Unidas que debaterá o desenvolvimento sustentável, a Rio+20. O ato de apagar as luzes hoje será mais uma forma de mostrar ao mundo que os brasileiros querem um futuro com desenvolvimento econômico que respeite os limites do planeta e gere inclusão social', diz a superintendente de Engajamento do WWF-Brasil, Regina Cavini.

A primeira Hora do Planeta ocorreu em março de 2007, apenas na cidade australiana de Sidney.

Entre os monumentos mundiais que já participaram da iniciativa e apagaram suas luzes estão as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel, em Paris, a Acrópole, em Atenas e a cidade de Las Vegas.

quinta-feira, 29 de março de 2012

MWM inaugura linha de produção de motores a diesel para picapes S10

MWM inaugura linha de produção de motores a diesel para picapes S10

Empresa prevê a entrega de 300 mil motores à GM até 2018

 
 
MWM inaugura linha de produção de motores a diesel para picapes S10 Emílio Pedroso/Agencia RBS
Companhia investiu US$ 10 milhões para adequar o espaço à nova linha de montagem e usinagem Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS
A MWM International, com sede em Canoas, inaugurou nesta tarde uma linha de produção para montar motores a diesel que equipam a picapes Chevrolet S10. O negócio, fechado em 2008, prevê a entrega de 300 mil motores à GM até 2018.

A companhia investiu US$ 10 milhões para adequar o espaço à nova linha de montagem e usinagem. A capacidade instalada da unidade chega a 60 mil unidades/ano e conta com o trabalho de quase 200 pessoas.

— Este novo modelo de negócio reforça nossa parceria com a GM — afirmou o presidente da MWM, José Eduardo Luzzi.

Governo quer incluir exame clínico e depoimentos na Lei Seca após decisão do STJ

Governo quer incluir exame clínico e depoimentos na Lei Seca após decisão do STJ

O governo é contra a rejeição do exame clínico como prova de embriaguez

 
 
Nesta quinta-feira, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo defendeu que o Congresso Nacional modifique a lei, a fim de que as provas sirvam para inocentar o motorista acusado, equivocadamente, de embriaguez.

— Há uma decisão final e isso faz com que nós tenhamos que, rapidamente, dialogar com os líderes no Congresso para modificarmos a lei. Se a lei, da forma que está redigida, não tem condições de atingir a punibilidade que nós precisamos para esses casos, nós temos que mudar —, disse o ministro.

Entre as mudanças pretendidas pelo governo está retirar da lei a dosagem alcoólica que caracterizaria o crime; permitir que uma pessoa em visível estado de embriaguez possa ser condenada e utilizar como provas depoimentos de testemunhas e filmes. Dessa forma, o ministro acredita que o bafômetro será mais utilizado como forma de provar inocência diante de uma suspeita do que como instrumento de acusação.

— O bafômetro, que hoje é elemento necessário para a condenação, passará a ser um instrumento da defesa de uma pessoa que quer demostrar que não está em estado de embriaguez —, acredita o ministro.

Cardozo disse que não considerou uma surpresa a decisão do STJ de aceitar como provas de embriaguez somente o teste do bafômetro ou o exame de sangue.

— É necessário que agora a lei seja alterada, justamente para que nós possamos continuar tendo uma ação muito dura em relação àquelas pessoas que, de forma irresponsável, bebem e dirigem. O Judiciário já se pronunciou na interpretação que deu a esta lei. Portanto, a partir do momento que consolida essa interpretação, nós temos que ser ágeis. Temos que adequar aquilo que nós precisamos a um novo texto legislativo. Queremos coibir, com muito vigor, o ato de irresponsabilidade, que é o de beber e dirigir —, disse o Ministro.

Cardozo explicou que a maior parte das mudanças que o governo quer na lei já está em curso em projetos de lei que já tramitam no Congresso. Essas mudanças, na avaliação do ministro, não devem passar pela reforma do Código Penal, que envolve muitos temas e pode ser muito mais demorada.

— No ano passado iniciamos um processo de discussão com lideranças, tanto da Câmara quanto do Senado, justamente para viabilizar essa mudança.

Rio Grande do Sul está fora da disputa por novo investimento da Volkswagen

Rio Grande do Sul está fora da disputa por novo investimento da Volkswagen

Expansão, se ocorrer, será feita na ampliação da fábrica em Taubaté

 
Maria Isabel Hammes
O Rio Grande do Sul está fora da disputa pelo novo investimento da Volkswagen. Em nota divulgada nesta quinta-feira, a empresa informa que a expansão, se ocorrer, será feita na ampliação da fábrica em Taubaté e não na construção de uma nova unidade no país.

— A empresa fará em sua fábrica de Taubaté o investimento na expansão de sua capacidade produtiva, caso essa necessidade seja confirmada pela demanda de mercado — destaca a nota.
A companhia afirma ainda que, no caso dos novos produtos que serão integrados à linha Volkswagen nos próximos anos, a produção deve ocorrer nas unidades Anchieta e Taubaté. Segundo a nota, pesou na decisão sobre os investimentos o acordo trabalhista com os sindicatos dos trabalhadores da Anchieta e Taubaté:
— O acordo, que tem validade de 2012 a 2016, contempla mecanismos de moderação no crescimento de custos de pessoal, estabelece medidas de flexibilidade e produtividade, e tem como pilares principais a competitividade e a sustentabilidade dos negócios.

Por telefone, o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Rio Grande do Sul, Mauro Knijnik, revelou que foi comunicado de que o RS estava fora da disputa por um telefonema do diretor de Assuntos Governamentais da Volkswagen do Brasil, Antonio Megale. O executivo explicou ao secretário que a decisão da VW de não investir na construção de uma nova fábrica foi influenciada pela situação de queda nas vendas de veículos no mercado brasileiro.

Na nota divulgada pela empresa, a VW informa que a partir da decisão de reformular as suas unidades, a empresa pretende continuar avaliando "a dinâmica econômica do país, do mercado e dos próximos passos do Regime Automotivo Brasileiro". A empresa se prepara para investir R$ 8,7 bilhões no Brasil até o ano de 2016.

Brasil precisa reduzir impostos, afirma Dilma

Brasil precisa reduzir impostos, afirma Dilma


A presidente Dilma Rousseff disse em Nova Délhi que tem consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária e que está se empenhando nesse sentido. 'Tenho consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária. Farei o que for possível para reduzi-la', disse a presidente, em entrevista em Nova Délhi, onde participa da reunião do Brics, grupo integrado pelo Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul. Ela observou, no entanto, que 'há muitos aspectos na reforma tributária. 'Tomamos medidas pontuais para que, no conjunto, a desoneração seja possível', disse.

Dilma confirmou que assim que chegar ao Brasil anunciará um conjunto de medidas. 'Elas (as medidas) têm por objetivo justamente assegurar, através de questões tributárias e financeiras, maior capacidade de investimento para o setor privado', disse a presidente, que não deu mais detalhes.

Ela disse que, assim como os empresários, ela também reclama muito do sistema tributário. E admite até que, no futuro, seja possível encaminhar uma reforma global. No momento, afirmou, o governo toma medidas pontuais 'que permitam que no conjunto se crie uma desoneração maior dos tributos no País'.

Lula escolhe seu alvo de ataques nesta eleição: Serra

Lula escolhe seu alvo de ataques nesta eleição: Serra

Liberado pela equipe médica a retomar gradativamente a atividade política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que na quarta-feira foi informado da remissão completa do tumor na laringe, já escolheu o principal alvo de ataques nesta eleição: o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, o ex-governador José Serra. 'Serra é um político de ontem com ideias de anteontem', disse o ex-presidente nesta quinta a interlocutores.

O ex-presidente passou por outra sessão de fonoterapia hoje, 29, no hospital Sírio-Libanês. Enquanto se recupera do desgaste do tratamento de cinco meses, aliados contam que Lula se prepara para o embate eleitoral 'afiando a língua'. A escolha de Serra como alvo preferencial é uma forma de tentar alavancar a candidatura de seu apadrinhado Fernando Haddad, pré-candidato do PT na capital. Além de estar na lanterna das pesquisas de intenção de voto, a candidatura do petista não consegue arregimentar apoiadores.

A cúpula do PT, inclusive, traçou uma estratégia para pressionar a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy a entrar logo na campanha, mas a petista reagiu e, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo hoje, disse que cabe ao próprio candidato do PT 'conquistar a militância e gastar sola de sapato'.

No último domingo, dia em que o PSDB escolheu seu candidato, Lula pediu o apoio do PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à campanha de Haddad na capital.

Ávido para retomar suas atividades sem o penoso tratamento contra o câncer, Lula avisou aos aliados que vai voltar a percorrer o País em meados de abrir, após o retorno das férias marcadas para a próxima semana. 'Ele está doido para andar o Brasil', contou o senador Jorge Viana (PT-AC), após visitar o ex-presidente ontem, acompanhado do líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA).

No PT, já se fala na preparação de um 'grande evento' em abril para comemorar a recuperação de Lula. 'O ganho dele merece várias comemorações', pregou Viana.

Lula também recebeu nesta quinta a visita do governador do Rio, Sergio Cabral, e do prefeito Eduardo Paes. À tarde, falou com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, por telefone.

O ex-presidente conversou por duas horas no Instituto Lula com os petistas Pinheiro e Viana. Mesmo com a voz ainda debilitada, insistiu em ouvir os relatos sobre a crise entre o governo e a base aliada. 'Ele quis saber de tudo, quis saber como pode ajudar', disse Viana. Lula avisou que vai a Brasília conversar com as bancadas do PT e da base de apoio do governo.

Países árabes exigem mais ação e menos palavras de presidente sírio

Países árabes exigem mais ação e menos palavras de presidente sírio

Países árabes exigem mais ação e menos palavras de presidente sírio
Países árabes exigem mais ação e menos palavras de presidente sírio

Bagdá, 29 mar (EFE).- Mais ação e menos palavras foi a mensagem que os líderes árabes reunidos em Bagdá lançaram ao presidente sírio, Bashar Al Assad, depois que Damasco aceitou o plano do enviado especial para a Síria, Kofi Annan, que nesta quinta-feira foi referendado no Iraque.

O secretário-geral da Liga Árabe, Nabil El Araby, foi claro a esse respeito durante seu discurso na 23ª cúpula do organismo, no qual destacou que espera 'um compromisso sério para uma cessação imediata da violência'.

El Araby considerou que 'surgiu um raio de esperança com a aceitação dos seis pontos do plano do enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan', embora 'agora a bola esteja nas mãos dos sírios'.
A proposta busca, entre outros pontos, a cessação das hostilidades na Síria sob a supervisão da ONU, a libertação dos detidos nos protestos antigovernamentais e o envio de ajuda humanitária.

O líder pan-árabe não especificou nem em seu discurso durante a reunião, nem na entrevista coletiva concedida no final quais medidas a Liga Árabe tomará se o regime de Assad não cumprir a iniciativa de Annan.

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