quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Veja como participar da oferta de ações do Facebook

Veja como participar da oferta de ações do Facebook, prevista para ser a maior do ano

Para comprar papéis da maior rede social da internet, que deve captar pelo menos US$ 10 bi, brasileiro tem de ter conta nos EUA

Olivia Alonso e Aline Cury Zampieri, iG São Paulo


Foto: Justin Sullivan/Getty Images Ampliar
Facebook: a rede social mais popular da web agora quer dinheiro de acionistas

O Facebook está para fazer uma das maiores ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) da história, estimada em US$ 10 bilhões (R$ 17,5 bilhões), a maior do setor de tecnologia. Segundo o "Wall Street Journal", a empresa pode apresentar essa semana seu pedido de oferta.

Caso saia, a operação pode ser a maior do ano e a quinta maior dos Estados Unidos, atrás de Visa (US$ 17,8 bilhões), Enel (US$ 16,4 bilhões), General Motors (US$ 15,7 bilhões), Deutsche Telekom (US$ 13 bilhões) e AT&T (US$ 10,6 bilhões).

Mas participar dessa operação bilionária não é tão simples como comprar de ações de companhias brasileiras, já que a oferta será nos Estados Unidos. O investidor brasileiro que deseja participar deste IPO bilionário precisa fazer a compra das ações por meio de um intermediário financeiro norte-americano.

“Como nenhuma corretora brasileira ou banco local pode participar de operações de lançamento de ações no exterior, será preciso entrar em contato com uma instituição localizada Estados Unidos,” diz Pedro Silveira, economista chefe da TOV Corretora. Para isso, será preciso abrir uma conta em uma corretora ou em um banco que esteja localizado no país onde acontecerá a oferta. A sugestão de Silveira para o interessado no IPO do Facebook é que busque um banco brasileiro localizado em solo norte-americano, o que pode facilitar a comunicação. “Todos os grandes bancos brasileiros já possuem unidades lá fora para atender brasileiros,” acrescenta.

A partir daí, o procedimento é o mesmo de uma compra de ações em um IPO brasileiro. “O investidor faz a reserva e aguarda a operação para saber quanto conseguiu comprar,” afirma Silveira.

Quem pretende adquirir um grande volume de ações deve lembrar que além da variação dos papéis, também terá que observar a variação do dólar. “Se for um volume pequeno, não é preciso fazer uma proteção cambial,” diz Silveira. Mas se a quantidade de ações compradas for grande, o investidor pode fazer uma operação de dólares para se proteger caso o real perca valor em relação à moeda norte-americana, uma vez que os papéis do Facebook estarão cotados em dólares.

Uma outra opção para quem quer participar do mercado de ações internacional sem abrir uma conta no exterior é comprar cotas de fundos que têm ações estrangeiras, lembra Pedro Galdi, analista chefe da SLW Corretora. No entanto, em geral, estes fundos são apenas investidores especializados, não para pessoas físicas.

Frase do dia

Prever é perscrutar o futuro e traçar o programa de ação.
Henri Fayol

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Um minuto de silêncio

Micro empresa não deve Contribuição Sindical Patronal

Micro empresa não deve Contribuição Sindical Patronal

As pequenas e micro empresas optantes do SIMPLES continuam dispensadas do pagamento do Imposto Sindical Patronal


Todo início de ano, as micro e pequenas empresas recebem correspondências dos sindicatos patronais cobrando a famigerada Contribuição Sindical Patronal, conhecida como “Imposto Sindical”, e muitas dúvidas vêm sendo suscitadas a respeito dessa questão.


Em 1996, a Lei Federal 9.317 dispôs sobre o regime tributário das pequenas e microempresas e instituiu o Sistema Integrado de Pagamento de Impostos, denominado “SIMPLES”.


O SIMPLES é uma forma simplificada e unificada de recolhimento de tributos federais que permite ao empresário usar somente uma base de cálculo para calcular a alíquota do tributo, que é o faturamento da empresa.


A inscrição da empresa no SIMPLES Federal permite pagamento mensal unificado de diversos impostos e contribuições federais.


Interpretando essa lei, a Delegacia da Receita Federal do Ministério da Fazenda passou a editar resoluções, decisões e orientações no sentido de que a inscrição no SIMPLES também dispensa a pessoa jurídica do pagamento das contribuições instituídas pela União, destinadas ao Sesc, ao Sesi, ao Senai, ao Senac, ao Sebrae, e seus congêneres, bem assim as relativas ao salário-educação e à Contribuição Sindical Patronal (IN SRF no250/2002, art.5o§ 7o);


Não demorou muito para que os sindicatos patronais do país reclamassem da supressão dessa receita e, na defesa dos seus interesses, a Confederação Nacional do Comércio, em 1999, ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) perante o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar obter uma decisão judicial obrigando as empresas optantes do SIMPLES a recolherem o “Imposto Sindical”. Entretanto, em 2006 foi editada Lei Complementar nº 123, que revogou expressamente a Lei n. 9.317 de 1996, criando um novo Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e essa ação foi julgada prejudicada pelo STF.


A Lei complementar 123 passou a prever no parágrafo 3º, do artigo 13,que as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União, inclusive as contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da Constituição Federal, e demais entidades de serviço social autônomo.


Havia porém, originariamente, uma previsão no parágrafo 4º deste mesmo artigo, no sentido de que a contribuição sindical patronal não se incluía nessa dispensa. Porém, tal dispositivo foi vetado pelo Presidente da República, sob argumento de que a permissão de se cobrar a contribuição sindical patronal das micro e pequenas empresas, enquanto se proíbe a cobrança, por exemplo, do salário-educação, vai de encontro ao espírito da proposição que é a de dar um tratamento diferenciado e favorecido a esse segmento e que a Lei no9.317, de 1996, já isentava as micro e pequenas empresas inscritas no Simples do pagamento da contribuição sindical patronal. Portanto, a manutenção desse dispositivo seria um claro retrocesso em relação à norma jurídica que estava em vigor.


Em 2007, foram apresentados dois projetos de lei na Câmara dos Deputados, tentando restabelecer o indigitado parágrafo 4º, e em 2010, outros dois, que foram todos arquivados em janeiro de 2011, sem que fossem votados. Entretanto, um deles, o PLP 003/2007, teve seu andamento restabelecido e recebeu parecer favorável de seu relator, o deputado Paulo Maluf e deverá ser encaminhado a deliberação plenária.


Mas, enquanto isso, as pequenas e micro empresas optantes do SIMPLES continuam dispensadas do pagamento do Imposto Sindical Patronal.

Fonte: Revista Incorporativa

MPEs gaúchas mostram otimismo e esperam crescer em 2012


MPEs gaúchas mostram otimismo e esperam crescer em 2012



Porto Alegre – A sondagem conjuntural realizada pelo Sebrae/RS em entre os dias 13 e 22 de dezembro de 2011, mostra que as micro e pequenas empresas gaúchas estão otimistas em relação ao crescimento de seus negócios neste ano de 2012. Dos 600 empresários ouvidos no levantamento, 81% deles aposta em crescimento. Foi o maior índice registrado nas quatro pesquisas feitas no ano passado, mostrando o ambiente em que essas empresas estão inseridas e o impacto que ele gera para elas. “É um resultado importante, pois demonstra que as MPEs estão buscando se aprimorar cada vez mais e se inserir com força e competitividade no mercado”, ressalta o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente destaca, ainda, que 51% da empresas aumentaram as vendas no seu ramo de atuação no último trimestre de 2011. “Observamos que a retração no consumo representou dificuldade para 20% das empresas, fortemente influenciado pelo setor industrial. Depois, seguem, para 15% dos entrevistados, a falta de trabalhadores qualificados e a carga tributária”, enfatiza.

Na perspectiva para o Brasil, em 2012 os empresários estão otimistas, com 74% deles apostando no crescimento, 22% na estabilidade e apenas 4% na retração. Apesar disso, 45% deles crêem no aumento da inflação e outros 44% prevêem aumento na taxa de juros.

Investimentos
A sondagem apresenta, também, que 67% das empresas pretendem manter o quadro de funcionários, enquanto 27% planejam aumentar um pouco a equipe de colaboradores. Outro aspecto importante observado, é que 59% das MPEs tem a intenção de investir em 2012, priorizando a melhoria de suas instalações e a aquisição de novos equipamentos.

68% das empresas apontaram que o investimento neste ano será um pouco maior do que o de 2011. Para 36% delas, será mais fácil obter financiamento e crédito em 2012. Como fatores principais que podem frear a iniciativa de investir, os empresários citam a incerteza quanto à evolução da demanda e a redução dos recursos financeiros.

“Estes resultados apontados pela sondagem mostram que existe um campo fértil para o Sebrae/RS colocar em prática suas ferramentas de alavancagem das micro e pequenas empresas”, salienta o presidente Vitor Koch”. Segundo ele, “temos a convicção de que os pequenos negócios estão, cada vez mais, tomando ciência de sua importância no cenário econômico nacional, e, o que é melhor, estão se preparando adequadamente para exercer esse papel. E o Sebrae/RS está preparado para dar-lhes o suporte necessário nesse processo de crescimento”.

Dilma chega a Cuba para fortalecer comércio e laços diplomáticos

Dilma chega a Cuba para fortalecer comércio e laços diplomáticos

Dilma chega a Cuba para fortalecer comércio e laços diplomáticos
REUTERS
Por Jeff Franks

HAVANA, 30 Jan (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff chegou na noite desta segunda-feira a Havana para uma visita oficial de dois dias focada no comércio bilateral, mas incomodada pela sempre presente questão dos direitos humanos de Cuba.

Ela deve visitar o porto de Mariel, perto de Havana, onde o Brasil ajuda a financiar uma reestruturação de 800 milhões de dólares pelo conglomerado brasileiro Odebrecht.

Também há a expectativa da assinatura de novos acordos comerciais com a ilha. Dilma irá se reunir com o presidente Raúl Castro e, possivelmente, com o ex-líder Fidel Castro.

A presidente foi recebida no Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, pelo chanceler Bruno Rodríguez e saiu sem falar com jornalistas.

Laços econômicos e políticos entre os dois países foram intensificados pelo antecessor de Dilma, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas desde que ela assumiu o cargo, em janeiro de 2011, tem focado os temas comerciais nas relações do governo com outros países, e deve fazer o mesmo com Cuba.

A ilha caribenha tem buscado, entre outras coisas, ajuda agrícola do Brasil, e a Odebrecht afirmou nesta segunda-feira que irá assinar um acordo para trabalhar com a problemática indústria de açúcar cubana para aumentar a produção da usina "5 de Septiembre", na província de Cienfuegos .

Um executivo da indústria brasileira de açúcar com conhecimento do projeto afirmou à Reuters que a Odebrecht também produzirá etanol e energia a partir de biomassa em Cuba.

A companhia está transformando Mariel, mais conhecido como local do êxodo cubano de 1980 aos Estados Unidos, no principal porto comercial de Cuba e ponto central de sua nascente indústria de petróleo em alto mar.

A recente morte do dissidente cubano Wilman Villar, que estava em greve de fome, criou certa pressão sobre Dilma para que ela incluísse na agenda de discussões em Cuba o tema dos direitos humanos, mas segundo relatos da mídia, ela não fará isso publicamente.

Segundo fontes no Brasil, o governo brasileiro é a favor de uma abertura democrática em Cuba, mas não vai pegar muito pesado.

O governo cubano afirmou que Villar era um criminoso comum, não um dissidente, e que não fez uma greve de fome como seus companheiros opositores alegaram.

Em uma entrevista coletiva sobre Villar nesta segunda-feira, o ex-prisioneiro político José Daniel Ferrer afirmou que Dilma pode simpatizar com os dissidentes de Cuba, mas não esperava que ela discutisse o assunto publicamente.

"Há outros interesses, outros assuntos de maior interesse para a líder brasileira", disse.

Na semana passada, o governo brasileiro colocou as autoridades comunistas da ilha em uma posição delicada ao conceder à blogueira cubana dissidente Yoani Sánchez um visto de turista para que ela visite o país em fevereiro, quando haverá a estreia de um documentário sobre Cuba.

O governo cubano considera Yoani uma de suas principais inimigas, como todos os dissidentes, uma mercenária a serviço de seu inimigo ideológico de longa data, os Estados Unidos. Cuba já impediu inúmeras vezes que ela viajasse para o exterior, onde tem muitos seguidores de seu blog.

Yoani e o grupo dissidente Damas de Branco querem se encontrar com Dilma, mas isso também parece ter poucas chances de acontecer.

Dilma viajará ao Haiti na quarta-feira, onde tropas brasileiras lideram a força de manutenção de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil ajudou a financiar uma missão médica cubana no Haiti desde que um forte terremoto atingiu o país há dois anos.

Juros futuros fecham em queda, com mercado sinalizando Selic de um dígito

Juros futuros fecham em queda, com mercado sinalizando Selic de um dígito

SÃO PAULO - As taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta segunda-feira (30), seguindo a baixa observada na última semana, principalmente após a divulgação da ata do Copom (Comitê de Política Monetária).

Na agenda econômica do dia, o Banco Central divulgou o relatório Focus, que reduziu a expectativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,58% para 0,55%. Em relação às variações para o acumulado de 2012, a projeção do mercado em relação ao IPCA caiu pela nona semana consecutiva, para 5,28%. Já o IGP-DI foi mantido em 5,01% e, o PIB (Produto Interno Bruto), em 3,27% para o final do ano.

Já com relação ao patamar da taxa Selic, espera-se uma redução para 9,5% ao ano em 2012. De acordo com a LCA Consultores,o destaque ficou novamente com a mudança na avaliação acerca dos próximos passos da política monetária. "Na semana passada, o mercado havia adiado para agosto o encerramento do ciclo de cortes da taxa básica", avaliam.

Outro indicador revelado, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) apontou inflação de 0,25% em janeiro, segundo dados da FGV (Fundação Getulio Vargas). O índice avançou 0,37 ponto percetual em relação ao mês anterior, quando a variação foi de -0,12%. No acumulado de 12 meses, a alta dos preços foi de 4,53%.

O BC também divulgou, em sua Nota de Mercado Aberto referente ao mês de dezembro de 2011, que o estoque total da DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal Interna) aumentou em R$ 30 bilhões, na comparação com o mês anterior. Segundo o documento, o estoque total passou de R$ 1,753 trilhão para R$ 1,783 trilhão - alta de 1,73%.

Em conjunto com a nota de mercado aberto do BaCen, o Tesouro Nacional apresentou os dados de dívida pública de dezembro, mostrando que no mês a Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 1,79% em dezembro, comparado a novembro, e soma R$ 1,866 trilhão. O aumento do endividamento em 2011 foi resultado das despesas com juros, no valor de R$ 211,52 bilhões, e de menos resgates líquidos de títulos em poder de terceiros, no total de R$ 39,20 bilhões.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...