terça-feira, 12 de julho de 2011

Igreja russa comemora 450 anos de fundação

Comemorações vão se estender por três meses, até o Dia da Intercessão



Começam nesta terça-feira, 12, as comemorações dos 450 anos de fundação da Catedral de São Basílio, templo monumental na Praça Vermelha, de Moscou, dedicada à Intercessão – a mediação que os santos fazem em benefício dos fiéis. Devido a essa característica da Catedral, as comemorações vão se estender por três meses, até 14 de outubro, quando a Igreja Ortodoxa Russa comemora o Dia da Intercessão
[Deve-se observar que a fundação da Catedral de São Basílio, comemorada em 12 de julho na Rússia, é também considerada, pela diferença histórica dos calendários, como tendo ocorrido em 29 de junho, e nessa data foi também noticiada aqui no site Diário da Rússia.]

Construída por ordem de Ivã o Terrível, a Catedral de São Basílio, na Praça Vermelha, é um símbolo da Moscou fantástica e monumental

A Catedral de São Basílio, que até hoje se ergue majestosa na Praça Vermelha, em Moscou, foi construída por ordem de Ivã o Terrível, em homenagem à conquista russa de Kazan e Astracã. Segundo reza a lenda, o Czar Ivã gostou tanto do templo que mandou cegar o seu arquiteto, Postnik Yakovlev, para que ele não tivesse condições de construir uma obra parecida em outra cidade. A Catedral de São Basílio é desde 1990 parte do conjunto do Kremlin e da Praça Vermelha, Patrimônio Mundial da UNESCO, o órgão das Nações Unidas voltado para a Educação, Ciência e Cultura. O edifício original – a Igreja da Trindade e, depois, Catedral da Trindade – era circundado por outros oito templos, um deles erguido sobre o túmulo de São Basílio.

Desde 1928, a Catedral também funciona como filial do Museu Histórico do Estado. Recentemente, foram concluídas as obras de reforma da Catedral, que demoraram 10 anos e consumiram 390 milhões de rublos, cerca de 22 milhões de reais.

Frase do dia

Prever é perscrutar o futuro e traçar o programa de ação.
Henri Fayol

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dicas para a escolha do nome de empresas

7 dicas para escolher o nome certo para sua empresa

Confira dicas de um especialista para dar um nome vencedor para o seu negócio

 
Justin Sullivan / Getty Images
Sede do Google, em Mountain View, Califórnia

São Paulo – Criar um bom nome para um negócio não é tarefa fácil. O processo pode ser tão complexo que a consultoria GlobalBrands cobra nada menos do que US$ 50 mil para desenvolver uma marca vencedora para seus clientes.

Mas aqui em EXAME.com, você pode conferir algumas dicas grátis de José Roberto Martins, fundador da consultoria, para escolher um nome matador para a sua empresa. Anote:
1. Pense no posicionamento da marca
Um erro muito cometido por empreendedores é criar um nome para o negócio juntando iniciais dos nomes dos sócios ou simplesmente escolhendo a esmo uma palavra pela qual se tenha simpatia ou que pareça “inteligente”. O nome da empresa deve remeter à sua atividade principal e, ao mesmo tempo, diferenciá-la dos concorrentes que atuam no mesmo ramo, recomenda o especialista.
2. Simplifique as coisas
Nike, Apple, Twitter, eBay. O que todas essas empresas têm em comum, além de uma trajetória de tremendo sucesso? Poucas sílabas em seu nome. “Os melhores nomes são curtos, fáceis de memorizar e pronunciar”, sentencia Martins. Evite nomes muito longos ou complexos, que possam acabar confundindo seus clientes.
3. Evite associações impróprias
Evite nomes que possam ter uma conotação negativa na sua língua, se o negócio for local, e em outras culturas, se for global. “O Ford Pinto foi um mico”, exemplifica Martins. Em alguns casos, a falta de cuidado pode levar não só a situações embaraçosas, como esta, mas até a gafes mais sérias, como o infeliz caso de uma empresa asiática que adotou a sigla KKK – acrônimo da seita racista Ku Klux Klan nos Estados Unidos – como nome.
4. Fuja dos modismos
Fuja dos clichês que indicam “modernidade” no momento da escolha do nome, pois se o negócio vingar e durar muitos anos, ele pode acabar ficando datado. “Muitas empresas colocaram ‘tel’ e ‘digi’ para associar seus negócios a tecnologias que estavam no auge e seus nomes hoje soam ultrapassados para nós”, aponta o especialista. “Uma boa olhada na lista telefônica mostra que esses prefixos ou sufixos não trazem nenhum diferencial a uma marca”, acrescenta.
5. Fique atento à pronuncia
Uma boa marca não funciona apenas no papel. Ela deve ser fácil de pronunciar, afinal você vai querer que seus clientes sejam capazes de falar sobre o seu negócio sem gaguejar ou tropeçar nas próprias palavras. Nomes cuja pronuncia não corresponde à grafia também podem causar confusão na hora que alguém for tentar achar seu site ou procurar referências sobre sua empresa na internet. Nomes que possam “soar” esquisitos em outras línguas também devem ser evitados. Quem se lembra do malfadado mecanismo de buscas lançado pela Microsoft em 2008? Seu nome era Cuil. Para começar, ninguém, sabia ao certo como pronunciá-lo em português. Quando finalmente chegou-se à conclusão que a pronuncia correta era algo como “cool” (que, em português, soa perigosamente como uma certa palavra de baixo calão), as piadas foram inevitáveis.
6. Solte a imaginação
Muitas empresas de sucesso da nova geração de negócios online criaram palavras completamente novas para batizar seus empreendimentos. Nomes como Google e Flickr desafiaram o dicionário e se transformaram em grandes sucessos. Para Martins, cada vez mais as empresas terão que pensar fora da caixa se quiserem se destacar. “Um bom dicionário possui, em média, 400 mil verbetes. Desses, não mais que 50 mil poderiam ser utilizados como marcas ou nomes de empresas. As opções estão cada vez mais escassas”, aponta ele.
7. Verifique a disponibilidade
Depois de chegar ao veredito final, comece a pesquisa para ver se você realmente tem em mãos um nome para chamar de seu. Vá ao Registro.br e visite sites estrangeiros de registro de domínios – afinal, você pode querer expandir seus negócios para o exterior em algum momento – para verificar se já não existe na internet um endereço com o futuro nome do seu negócio. Se o domínio já foi registrado, quer dizer que alguém provavelmente chegou antes que você, tanto no mundo real quanto no virtual. Se o endereço estiver disponível, parta então para uma busca no bando de marcas do Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual). Caso a marca esteja disponível para registro, faça logo o processo. “Muitas empresas vão deixando isso de lado e depois acabam tendo um prejuízo enorme porque algum oportunista foi lá e registrou a marca delas para faturar em cima”, alerta Martins.

O mau exemplo vem de cima

Romário é mais um no time de políticos com problemas no trânsito

Aécio Neves, Indio da Costa e Paulo Bernardo também deram um mau exemplo à população

Fotomontagem/Wikimedia Commons/Agência Brasil
Indio da Costa, Aécio Neves, Paulo Bernardo e Romário
No sentido horário: Indio da Costa, Aécio Neves, Paulo Bernardo e Romário

São Paulo – Romário é mais um integrante do time de políticos que já apresentaram problemas no trânsito. A lista de infratores tem nomes como o do senador Aécio Neves, do ex-deputado Indio da Costa e do ministro Paulo Bernardo.

Romário, Aécio e Indio tiveram basicamente o mesmo roteiro. Foram flagrados em blitz no Rio de Janeiro e se recusaram a fazer o teste do bafômetro.

O artigo 277 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que a recusa do motorista em fazer o teste do bafômetro é considerada uma infração gravíssima. As punições administrativas são recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e perda de sete pontos, retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado, além da multa de R$ 957,70. O prazo mínimo para a retirada da CNH é de 5 dias.

Já o caso do ministro Paulo Bernardo é diferente. Ele teve o seu nome divulgado em uma lista de pessoas que estavam com a carteira de habilitação suspensa devido ao excesso de multas.

Relembre os casos de mau exemplo dos políticos:

Romário

O deputado federal pelo PSB teve a carteira de habilitação apreendida por uma blitz da Operação Lei Seca na madrugada deste domingo (10), na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O ex-jogador recusou-se a fazer o teste do bafômetro e teve que entregar os documentos aos fiscais. A sua Land Rover, que estava com a documentação em dia, foi levada pelo acompanhante de Romário, que não teve o nome divulgado. O deputado terá que pagar uma multa de R$ 957,70, vai ganhar 7 pontos na CNH e ficará sem poder dirigir por cinco dias.

Em março do ano passado, ele passou pela mesma situação: teve a carteira de motorista apreendida, pagou o mesmo valor de multa e ainda perdeu sete pontos na carteira. O carro também não foi rebocado porque o ex-atleta chamou um amigo para conduzir o veículo.

Indio da Costa

Na madrugada do dia 26 de junho deste ano, o ex-deputado federal teve a carteira de motorista apreendida em uma blitz da Operação Lei Seca no Leblon, no Rio de Janeiro.

Indio da Costa, que ficou nacionalmente conhecido na última eleição presidencial, quando foi candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Na ocasião, o político disse que tinha tomado vinho no almoço e, como não sabia a duração do efeito da bebida, decidiu não fazer o teste. A sua Hilux só foi liberada após a apresentação de um motorista habilitado para dirigir o veículo.O ex-deputado recebeu uma multa de R$ 957,70.

Aécio Neves

Na madrugada do dia 17 de abril deste ano, o senador pelo PSDB de Minas Gerais teve a sua carteira de habilitação apreendida em uma blitz da Lei seca, no Leblon, após um jantar.

O ex-governador de Minas Gerais, que estava com o documento vencido, recebeu duas multas. A primeira, de R$ 191,54, por dirigir com a habilitação vencida, e a segunda, de R$ 957,70, por se recusar a fazer o teste do bafômetro. No total, recebeu 14 pontos.

A sua Land Rover só foi liberada após um taxista ser contratado para dirigir o veículo. Na ocasião, Aécio disse que não sabia que sua habilitação estava vencida.

Paulo Bernardo

O atual ministro das Comunicações teve, em 2009 - quando era ministro do Planejamento do governo Lula -, o seu nome divulgado em uma lista de pessoas que estavam com a carteira de habilitação suspensa.

Segundo o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), o político tinha recebido 21 multas entre 2002 e 2009, totalizando 96 pontos (o limite é de 20 pontos). A maioria das infrações era por transitar em velocidade superior à máxima permitida. Na ocasião, o ministro teve de entregar a carteira de motorista e fazer curso de reciclagem.

Inadimplência

Inadimplência do consumidor tem a maior alta no semestre

Agência Brasil
 
Marco Quintana/ Arquivo/ JC
O índice de cheques sem fundo aumentou 18,9%.
O índice de cheques sem fundo aumentou 18,9%.
 
O consumidor teve mais dificuldades para honrar os pagamentos no primeiro semestre deste ano, segundo mostra o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, que subiu 22,3% entre janeiro e junho ante igual período do ano passado. Foi a maior alta desde 2002 com destaque para as dívidas contraídas com os bancos que aumentaram 8,1%.

Nas operações não bancárias, que incluem os cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, a inadimplência aumentou 5,4%. O índice de cheques sem fundo aumentou 18,9%. Já os títulos protestados apresentaram um recuo de 11,7%, o que ajudou a segurar o índice médio de inadimplência.

Na comparação com maio, houve ligeira queda no indicador passando de 8,2% para 7,9%. Sobre junho do ano passado, a taxa avançou 29,8%, variação bem acima da medida entre maio deste ano e maio de 2010 (21,7%). Os economistas da Serasa justificaram, por meio de nota, que o crescimento da inadimplência é consequência dos “efeitos da política monetária para controle da inflação, alta dos juros, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e encarecimento do crédito”.

Para eles, deveria haver uma mudança no critério de avaliação de risco para a concessão de crédito, seguindo a tendência mundial com base no cadastro positivo em que a análise é mais abrangente.

Fruki fará investimentos

Fruki instalará um centro de distribuição em Canoas


Jefferson Klein
FRUKI/DIVULGAÇÃO/JC
Segundo Eggers, conclusão do projeto é prevista para abril de 2012
Segundo Eggers, conclusão do projeto é prevista para abril de 2012
Para dar condições estruturais ao seu processo de crescimento de vendas, a Fruki vem investindo nos últimos anos em seu sistema logístico. Um dos próximos passos dessa estratégia será a construção de um centro de distribuição em Canoas. O grupo já adquiriu uma área de cerca de 40 mil metros quadrados no município para implementar o empreendimento. De acordo com o diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers, as obras deverão ser iniciadas até setembro e a conclusão do projeto deverá ocorrer por volta de abril de 2012. O dirigente relata que o complexo absorverá um investimento entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões.

A melhoria da sua condição de logística no Rio Grande do Sul é fundamental para as projeções do grupo. Eggers ressalta que a empresa planeja aumentar sua participação no mercado gaúcho de água e refrigerantes, para depois focar outras regiões do Brasil. "Queremos ganhar o mundo, mas antes pretendemos crescer no Estado", afirma o executivo.

Atualmente, segundo o dirigente, a companhia detém uma participação de 12,5% do mercado de refrigerantes no Rio Grande do Sul e de 19% do de água. Sem revelar números, Eggers informa que a empresa quer incrementar em 8% seu volume de vendas neste ano, em relação a 2010, e crescer o mesmo percentual novamente em 2012, em comparação a 2011.

As plantas de produção da Fruki estão localizadas em Lajeado e possuem, no momento, uma capacidade para fabricar aproximadamente 300 milhões de litros por ano de água e refrigerantes. Eggers diz que, por enquanto, não será necessário aumentar a capacidade das unidades para atender à previsão de elevação de demanda. Outra novidade enfatizada pelo dirigente é o lançamento, que acontecerá ainda neste mês de julho, do Frukito Uva. Hoje, a empresa conta com a linha desse repositor energético nos sabores frutas cítricas, tropicais e vermelhas.
Área de 40 mil m2 já foi adquirida e obras começam em setembro

Ponto eletrônico

Ponto eletrônico: bom para quem?

As empresas poderão exercer um maior controle sobre as jornadas ; os empregados poderão fiscalizar as horas efetivamente registradas, acredita especialista

Por Redação, www.administradores.com.br
 
Com a obrigatoriedade em empresas com mais de 10 funcionários adiada para setembro, o sistema registro de ponto eletrônico ainda enfrenta algumas resistências e deixa algumas dúvidas, tanto para empresas quanto para trabalhadores. Afinal, o que muda? Como o novo sistema interfere nos negócios e na rotina de trabalho? Alguém ganha com isso? Alguém perde?
Para Marcelo Moleiro, coordenador do departamento jurídico da NK Assessoria Contábil e Fiscal, a mudança tem aspectos positivos e negativos. "Entendo que as empresas poderão exercer um maior controle sobre as jornadas, inclusive quanto à compensação das horas, desde que previamente previstas nos acordos coletivos", destaca.

"Como ponto negativo, aponto a emissão dos comprovantes para cada vez que o empregado registrar sua entrada ou saída, o que vai na contramão de todos os esforços empreendidos para redução de utilização de papel, como medida de preservação do meio-ambiente. Como alternativa, esses equipamentos poderiam facultar aos empregados a emissão ou não do comprovante, o que certamente reduziria a emissão de papeis", destaca Moleiro.

Para os trabalhadores, o mecanismo eletrônico deve tornar mais claro o registro das horas trabalhadas, evitando possíveis manipulações, já que serão sempre emitidos comprovantes instantâneos.

"Os empregados poderão fiscalizar as horas efetivamente registradas como entrada e saída no equipamento, em razão da emissão dos comprovantes, evitando, assim, a possibilidade de manipulação dos horários que eram registrados nos equipamento convencionais, inclusive porque tais comprovantes servem de prova da entrada e saída", afirma Moleiro.

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