quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Governo não renovará aumento no Imposto de Importação

Governo não renovará aumento no Imposto de Importação

Decisão é voltada para diminuir a pressão sobre a inflação em um momento em que o dólar encostou em 2,30 reais

 
Exportações e importações: containers em porto
 
 
Brasília - O governo anunciará na quinta-feira que não renovará o aumento da alíquota de Imposto de Importação para 100 itens, definido no ano passado, uma decisão voltada para diminuir a pressão sobre a inflação em um momento em que o dólar encostou em 2,30 reais, afirmou uma fonte próxima da equipe econômica à Reuters.
 
As alíquotas maiores, que variam conforme o produto, têm validade até o fim de setembro e o governo decidiu antecipar o anúncio da medida para ajudar na formação das expectativas de inflação que, apesar de dar sinais de melhora, ainda continua em patamares elevados.
 
Assim, apesar de o imposto permanecer em patamar elevado por mais dois meses, o setor produtivo já fica informado de que ele será reduzido.

"A medida está sendo adotada para ajudar a mitigar os efeitos da valorização do dólar sobre a inflação", afirmou a fonte, acrescentando que a maior parte dessa lista é formada por insumos industriais, como aço e resina.

Em setembro do ano passado, o governo anunciou a elevação da alíquota do Imposto de Importação de 100 produtos, incluindo siderúrgicos e petroquímicos, a fim de estimular o setor industrial a enfrentar a concorrência dos produtos estrangeiros. Naquele momento, as alíquotas foram elevadas para em média 25 por cento.

De maio para cá, o dólar já subiu 14 por cento ante o real, sendo mais um fator de pressão sobre a inflação. O próprio Banco Central já informou que esse movimento é inflacionário e que serão mitigados com a adoção de uma política monetária adequada.

Em abril, o BC começou um ciclo de aperto que já elevou a Selic a 8,50 por cento ao ano, dando indicações de que vai continuar essa trajetória.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Fox busca acordo de US$1 bi para licenciar "Os Simpsons"

Fox busca acordo de US$1 bi para licenciar "Os Simpsons"

Twentieth Television planeja comercializar reprises da série animada para outras emissoras e canais a cabo


Seriado Simpsons


A Twentieth Television, uma unidade da 21st Century Fox, do magnata da mídia Rupert Murdoch, planeja comercializar reprises da série animada "Os Simpsons" e busca um pacote de até 1 bilhão de dólares, disse uma fonte com conhecimento desses planos nesta segunda-feira.
O estúdio distribuiu pela primeira vez o programa sobre a família de Homer e Bart Simpson em 1998. O novo acordo pode licenciar reprises do programa para emissoras e canais a cabo ao mesmo tempo, disse a fonte.
Entrando em sua 25ª temporada, "Os Simpsons" tem 530 episódios, número que vai aumentar com a entrada em vigor deste novo acordo de licenciamento. O criador da série Matt Groening vai receber parte do dinheiro.
Um porta-voz da Fox não comentou o assunto.

Como o Oppenheimer comprou uma briga de US$ 75 mi com o JBS

Como o Oppenheimer comprou uma briga de US$ 75 mi com o JBS

Fundo processa JBS alegando que empresa incorporou na prática a Frangosul sem assumir dívidas


Frango


São Paulo - Desde que ofereceu seu primeiro fundo para o público em 1959, o Oppenheimer Funds já gerenciou montanhas de dinheiro – atualmente, eles tomam conta de 208 bilhões de dólares em ativos de 12 milhões de clientes. Nesta semana, o fundo entrou em uma briga com o acordo que fez a brasileira JBS, maior processadora de carne bovina do mundo, se tornar também líder em carne de frango.
Tudo começou com a produtora francesa de aves e carne de frango processada Doux, dona da marca Frangosul no Brasil, que deu um calote e entrou em acordo com seus credores – entre eles, três fundos da Oppenheimer com uma dívida de 75 milhões de dólares (a dívida total é estimada em 1 bilhão de dólares).
Entre as garantias dadas para o fundo, ainda em 2008, estava a alienação fiduciária da planta de Passo Fundo, que não poderia ser transferida ou vendida. O problema é que em maio de 2012, pouco antes da Doux ser declarada definitivamente insolvente, a JBS anunciou o arrendamento por dez anos de todas as unidades da Frangosul. A opção de compra foi dada, mas não realizada. Os fundos ficaram revoltados.
Além da conta
“O contrato de arrendamento de planta industrial é muito comum no brasil – o que não é nada comum é o locatário arrendar todas as plantas, incorporar todos os funcionários, tomar posse de todas as marcas e comercializar para todos os clientes. Isso não é um contrato de locação, é de incorporação”, diz Fernando Ferreira, advogado do fundo em São Paulo.
No final de junho, a Oppenheimer entrou na Justiça contra a Doux no estado de Nova York, e nesta semana, confirmou uma ação na Justiça brasileira contra o JBS. O fundo afirma que é a primeira vez que tem que lidar com uma “violação explícita da alienação fiduciária” e que não recebeu um centavo do aluguel de Passo Fundo até hoje.
O Oppenheimer diz que tentou negociar novos termos, sem sucesso, e que o objetivo agora é que a JBS seja declarada como sucessora legal da Frangosul para todos os efeitos. Procurada por EXAME.com, a JBS diz que não vai se manifestar pois o assunto está sendo tratado na esfera judicial.
Não é a primeira vez que a JBS é acusada de incorporar empresas na prática através de contratos de leasing sem assumir passivos. Em junho do ano passado, o canadense Maple Trade Finance acusou a JBS de incorporar os ativos da insolvente Xinguleder sem recompensar seus credores. No final de 2012, a empresa foi condenada em primeira instância por fazer o mesmo com a BMZ Couros.
Todas estas disputas servem como teste das regras aprovadas pela nova Lei de Falências de 2006. O caso da Petrópolis, que está sendo cobrada judicialmente pelo HSBC, Credit Suisse e ING para assumir uma dívida de 530 milhões de reais da Imcopa, é outro exemplo recente.

Google lança Color+City, projeto para "colorir as cidades"

Google lança Color+City, projeto para "colorir as cidades"

Na página da iniciativa, além de participar, o usuário também pode visualizar uma galeria com as artes e também postagens relacionadas sobre o Color+City


Google lança Color+City, projeto para "colorir as cidades"


São Paulo - O Google acaba de lançar, há alguns dias, o Color+City, projeto que promete "colorir as cidades". Para tanto, a companhia conectou pintores, grafiteiros e artistas com donos de muros que querem ter seu espaço renovado.

O contato de ambas as partes é feito por meio do Google+, rede social da empresa. Caso a pessoa queira emprestar um muro para a arte, ela pode clicar em "doar um espaço" e colocar fotos do local.

Já os pintores, por sua vez, escolhem um lugar e reservam o espaço. Cada artista só pode reservar um local por vez e tem até 35 dias para fazer a pintura.

Na página da iniciativa, além de participar, o usuário também pode visualizar uma galeria com as artes e também postagens relacionadas sobre o Color+City.
Confira abaixo um vídeo do projeto:

Jornada Mundial da Juventude consagra Papa

Jornada Mundial da Juventude consagra Papa como elo entre a Igreja e os fiéis

Evento na praia de Copacabana atraiu maior número de participantes já vistos no Brasil

 
Jornada Mundial da Juventude consagra Papa como elo entre a Igreja e os fiéis ALEXANDRE BRUM/Estadão Conteúdo
 
 
O papa Francisco se despediu na noite deste domingo do Brasil após celebrar uma missa para mais de 3 milhões de pessoas nas areias de Copacabana e protagonizar, durante uma semana histórica, o maior evento que o país já sediou.

O público que se reuniu pela manhã na missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude espremia-se desde a beira do mar, onde era encontrado pelas ondas, até a linha dos prédios, no outro lado da Avenida Atlântica, em uma extensão de quase quatro quilômetros. O Ministério do Turismo estimou em 2 milhões os turistas que desembarcaram no Rio, mais de três vezes o esperado para a Copa de 2014.

— Neste momento, parto com a alma cheia de recordações felizes. Neste momento, já começo a sentir saudade. Saudade do Brasil, deste povo tão grande e de grande coração. Saudade deste povo tão amoroso — disse o Papa em seu discurso de despedida, na Base Aérea do Galeão, minutos antes de embarcar para Roma.

A celebração da manhã foi o ápice de quatro eventos na praia. Na quinta-feira, Francisco atraiu cerca de 700 mil pessoas à areia. No dia seguinte, 1,5 milhão. O número chegou a 3 milhões no sábado — equivalente a duas vezes a população de Porto Alegre — a ultrapassou neste domingo. É como se Copacabana tivesse abrigado quatro festas de Réveillon consecutivas.

Além da multidão que se estendia como um tapete sobre a areia e o asfalto, fiéis do mundo inteiro brotavam em cima de telhados, árvores e caixas d'água para acompanhar a última missa do Papa na Jornada. A movimentação havia começado ainda na manhã de sábado, quando jovens de 175 países iniciaram a peregrinação até Copacabana, para a vigília da noite. Eles passariam a madrugada em milhares de barracas, cangas e sacos de dormir na praia.

Quando amanheceu, mal havia espaço para se mexer. Muita gente não enxergava sequer os telões espalhados ao longo da orla. Em plena Avenida Atlântica, fiéis recém-acordados espreguiçavam-se, colocavam desodorante, escovavam os dentes. A mongol Geretee (na Mongólia não se usam sobrenomes) estava embasbacada com a quantidade de companheiros de fé. A jovem de 26 anos contou que a Igreja Católica chegou a seu país há apenas duas décadas e conquistou, até agora, apenas 900 fiéis.

— Sou a única católica da minha família. É incrível estar no meio de tanta gente da Igreja, que sabe como louvar a Deus — disse.

Papa critica "globalização da indiferença"

Papa critica "globalização da indiferença" em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo

Pontífice lamentou que a queda da Bolsa seja notícia, e não as pessoas que passam fome e frio

 
Papa critica "globalização da indiferença" em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo Evaristo Sá/AFP
 
 
Em entrevista exclusiva ao programa Fantástico, da Rede Globo, concedida na quinta-feira após o almoço e exibida na noite deste domingo, o papa Francisco pediu maior proximidade entre as pessoas e o fim da "globalização da indiferença". O Papa lamentou que existam "descartados" nas "extremidades" da sociedade atual: os idosos, considerados improdutivos, e os jovens, que padecem no desemprego. A ideia se somou ao discurso do Papa contra a "política mundial muito impregnada pelo dinheiro". Confira trechos da entrevista:
Rivalidade Brasil x Argentina
"O povo brasileiro tem um grande coração. Quanto à rivalidade, creio que já está totalmente superada. Porque negociamos bem: o Papa é argentino, e Deus é brasileiro."

Segurança
"Eu não sinto medo. Sei que ninguém morre de véspera. Quando acontecer, o que Deus permitir, será. Eu não poderia vir ver este povo, que tem um coração tão grande, detrás de uma caixa de vidro. As duas seguranças (do Vaticano e do Brasil) trabalharam muito bem. Mas ambas sabem que sou um indisciplinado nesse aspecto."

Simplicidade
"Nosso povo exige a pobreza de nossos sacerdotes. O povo sente seu coração magoado quando nós, as pessoas consagradas, estamos apegadas a dinheiro. Realmente não é um bom exemplo que um sacerdote tenha um carro de último tipo, de marca. É necessário que o padre tenha um carro, mas tem de ser um carro modesto. O carro que estou usando aqui é muito parecido com o que eu uso em Roma. Simples, do tipo que qualquer um pode ter. Penso que temos que dar testemunho de uma certa simplicidade — eu diria, inclusive, de pobreza."

A moradia do Papa
"Quanto à decisão de viver em Santa Marta, não foi tanto por razões de simplicidade. Porque o apartamento papal é grande, mas não é luxuoso. Mas a minha decisão de ficar em Santa Marta tem a ver com o meu modo de ser. Não consigo viver só, não posso viver fechado. Preciso de contato com as pessoas, então, fiquei em Santa Marta por razões psiquiátricas. Para não ter de estar sofrendo essa solidão que não me faz bem. É para estar com as pessoas. Santa Marta é uma casa de hóspedes em que vivem uns 40 bispos e sacerdotes que trabalham na Santa Sé. Tem uns 130 cômodos, mais ou menos. Sacerdotes, bispos, cardeais e leigos que se hospedam em Roma ficam lá. Eu como no refeitório com todos. E a gente sempre encontra gente diferente, e isso me faz bem."

Perda de fiéis
"Não saberia explicar esse fenômeno. Vou levantar uma hipótese. Para mim é fundamental a proximidade da Igreja. Porque a Igreja é mãe, e nem você nem eu conhecemos uma mãe por correspondência. A mãe... dá carinho, toca, beija, ama. Quando a Igreja, ocupada com mil coisas, se descuida dessa proximidade, se descuida disso e só se comunica com documentos, é como uma mãe que se comunica com seu filho por carta. Não sei se foi isso o que aconteceu no Brasil. Não sei, mas sei que em alguns lugares da Argentina que conheço isso aconteceu."

Corrupção no Vaticano
"Agora mesmo temos um escândalo de transferência de 10 ou 20 milhões de dólares de um monsenhor. Belo favor faz esse senhor à Igreja, não é? Mas é preciso reconhecer que ele agiu mal, e a Igreja tem de dar a ele a punição que merece, pois agiu mal. No momento do conclave, antes temos o que chamamos congregações gerais — uma semana de reuniões dos cardeais. Naquela ocasião, falamos claramente dos problemas. Falamos de tudo. Porque estávamos sozinhos, e para saber qual era a realidade e traçar o perfil do novo Papa. E dali saíram problemas sérios, derivados em parte de tudo o que vocês conhecem: do Vatileaks e assim por diante. Havia problemas de escândalos. Mas também havia os santos. Esses homens que deram sua vida para trabalhar pela Igreja de maneira silenciosa no Conselho Apostólico."

Protestos dos jovens
"Com toda a franqueza lhe digo: não sei bem por que os jovens estão protestando. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: um jovem que não protesta não me agrada. Porque o jovem tem a ilusão da utopia, e a utopia não é sempre ruim. A utopia é respirar e olhar adiante. O jovem é mais espontâneo, não tem tanta experiência de vida, é verdade. Mas às vezes a experiência nos freia. E ele tem mais energia para defender suas ideias. O jovem é essencialmente um inconformista. E isso é muito lindo! É preciso ouvir os jovens, dar-lhes lugares para se expressar, e cuidar para que não sejam manipulados."

Idolatria do dinheiro
"Esse mundo atual em que vivemos tinha caído na feroz idolatria do dinheiro. E há uma política mundial muito impregnada pelo protagonismo do dinheiro. Quem manda, hoje, é o dinheiro, e isso significa uma política mundial economicista, sem qualquer controle ético. Um economicismo autossuficiente que vai arrumando os grupos sociais de acordo com essa conveniência."

Descarte de jovens e idosos
"Quando reina esse mundo da feroz idolatria do dinheiro, se concentra muito no centro, e as pontas da sociedade, os extremos, são mal atendidos, não são cuidados e são descartados. Vimos muito claramente como se descartam os idosos. Não servem, não produzem. Os jovens também não produzem muito. É uma ponta em vias de ser descartada. O alto percentual de desemprego entre os jovens na Europa é alarmante. Para sustentar esse modelo político mundial, estamos descartando os extremos: os que são promessa para o futuro e os idosos, que precisam transferir sabedoria para aos jovens. Descartando os dois, o mundo desaba."

Globalização da indiferença
"Hoje em dia há crianças que não têm o que comer no mundo. Crianças que morrem de fome, de desnutrição. Há doentes que não têm acesso a tratamento. Há homens e mulheres que são mendigos de rua e morrem de frio no inverno. Há crianças que não têm educação. Nada disso é notícia. Mas quando as bolsas de algumas capitais caem três ou quatro pontos, isso é tratado como uma grande catástrofe mundial. Esse é o drama do humanismo desumano que estamos vivendo. Por isso, é preciso recuperar crianças e jovens, e não cair numa globalização da indiferença."

Diferentes religiões
"Creio que é preciso estimular uma cultura do encontro em todo o mundo. Acho que é importante que todos trabalhemos pelos outros, podar o egoísmo. Um trabalho pelos outros segundo os valores de sua fé. Cada religião tem suas crenças. Se há uma criança que tem fome, que não tem educação, o que deve nos mobilizar é que deixe de ter fome e que tenha educação. Se essa educação virá dos católicos, dos protestantes, dos ortodoxos ou dos judeus, não importa. O que me importa é que o eduquem e que saciem a sua fome. Temos de chegar a um acordo quanto a isso. Hoje a urgência é de tal ordem que não podemos brigar entre nós à custa do sofrimento alheio. Sobretudo, hoje em dia, urge a proximidade."

Impacto do dólar na economia brasileira ganha força

Impacto do dólar na economia brasileira ganha força

O avanço da moeda americana começou tímido no fim de abril, mas ganhou força em maio após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizar a importância do câmbio no combate à inflação

 
Impacto do dólar na economia brasileira ganha força  Jefferson Botega/Agencia RBS
 
 
Três meses após as primeiras altas, o que era uma sensação se transformou em certeza: o dólar acima de R$ 2 veio para ficar.

Os efeitos do preço mais caro da moeda — antes sentidos apenas pela indústria — já chegaram ao bolso do consumidor brasileiro, e o impacto não é pequeno.

O avanço da moeda americana começou tímido no fim de abril, mas ganhou força em maio após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizar a importância do câmbio no combate à inflação. A variação, que já chega a 12,69% no período, obrigou o Banco Central (BC) a rever a sua posição sobre a influência do câmbio nos preços.

Os alimentos derivados do trigo são os mais afetados até o momento. O pãozinho subiu quase 4% entre maio e junho e a variação pode chegar a 20% em julho.

Impactados pela decisão do governo argentino de suspender a exportação do cereal —para atender o mercado interno e evitar ainda mais a inflação —, os panificadores gaúchos se viram obrigados a importar de países mais distantes, como Estados Unidos e Canadá. O frete e o dólar mais caro impulsionaram o preço da tonelada: era R$ 450 um ano atrás e saltou para R$ 1 mil.

— A expectativa é de que só voltemos a comprar da Argentina em janeiro de 2014. Enquanto isso, o preço vai continuar nas alturas. Vários moinhos no interior do Estado estão parados devido ao custo alto de produção. Se o dólar valorizar mais, a situação pode ficar ainda mais complicada — alerta Arildo Bennech Oliveira, presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria e de Massas Alimentícias e Biscoitos do Rio Grande do Sul (Sindipan/RS).

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