terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Pessoas 'surtam' com suposto fim do mundo

Pessoas 'surtam' com suposto fim do mundo e Nasa é obrigada a desmentir boato

Os mais extremistas chegam a falar em suicídio ou em matar os próprios filhos para que não presenciem o apocalipse

21 de dezembro está próximo. E muita gente está levando a sério a profecia do calendário Maia - os mais extremistas chegam a falar em suicídio ou em matar os próprios filhos para que não presenciem o apocalipse. É com esse teor que algumas cartas, de todo o mundo, têm chegado à Nasa.

Na última quarta-feira (28), a companhia teve de fazer uma conferência online, reunindo vários cientistas, para dissipar os rumores e o pânico infundados. Além disso, foi criada uma seção especial no website da agência apenas para tirar dúvidas sobre o assunto e desmentir os boatos.

meteoro
(imagem: Shutterstock)

A maior parte das cartas é enviada por jovens e crianças, segundo explica o astrobiologista David Morrison. O teor varia de simples preocupação, dificuldades para comer e dormir, até pensamentos suicidas. Um caso, reportado por um professor, relata um quadro assustador:

"Há um caso de um professor que disse que pais de seus alunos estariam planejando matar seus filhos para escapar desse apocalipse. O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está preocupando de verdade algumas pessoas e por isso é importante que a Nasa responda a essas perguntas", informou.

Os rumores têm como "base" informações do calendário Maia, que previa o fim de um ciclo ou uma era para o dia equivalente ao 21 de dezembro de 2012. Outros rumores citam textos do escritor Zecharia Sitchin, morto em 2010, que acreditava em previsões da civilização Suméria, que um planeta se chocaria com a terra.

"A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário Maia", informa o site da Nasa.

Com informações da BBC

Os 12 melhores livros de negócios em 2012

Os 12 melhores livros de negócios em 2012, segundo a Fast Company

Alguns dos livros elencados têm versão em português e também venderam muito por aqui

Por Redação, Administradores.com
 
A revista eletrônica Fast Company fez uma seleção com os melhores títulos na área de negócios em 2012. Alguns dos livros elencados têm versão em português e também venderam muito por aqui. Confira abaixo a relação - e diga se você concorda com esses títulos, se você acrescentaria outros ou substituiria.

1. Quiet: The Power of Introverts in a World That Can't Stop Talking
Título em português: O poder dos quietos: como os tímidos e introvertidos podem mudar um mundo que não para de falar
Autora: Susan Cain

2. How Will You Measure Your Life?
Sem versão em português
Autores: Clayton M. Christensen, James Allworth e Karen Dillon

3. Extreme Productivity: Boost Your Results, Reduce Your Hours
Sem versão em português
Autor: Robert Pozen

4. The Signal and the Noise: Why So Many Predictions Fail - but Some Don't
Sem versão em português
Autor: Nate Silver

5. Daring Greatly: How the Courage to Be Vulnerable Transforms the Way We Live, Love, Parent, and Lead
Sem versão em português
Autora: Brené Brown

6. The Power of Habit: Why We Do What We Do in Life and Business
Título em português: O Poder do Hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios
Autor: Charles Duhigg

7. Renegades Write the Rules: How the Digital Royalty Use Social Media to Innovate
Sem versão em português
Autora: Amy Jo Martin

8. Heart, Smarts, Guts, and Luck: What It Takes to Be an Entrepreneur and Build a Great Business
Sem versão em português
Autores: Anthony K. Tjan, Richard J. Harrington, Tsun-Yan Hsieh

9. The Click Moment: Seizing Opportunity in an Unpredictable World
Sem versão em português
Autor: Frans Johansson

10. Wait: The Art and Science of Delay
Sem versão em português
Autor: Frank Partnoy

11. The Leadership Challenge: How to Make Extraordinary Things Happen in Organizations
Título em português: O desafio da liderança: como conseguir feitos extraordinários em organizações
Autor: James M. Kouzes e Barry Z. Posner

12. 11 Rules for Creating Value in the Social Era
Sem versão em português
Autor: Nilofer Merchant 

As 5 perguntas encorajadoras de Peter Drucker

As 5 perguntas encorajadoras de Peter Drucker

Esse artigo faz uma breve reflexão sobre as perguntas encorajadoras de Peter Drucker e sua aplicação prática no mundo dos negócios

Já li dezenas de livros sobre empreendedorismo nestes últimos dez anos. Muitos eu recomendo para os alunos, outros eu utilizo como base das minhas aulas, palestras e treinamentos, outros eu simplesmente ignoro embora seja possível extrair algo de bom de cada um deles.

Livros são assim mesmo, alguns são modismos, outros são escritos sob determinados contextos, mas, não se aplicam ao contexto da sua empresa ou da sua necessidade, entretanto, tira-se um pouco daqui, outro dali, e assim vai se formando a base do conhecimento. O importante é ter discernimento para extrair o que vale a pena ser aplicado em cada situação.

De tanto ler e recomendar acabei escrevendo os meus próprios livros – Manual do Empreendedor e Empreendedorismo para Jovens -, ambos editados pela Atlas, com base na minha experiência profissional com empreendedores de pequeno, médio e grande porte. São livros que eu gostaria de ter lido antes dos trinta anos para enriquecer ainda mais o assunto.

O fato é que, como eu sempre digo e repito, não existe fórmula infalível para o sucesso nos negócios. Veja o exemplo do Monitor Company Group LP, empresa de consultoria fundada por Michael Porter, o papa da estratégia mundial, em 1983, a qual entrou com um pedido de falência na Corte de Falências dos Estados Unidos, no Estado de Delaware.

É um caso digno de estudo: se o próprio Porter, um dos gurus mais respeitados no meio acadêmico, não conseguiu fazer valer as suas próprias recomendações, que chances eu tenho? Bem, dizer o que fazer é uma coisa, fazer é outra, mas, isso não tira os méritos dele considerando que milhares de empresas prosperaram ao redor do mundo utilizando-se dos seus conceitos.

Infelizmente, ou felizmente, em negócios, tudo depende. Do que? Do momento, das circunstâncias, dos seus modelos mentais, do posicionamento correto e do valor agregado dos seus produtos e serviços, da sua capacidade de investimento, da sua persistência, do seu modelo de gestão, do seu estilo de liderança, das pessoas que você contrata e assim por diante.

Dessa forma, como empreendedor, é necessário pensar nas questões mais simples que impulsionam qualquer negócio onde quer você queira fazê-lo. Isso é o básico, recomendado por Peter Drucker, guru da administração moderna, em seu clássico Inovação e Espírito Empreendedor.

Ainda que você diga que sabe, a maioria dos empreendedores não consegue responder claramente a essas questões. A simplicidade de cada uma vai fazê-lo repensar qualquer suposição a respeito do seu negócio, da sua equipe e do seu próprio modelo de gestão. Vejamos:

Qual é a sua missão? Em primeiro lugar, por que você quer abrir esse tipo de negócio? Tem algo a ver com o que você realmente gosta de fazer? O que você está tentando realizar para seu cliente? É algo que você está disposto a conduzir pelo resto da vida?

Quem é o seu cliente? Que tipo de pessoa você está tentando satisfazer com seus produtos ou serviços? Essa necessidade existe de fato? É um nicho capaz de formar um novo público?

O que o seu cliente valoriza? O que você faz bem melhor do que os outros e está preparado para oferecer a seus clientes? Você sabe vender arroz, feijão e pão de forma diferenciada, a ponto de fidelizar os clientes para que comprem, regularmente, no seu ponto de venda?

Que resultados você está tentando alcançar? Como você mede o sucesso? É um negócio que vai ajuda-lo a sobreviver depois de aposentado ou é algo que pode fazer a diferença na vida das pessoas?

Qual é o seu plano? Como você imagina conquistar o respeito dos clientes e atingir os resultados que são mais importantes para consolidar o negócio? Na balança dos prós e dos contras, o que pesa mais?

A maioria dos empreendedores começa um negócio sem a reflexão necessária para isso. Na prática, a combinação entre o espírito empreendedor e a necessidade de inovar para sobreviver é o que define o seu perfil de atuação no mercado. Ter uma grande ideia não significa ter sucesso. Colocá-la em prática e trabalhar de maneira consistente para sua execução é a melhor ideia.

Como eu já mencionei em outro artigo, em termos de gestão, pouca coisa mudou nos últimos cinquenta anos. Fluxo de caixa, orçamento, planejamento estratégico, balanço financeiro, matriz SWOT, mapeamento de processos, estratégia de vendas, entre outros, são ferramentas aplicáveis a qualquer negócio e tornam-se eficientes na medida em que são levadas a sério.

Contudo, como diria Peter Drucker, "Empreendedores procuram por mudanças, portanto, olhe para cada janela e pergunte a si mesmo: isso poderia ser uma oportunidade? Não perca algo somente porque não faz parte de seu planejamento. O inesperado é frequentemente a melhor fonte de inovação".

Por fim, além de responder as questões acima, lembre-se de que, atualmente, não é necessário sofrer tanto. Existem artigos, cursos, empresas de consultoria, livros e modelos de planos de negócios disponíveis aos milhares na Internet, no Sebrae e nas escolas. Ninguém faz nada sozinho, portanto, não seja orgulhoso. O orgulho é, geralmente, um poderoso indicador de insucesso em qualquer parte do mundo.

Pense nisso, empreenda e seja feliz!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Empresa gaúcha que domou a concorrência chinesa

Empresa gaúcha que domou a concorrência chinesa

Fábrica de produtos escolares de madeira, em Santa Cruz do Sul, transformou-se em uma das líderes do setor de brinquedos do país

Empresa gaúcha que domou a concorrência chinesa Anderson Lima/Especial
Flávio Haas (E) e João Carlos Ebert, diretores da Xalingo, afirmam que credibilidade e eficiência são qualidades importantes para manter clientes e consumidores Foto: Anderson Lima / Especial
Empresa de origem familiar, mas com gestão profissional. Essa é hoje a Xalingo SA Indústria e Comércio, fundada em 1947, em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, para suprir o mercado escolar, com produtos manufaturados de madeira. Ao longo dos anos, a brincadeira iniciada pelos irmãos Xavier e Lindolfo Braunger correu riscos. Ao completar 65 anos neste ano, a empresa garante a posição de líder gaúcha e está entre as sete maiores do país em produtos pedagógicos e de lazer para crianças.

Chegar a essa idade exigiu vencer vários desafios. O mais difícil foi o começo da década de 1990, período de abertura do mercado brasileiro sem política industrial definida e de redução da inflação.

— Fomos pegos de surpresa. Não estávamos prontos para a invasão dos importados, especialmente os da China — lembra o diretor administrativo financeiro, Flávio Haas.

Na época, a Xalingo entrou em crise, perdendo mais da metade do mercado de brinquedos. Para que a empresa sobrevivesse, Haas aponta dois fatores fundamentais:

— Credibilidade e eficiência. Com essas duas qualidades, conseguimos manter nossos clientes e consumidores. Mas foi preciso investir na reestruturação da empresa.

O que era um inimigo foi transformado em aliado. Hoje a Xalingo exporta 3% da produção para 17 países e importa 15% dos itens da China. A compra de artigos chineses possibilita a inclusão de produtos novos no catálogo e ainda permite à empresa testar produtos. Conforme a receptividade do consumidor, a Xalingo decide pela fabricação própria.

Também na época da invasão chinesa, o Brasil viveu uma brutal queda da inflação. Isso permitiu, depois de muitos anos, que o consumidor tivesse parâmetro de preços e pudesse exercitar uma prática hoje muito comum: a comparação de preços. Com isso, foi necessário que a Xalingo modernizasse o parque industrial para garantir produtos competitivos no mercado.

Atualmente, entre os mais de 650 itens ligados ao mundo infantil, a empresa se destaca com triciclos, rodados, playground, jogos e brinquedos, material escolar, esporte e lazer. E um diferencial da empresa que exige investimento, segundo o diretor de operações, é o licenciamento de produtos.

A Xalingo usa em seus produtos personagens da Disney, da Turma da Mônica e da Moranguinho, entre outros. A partir do próximo ano, a empresa conseguiu autorização da Globo Marcas para agregar o mascote da Copa do Mundo de 2014, o Fuleco, nos produtos voltados ao esporte e lazer.

— Isso nos favorece em relação ao consumidor, que se identifica com as marcas. E nos orgulhamos de fazer isso legalmente e com transparência — diz João Carlos Ebert.

Gestores punidos pelo TCE devem R$ 308,2 milhões

Gestores punidos pelo TCE devem R$ 308,2 milhões

Em parceria com o Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado está cobrando débitos na Justiça


Em valores atualizados, as dívidas dos gestores públicos condenados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por descumprimento da legislação ou por dano ao erário chegam a R$ 308,2 milhões.

A cifra é formanda por multas e débitos aplicados pela Corte nos últimos 18 anos a prefeitos, secretários e dirigentes de órgãos públicos, entre outros.

Os municípios são credores da maior parte, R$ 301,8 milhões. Já o governo estadual acumula R$ 6,4 milhões em ressarcimentos pendentes. Os dados, atualizados pelo TCE na semana passada, referem-se a 11.130 Certidões de Decisão de Título Executivo emitidas entre 1995 e 2012.

O documento é gerado a cada vez que a Corte impõe multa ou débito a um gestor público. Se o condenado não faz o pagamento imediato, abre-se um processo de cobrança, adotado somente em quatro Estados e denominado de Acompanhamento do Cumprimento das Decisões (ACD). O sistema foi criado para impedir a sensação de impunidade causada por sanções que caem no esquecimento.

Dez anos após a instituição do ACD no RS, os números indicam que o sistema está ampliando a taxa de pagamentos. Em 2002, 10% dos gestores punidos faziam o recolhimento dos valores determinados pelo TCE. Hoje, o número aumentou para 12,4%.

De acordo com as estatísticas da Corte, outros 7,3% aceitaram quitar os valores por meio de parcelamentos. Mas para 67,8% dos punidos a saída tem sido via Judiciário. Uma parceria da Corte com o Ministério Público Estadual permite a execução judicial dos gestores que ignoraram as sanções.

A tramitação dos processos costuma ser demorada, mas a Justiça, nesses casos, pode determinar o sequestro de bens e de contas bancárias para o pagamento das dívidas.

— Isso significa que há movimentação para recolhermos aos cofres públicos de 87,5% das multas e débitos aplicados. É bem superior ao índice de 10% de pagamentos que tínhamos antes da criação do ACD — afirma Valtuir Pereira Nunes, diretor-geral do TCE.

O restante de gestores condenados (12,5%) passam por um período de negociação amigável, explica Valtuir. É o estágio em que o punido é aconselhado a quitar a dívida ou negociar seu parcelamento. Caso não haja acordo, vem a ação judicial movida pelo MP.

Coca-Cola cria garrafas especiais para cidades-sede da Copa

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O muro...

O muro...

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
  1. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
  2. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele: Ei, desce do muro agora... Vem pra cá! Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada.

Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles.

Por que você e seu grupo não me chamam?

Grande foi à surpresa do jovem quando Satanás respondeu: porque o muro é MEU.

Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono.

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