quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Site apresenta panorama da educação no Brasil

Site apresenta panorama da educação no Brasil e dados detalhados sobre todas as escolas do país

Portal QEdu, lançado nesta terça-feira (6), apresenta resultados da Prova Brasil e do Censo Escolar com recursos interativos e interface intuitiva

 
Nesta terça-feira (6), a Fundação Lemann e a startup Meritt Informação Educacional lançam o portal QEdu, uma plataforma de informações sobre a Educação Básica no Brasil. O portal permite que qualquer pessoa, especialista ou não, encontre dados sobre a qualidade da educação de forma clara e interativa, possibilitando conhecer a fundo o desempenho de nossos estudantes e os fatores a ele relacionados.

Tendo como fontes a Prova Brasil e o Censo Escolar, o QEdu reúne informações detalhadas sobre cada escola, cidade e estado do país, permitindo desde comparações simples até análises mais aprofundadas. Outro diferencial do portal é a disponibilização de um grande banco de dados sobre o perfil dos estudantes, diretores e professores, e um detalhamento sobre as condições de infraestrutura e matrícula nas escolas.
 
"Um dos maiores desafios foi organizar essa imensa base de dados, transformando diversos números e conceitos em informações relevantes para diferentes públicos", diz Ricardo Fritsche, co-fundador da Meritt e um dos idealizadores do portal. Alexandre Oliveira, também co-fundador da startup, complementa: "Criamos uma ferramenta bastante interativa, que permite uma compreensão intuitiva e muito mais clara dos dados apresentados".
 
O QEdu é uma plataforma gratuita e aberta, com foco em públicos como gestores educacionais, jornalistas e interessados em educação. Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, ressalta a importância da plataforma no debate sobre educação brasileira. "Ainda que o Brasil tenha muitos dados educacionais disponíveis, eles não são amplamente divulgados ou efetivamente utilizados pelos gestores. O objetivo do QEdu é mudar esse cenário e, com isso, ajudar a melhorar o desempenho dos alunos".

Como a Starbucks escapou da falência e se tornou uma das marcas mais amadas do mundo

Os segredos de Howard Schultz para a retomada de sucesso da Starbucks

Entenda como o executivo, após oito anos aposentado da direção da companhia, voltou a ser CEO e conseguiu reerguê-la de sua maior crise

Por Fabio Bandeira de Mello, www.administradores.com
O que você prefere: simplesmente tomar um café ou ter uma experiência diferenciada ao tomá-lo? Foi esta segunda opção que a Starbucks escolheu como core competence, ou seja, sua competência central, e que tem lhe garantido atender 60 milhões de clientes por semana. Só para se ter uma ideia, hoje, a empresa tem uma receita anual de US$ 10 bilhões, 18 mil lojas em 54 países e possui 200 mil funcionários (que prefere chamar de "parceiros").
 
Os números, que impressionam, sofreram um baque em 2007. Nesse ano, a Starbucks viveu sua maior crise: suas vendas e ações caíram e foram desfeitas mais de 600 lojas. Isso fez com que a empresa recorresse ao aposentado Howard Schultz em caráter de urgência, após oito anos afastado.
 
Como CEO e chairman da companhia, o objetivo de Schultz não poderia ser outro: promover a retomada dos lucros. E com pouco tempo e muitas ideias inovadoras, os resultados de seus esforços, aliados a uma equipe verdadeiramente determinada, conforme ele relata, fizeram com que a Starbucks superasse esse momento e retomasse o crescimento.
 
O renomado executivo falou na ExpoManagement, realizada em São Paulo, sobre como conseguiu reverter o cenário vivido pela empresa e como ela conseguiu, desde os meados dos anos 1970, alcançar esse patamar tão admirado pelos consumidores.
 
Foto: HSM/Divulgação
Howard Schultz em palestra virtual na Expomanagement

Inovação e ideias

Uma das formas encontradas pela Starbucks foi superar o momento ampliando o relacionamento e a ligação emocional que a Starbucks tinha com seus consumidores e funcionários. "A idéia não era investir tanto em marketing, mas sim investir na confiança com o cliente e com o funcionário, tendo um relacionamento com nível emocional capaz de criar essa conexão singular", indica o executivo
Uma das ideias, em vigor hoje, foi a criação do "My Starbucks Idea" - um projeto que pede a ajuda das pessoas para definir o futuro da empresa. Através de um site, as pessoas podem sugerir ideias e discutir com outros consumidores as melhores propostas.
 
"As redes sociais não são o canal para vender de imediato, mas sim criar um canal de confiança e que gere engajamento. Criamos esse canal "My Sarbucks Ideia" para ter, inclusive, um feedback dos nossos funcionários", disse.
 
Na China, vendo o relacionamento mais próximo entre pais e filhos, a Starbucks criou uma reunião anual com os pais dos funcionários. "Sabíamos que se deixássemos os pais dos colaboradores mais envolvidos sobre o trabalho de seus filhos conseguiríamos profissionais mais engajados", falou o empresário.

Os detalhes que fazem a diferença

Amor e humanidade. Essas são duas palavras que Howard Schultz considera como fundamental para o sucesso da Starbucks e para as empresas que querem obter sucesso. "Você tem que ter amor naquilo que faz, quase tanto quanto você ama sua família. E o sucesso é melhor quando você sabe dividir com os colaboradores da empresa. É servir aos outros melhor do que a você mesmo", indica.
 
Nesse quesito, o executivo destaca que o objetivo de uma empresa supera a questão do dinheiro. "A nossa responsabilidade vai muito além de ganhar dinheiro e ter lucro, devemos ter um nível de responsabilidade social. Não podemos criar valor para os acionistas se não criarmos o mesmo valor para nossos funcionários e para as comunidades que estão a nossa volta. Reconhecer que nosso propósito é sim ter lucros, mas que queremos administrar a empresa com o olhar da humanidade", afirma.
 
Para alcançar isso, Schultz ressalta que inovação, dedicação e trabalho são extremamente fundamentais. "O sucesso não cai do céu, ele precisa ser alcançado. A inovação não é um acessório. A empresa precisa manter em seu DNA isso, e sempre se reinventar com ousadia", conclui.

Reeleito, Obama diz que volta à Casa Branca mais determinado e inspirado

Reeleito, Obama diz que volta à Casa Branca mais determinado e inspirado

'O melhor está por vir', disse presidente em discurso em Chicago.
Democrata bateu Romney no colégio eleitoral e terá mais 4 anos no poder.


O presidente dos EUA, Barack Obama, reeleito após vencer o republicano Mitt Romney na eleição da véspera, disse nesta quarta-feira (7) que, para os Estados Unidos, "o melhor ainda está por vir" e que ele volta à Casa Branca "mais determinado e inspirado" para o segundo mandato.

Obama, que ganhou mais quatro anos para continuar implantando seu programa de mudanças, teve dificuldades para iniciar seu discurso. A plateia gritava para o presidente: "Mais quatro anos! Mais quatro anos".

Obama disse que parabenizou o candidato republicano, Mitt Romney, e seu candidato a vice, Paul Ryan, pela campanha.

O democrata, falando a uma multidão, fez uma declaração de amor à primeira-dama, Michelle, e às filhas, Sasha e Malia, citou o "primeiro cachorro", Bo, e também agradeceu a sua equipe de campanha.
Obama afirmou que nunca teve tantas esperanças sobre o futuro do país.

"Apesar de todas as nossas diferenças, muitos compartilham esperanças para o futuro dos Estados Unidos", disse.

O presidente celebrou o processo democrático no país e disse que quer "trabalhar com líderes dos dois partidos", pois há muito trabalho a fazer.

Ele citou a necessidade de reduzir o déficit, reformar o código tributário, aprovar a reforma da imigração e diminuir a dependência do país do petróleo estrangeiro.

O presidente reeleito também disse que quer conversar com o derrotado Romney. "Podemos trabalhar juntos para levar o país adiante", disse.

O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, discursa nesta quarta-feira (7) em Chicago (Foto: AP)
O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, discursa nesta quarta-feira (7) em Chicago (Foto: AP)

Presidente do Facebook na América Latina revela os segredos de sucesso da rede social

Presidente do Facebook na América Latina revela os segredos de sucesso da rede social

Alexandre Hohagen, em palestra na ExpoManagement, mostra o que fez a rede conquistar um bilhão de usuários no mundo

Por Fabio Bandeira de Mello, www.administradores.com
 
Faça um teste: pergunte a 10 pessoas próximas a você se elas possuem uma conta no Facebook. Não será um espanto se todas estiverem conectadas. A rede social criada por Mark Zukemberg possui um número que realmente impressiona: no mundo, mais de 1 bilhão de usuários; no Brasil, já são 58 milhões (segunda maior população da rede).

Para Alexandre Hohagen, presidente do Facebook na América Latina, todo esse sucesso tem a ver com a própria evolução da comunicação e das tecnologias, que permitiu um avanço significativo na forma de as pessoas se relacionarem.

"O mundo está mudando. Se antes as inovações demoravam séculos, hoje é algo bem mais rápido [...]. O video-game Wii tem, por exemplo, mais capacidade de armazenamento do que tinha a nave Apolo 13", afirma Alexandre.

Foto: divulgação/HSM

O executivo destaca que até a velocidade de comunicação e das tecnologias mudou. "Na comunicação, ninguém mais aceita não saber alguma coisa. Todo mundo, principalmente as novas gerações, querem a informação na hora. Na tecnologia, o vídeo-cassete, se a gente lembrar, foi produzido em meados da década de 1970 e, em 1980, ele se destacou. No entanto, na década de 1990 fizeram o DVD e ele sumiu. Indiscutivelmente, o ciclo de disfunção de um produto está cada vez mais rápido", indica.

Mudança na internet

Alexandre destaca que a internet está sendo recriada em volta das pessoas e uma das formas bastante perceptíveis é a identidade real das pessoas na rede.

"Se antes as pessoas eram números, como acontecia no Mirc, ou inventavam nomes, como nos chats de bate papo, hoje as pessoas são elas mesmas. Isso causa uma proximidade entre quem está se relacionando", indica o executivo.

Para Alexandre, estamos vivendo a era da sabedoria do amigo, na qual damos muito valor ao que nossa rede de relacionamento está pensando. "Prestamos muito mais atenção no que nossos amigos estão falando nas redes sociais", afirma.

Isso, segundo o executivo, abre um desafio para marcas e organizações falarem com o seu público nesses espaços. Em vez de vender um produto, é preciso criar um relacionamento e uma história com os leitores. "As empresas têm que saber como comunicar com o seu público, fazer histórias que envolvam", afirma.

Carteira de trabalho informatizada chega a todo o Brasil e garante maior segurança ao trabalhador

Carteira de trabalho informatizada chega a todo o Brasil e garante maior segurança ao trabalhador

O maior benefício do documento está na segurança.


O Ministério do Trabalho e Emprego já implantou em todo o país o processo de informatização da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), que começoua ser emitida em São Paulo, atingindo assim todo o território nacional. De janeiro ajunho deste ano, as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs), que substituíram as antigas delegacias regionais, emitiram mais de 1,9 milhão de carteiras profissionais informatizadas. Segundo dados da Coordenação de Identificação e Registro Profissional do ministério, o volume é equivalente a46,32% do total de CTPS, incluídas as manuais, expedidas no período.

Desde setembro, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/SP) vem se preparando para oferecer a nova versão do documento. A expedição das carteiras começou por Bauru e, até o fim de 2012, chegará aos municípios deAndradina, Araraquara, Ribeirão Preto, Araçatuba e Presidente Prudente.

Segurança ficou maior

O maior benefício do documento está na segurança. A nova carteira é mais seguracontra rasuras e fraudes no Seguro-Desemprego, Fundo de Garantia do Tempo do Serviço (FGTS) e benefícios previdenciários. O documento tem capa azul em material sintético mais resistente que o usado no modelo anterior, é confeccionado em papel de segurança e traz plástico auto-adesivo inviolável, que protege as informações relacionadas à identificação profissional e à qualificação civil do indivíduo - os dados mais visados por falsificadores.

Todas as informações pessoais do trabalhador e sua fotografia são impressas nacarteira no momento da emissão. Na carteira manual, as informações eram preenchidas à mão. "Com a nova carteira, iremos inibir as fraudes e isso será um ganho para o trabalhador. O Estado também sai ganhando com a redução dos custos", explica Francisco Gomes dos Santos, coordenador de Identificação e Registro Profissional do MTE.

Além da segurança, a informatização facilita a identificação dos trabalhadores por meio de uma base única de dados. Em caso de extravio do documento, o trabalhador poderá pedir uma nova via em qualquer posto do MTE e em qualquer unidade da federação.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Americano de 15 anos lança empresa de doces saudáveis e tem Gisele Bundchen como garota propaganda


Americano de 15 anos lança empresa de doces saudáveis e tem Gisele Bundchen como garota propaganda

O jovem empresário garante que seus doces e caramelos são feitos sem conservantes e têm 40% menos açúcar que os tradicionais


O norte-americano Nicky Bronner, de 15 anos, voltou para casa numa noite de Halloween cheio de doces que havia conseguido na vizinhança. O pai, no entanto, confiscou as guloseimas, alegando que não eram boas para a saúde do filho. Nicky, inconformado com a atitude do pai, foi procurar na internet informações que o amparassem em uma contraposição. Mas não encontrou nada muito animador. "Pela primeira vez, vi que meu pai estava certo", disse o garoto em uma entrevista a uma rede de TV dos EUA. Mesmo assim, ele não se contentou. Foi então que resolveu encontrar uma forma de produzir doces saudáveis.

Depois de algumas pesquisas e fazer alguns contatos, Nicky acabou chegando ao chef australiano Adam Melonas, que já tinha experiência com produtos saudáveis e foi indicado pelo renomado cientista britânico Peter Barham, especialista em gastronomia molecular. Filho de pai milionário, o adolescente conseguiu fácil sociedade com o chef, mesmo o negócio não existindo ainda. O fato é que a ideia acabou dando certo, e agora a Unreal Candy tem a simpatia de artistas famosos e quer bater de frente com gigantes do setor, como a M&Ms.

O jovem empresário garante que seus doces e caramelos são feitos sem conservantes e têm 40% menos açúcar que os tradicionais, mensagem que nomes como Gisele Bündchen, Tom Brad, Matt Damon e John Legend se encarregaram de multiplicar.

Veja abaixo o vídeo que tem a participação de Gisele Bundchen:

 

MEC gasta R$ 90,4 milhões com abstenção no Enem e prepara reação

MEC gasta R$ 90,4 milhões com abstenção no Enem e prepara reação


SÃO PAULO - O Ministério da Educação (MEC) vai fazer um estudo para tentar reduzir o número de candidatos que se inscrevem e faltam no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A taxa de abstenção neste ano foi de 27,9%, índice similar ao das duas últimas edições. Em um vestibular, essa taxa não costuma passar de 9%. O custo com os faltosos neste exame foi de R$ 90,4 milhões.

O estudo foi um pedido pessoal do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao professor Luiz Cláudio Costa, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão que organiza o Enem. A análise deve ficar pronta em 20 dias. "O ministro atentou para esse problema e já estamos produzindo o estudo. Tenho convicção de que é possível construir uma política para reduzir esses índices", disse Costa.

O órgão quer entender exatamente o perfil dos faltosos, cujo número chegou a 1,6 milhão no exame do fim de semana passado. O Inep quer identificar se existe variação da abstenção por região e idade e também se há predominância dos candidatos isentos ou treineiros. Neste ano, 70% dos 5,7 milhões de inscritos não pagaram a taxa de inscrição. São alunos de escola pública ou que pediram isenção por carência.

O custo por aluno neste Enem foi de R$ 55,98, um aumento de R$ 8 em relação ao ano passado. Esse gasto tem sido crescente a cada ano e a taxa de abstenção se mantém estável. Em 2011, a média de faltas foi de 26,4% e, em 2010, de 28%.

Apesar dos altos índices registrados nos anos anteriores, o Inep nunca fez um estudo para entender os motivos da abstenção. "Vamos fazer agora o recorte, levando em conta os dados deste ano e dos anteriores, para mostrar ao ministro o que aconteceu em cada edição", disse o presidente do Inep.

Inscrição. A impressão que corre no MEC é que a alta taxa não é culpa apenas dos que não pagam. Haveria também um porcentual representativo de faltosos entre aqueles que pagam o valor da inscrição. Mesmo quem paga a taxa, de R$ 35, é beneficiado com subsídio do governo - a taxa real seria de R$ 45.

O MEC arrecadou R$ 66 milhões com as taxas de inscrição neste ano. Com isso, o gasto do governo com a organização desta edição foi de R$ 262 milhões. O valor refere-se às questões de logística, segurança, impressão, aplicação e correção da prova. Apesar de não terem a prova corrigida, o custo por aluno dos ausentes não tem alteração, segundo o ministério.

De acordo com especialistas, o modelo híbrido da prova também pode favorecer o número de faltas. O Enem nasceu em 1998 como ferramenta nacional de avaliação do ensino médio. A partir de 2009, foi reformulado e se tornou o maior vestibular do País - já adotado pela maioria das universidade federais. Além disso, a nota é usada como critério para a concessão de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) e financiamento estudantil. Ainda é usado para certificação do ensino médio para jovens e adultos.

Para o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Cipriano Luckesi, ainda existe muita confusão em torno do exame. "A população em geral ainda não assimilou com clareza a verdadeira função do Enem", diz o professor, que é especialista em avaliação. "Acho que o MEC precisa se esforçar para esclarecer que o Enem é recurso de seleção. Mas ainda é importante que ele continue sendo uma ferramenta para avaliar o ensino médio."

Mercadante já disse neste ano que o MEC estuda tornar o Enem obrigatório para os concluintes do ensino médio. A medida significaria a substituição da Prova Brasil pelo exame. Hoje, a Prova avalia os concluintes dessa fase por amostragem.

Para alcançar todos os concluintes, haveria aumento de 300 mil estudantes no Enem. A medida exigiria um custo adicional de R$ 17 milhões no exame.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...