segunda-feira, 4 de junho de 2012

Frases assassinas: como destruir ideias e frustrar pessoas

Frases assassinas: como destruir ideias e frustrar pessoas

"Não vai dar certo" é sem dúvida a frase mais célebre, mas um sonoro "Você está louco?", se não é a pergunta mais frequente, está entre as mais destruidoras

Por Gisela Kassoy, www.administradores.com.br
Qualquer pessoa que já tentou inovar deve ter ouvido alguma frase assassina, daquelas que destroem uma ideia ou opinião. "Não vai dar certo" é sem dúvida a mais célebre, mas um sonoro "Você está louco?", se não é a pergunta mais frequente, está entre as mais destruidoras.

Porque as pessoas tendem a rejeitar coisas novas? Segundo os neurocientistas, todos os seres humanos possuem o chamado "cérebro reptiliano". Igualzinho aos répteis e demais seres irracionais, diante do desconhecido, ataca ou foge.

Raramente alguém ataca ou foge de uma ideia tal qual os animais, mas aquele risinho complacente não seria uma forma de ataque? E quando alguém diz algo do tipo "Aqui essas coisas não funcionam", ou aponta rapidamente os riscos da ideia, como se eles não pudessem ser contornados, não está atacando?

Há também formas humanas e razoavelmente elaboradas de fugir de uma inovação: vai desde um "Depois a gente conversa" até um "Vamos focar nas prioridades". Quem nunca ouviu algo assim?

Meio vazio ou meio cheio? (Imagem: Thinkstock)


Ainda bem que o cérebro humano não é apenas reptiliano. Além do mais, evoluímos: não há mais lugar para o destrutivismo pessimista. "Não vai dar certo", sem boas justificativas, hoje em dia pega mal. Também não é mais aceitável culpar outras pessoas ou situações, com frases como "A chefia não vai aceitar" ou "O mercado não está preparado". Afinal, somos responsáveis pela disseminação e implementação de nossas ideias, independentemente das circunstâncias.

"Fica difícil", ou "É complicado" nem pensar: a má vontade fica estampada

Infelizmente, há versões mais sutis e sofisticadas de se podar novas ideias, como o terrível "Esta é a única alternativa". Ora, se só há uma alternativa é por que as outras ainda não foram criadas, o que não significa que elas não possam vir a existir. "Das duas uma" ainda é melhorzinho, mas não seria melhor abrir a mente para mais de duas possibilidades?

"Estou certo ou estou errado?" também é uma expressão que inibe o raciocínio: a maioria dos fatos é complexa demais para alguém estar totalmente certo ou errado.

"Você não entendeu" é cruel: pode significar que quem emitiu esta frase considera que está tão certo que a pessoa, ao entendê-lo, só poderá concordar.

Finalmente, há a pior de todas, talvez a mais traiçoeira: é a tal da "É igual a..." e suas variantes do tipo "Já foi tentado". Ora, o que foi tentado – e não funcionou antes – justamente por causa disso pode funcionar depois! Além do mais, identificar uma ideia com outra anterior pode impedir a pessoa de ver a sutil diferença que fará toda a diferença.

Fique atento às frases assassinas. Perceba e corrija sua tendência a fugir ou atacar. Ela é normal, mas pode ser evitada. E não se deixe levar pela fuga ou ataque de outros. Suas ideias merecem consideração.

domingo, 3 de junho de 2012

FRASE DO FAUSTÃO

"VOCÊ QUE ESTÁ ESTUDANDO PARA AS PROVAS DA METADE DO ANO E ESTÁ PREJUDICANDO SUA EFICIÊNCIA NO FACEBOOK." Fauto Silva

Concurso da Corsan mobiliza mais de 60 mil candidatos neste domingo

Concurso da Corsan mobiliza mais de 60 mil candidatos neste domingo


Gabarito das provas será divulgado hoje a partir das 21h

Concurso da Corsan mobiliza mais de 60 mil candidatos neste domingo Mauro Vieira/Agencia RBS
Na Capital, candidatos realizaram a prova na Escola Parobé Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS

Mais de 65 mil candidatos disputaram neste domingo 248 vagas da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). As provas foram aplicadas em dois turnos simultaneamente em Porto Alegre, Bento Gonçalves, Passo Fundo, Santo Ângelo, Alegrete, Santa Maria e Rio Grande. O gabarito das provas será divulgado neste domingo, a partir das 21h, nos sites da Corsan e da MS Concursos, organizadora da seleção.

Em Porto Alegre, os candidatos realizaram a prova na Escola Parobé. Os concorrentes ao cargo de agente de serviços operacionais realizaram exames pela manhã, das 8h às 12h. À tarde, das 14h às 18h, ocorreram os testes destinados aos postos de enfermeiro do trabalho, geólogo, agente administrativo, agente em tratamento de água e esgoto, técnico eletromecânico, técnico em edificações, técnico em hidrologia e técnico de segurança do trabalho.

O concurso selecionou profissionais de nível fundamental, médio e superior, com salários que variam de R$ 1.336,14 a R$ 5.287.

Minha Opinião: Eu quero destacar dois aspectos, o primeiro em relação ao objetivo da busca pela estabilidade. Os cargos públicos são sinônimo de estabilidade, o salário também é importante, já que a grande maioria das pessoas não tem oportunidades em empresas privadas para alcançar um salário de tal nível. O segundo aspecto é uma comparação com o concurso do magistério, na época foi destacado os 70 mil candidatos, mas eram oferecidas 7 mil vagas (que não foram preenchidas por falta de capacidade dos concurseiros). Isso demonstra como a profissão de professor está cada vez mais depreciada, não sendo valorizada financeiramente e refletindo na procura por outras vagas, salários melhores, menos compromisso e comprometimento. Vamos começar a campanha SALVE OS PROFESSORES. Abrço Ricardo Chaves.

Facebook gasta mais de US$ 300 mil em recompensa para hackers

Facebook gasta mais de US$ 300 mil em recompensa para hackers

Programa paga cerca de mil dólares para cada erro reportado à segurança do Facebook

Adeline Daniele, de
Página no Facebook
Mais de 130 pessoas em 27 países diferentes já receberam dinheiro por sua contribuição

São Paulo - O Facebook já mobilizou 131 hackers em seu programa de recompensas para quem encontra bugs no site.

De acordo com o chefe da equipe responsável pela segurança da rede social, Ryan McGeehan, no site da Forbes, a empresa já pagou mais de US$300 mil para que hackers encontrem e ajudem a consertar erros na página do serviço.

Lançado em julho do ano passado, o programa paga aproximadamente US$1 mil para cada erro reportado à equipe de segurança do Facebook. Ryan McGeehan afirma que o programa já recompensou 131 especialistas em 27 países desde então.

McGeehan ainda conta que um dos hackers do programa foi chamado para estagiar na empresa. “Nós fizemos diversas melhorias no site baseadas em informações fornecidas pelo programa de recompensas por bugs, enquanto, no geral, fomos eficientes quanto ao custo e justos com os especialistas”, afirma o chefe de segurança.

Apesar de ter gastado mais de US$300 mil no programa, o Facebook ainda está atrás do Google, que pagou US$410 mil em seu primeiro ano de recompensas e já gastou mais de US$3 mil por cada bug encontrado no site.

Euforia do investidor com o Brasil acabou, diz Meirelles

Euforia do investidor com o Brasil acabou, diz Meirelles

Ex-presidente do Banco Central diz que investidor estrangeiro se preocupa com imposições do governo às empresas privadas

 
Henrique Meirelles da J%26F
"Não é minha intenção disputar cargo eletivo este ano", disse Meirelles, sobre a candidatura de José Serra

São Paulo - A euforia com o Brasil acabou e o investidor estrangeiro começa a mostrar sinais de preocupação com a frequência com que o governo tenta impor suas vontades às empresas privadas. Esses são alguns dos raros comentários que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles se permitiu fazer sobre o governo da presidente Dilma Rousseff, desde que saiu de Brasília. "Prefiro acreditar que (as intervenções) são reações à crise e que a tendência é voltar à normalidade", diz ele.

De volta ao setor privado, Meirelles hoje é presidente do Conselho de Administração do grupo J&F, dono do frigorífico JBS, chairman do banco de investimentos franco-americano Lazard e membro do conselho da empresa aérea Azul. Nesta entrevista, além de falar sobre economia, Meirelles contou sobre sua nova rotina e disse que seu próximo passo pode ser virar empresário.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Os comentários de que o investidor estrangeiro começa a manifestar um mal-estar com as intervenções do governo no setor privado estão aumentando. O sr. já ouviu algo assim?
O nível de preocupação geral do investidor estrangeiro aumentou muito. A situação da economia mudou bastante e os investidores estão muito mais cautelosos no mundo todo. Não há dúvida de que aquela euforia com o Brasil e mesmo com outros países não existe mais hoje. O que, de certa maneira, acho saudável.

Mas o sr. tem percebido nos investidores apreensão com a interferência do governo na vida das empresas ou não?
Existe, sim, essa preocupação. Me perguntam de fato muito sobre isso nas minhas palestras para investidores internacionais. Procuro chamar a atenção desses investidores para as questões institucionais básicas do Brasil. O País tem a mesma estrutura institucional, pratica uma economia de mercado, existem garantias de contrato. Pode haver questões pontuais e aí a história vai dizer até que ponto são reações conjunturais à crise ou uma tendência no futuro. Prefiro acreditar que são reações à crise e que a tendência é voltar à normalidade.

O PIB do primeiro trimestre cresceu só 0,2%. Por que o Brasil está crescendo tão pouco?
Estamos vivendo uma situação de retração econômica global importante. E não há dúvida de que isso impactou a economia brasileira. O governo está adotando uma série de medidas contracíclicas e vamos aguardar os desdobramentos para ver a reação da economia nos próximos meses. Estamos crescendo bem abaixo do potencial. Há espaço para aumentar o crescimento sem pressões que gerem desequilíbrio.

Alguns analistas entendem que no governo Dilma o Banco Central perdeu autonomia. O sr. Concorda?
Eu tenho uma decisão autoimposta de, durante pelo menos dois anos depois de sair do Banco Central, não fazer comentários sobre meus sucessores. A relação do governo com os bancos está quente por causa dos juros. Eles foram criticados pela presidente Dilma e pressionados pelo ministro Guido Mantega. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Greve de professores já atinge 48 instituições de ensino superior

Greve de professores já atinge 48 instituições de ensino superior


A greve dos professores das instituições federais de ensino já atinge 46 universidades e dois institutos de ensino tecnológico, segundo levantamento do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

A principal reivindicação dos grevistas é a revisão do plano de carreiras. O sindicato defende que o atual modelo não permite uma evolução satisfatória do professor ao longo da profissão. A greve já dura mais de 15 dias.

No ano passado, o governo fechou um acordo com a categoria. Ele previa a revisão do plano de carreiras para 2013, além de um aumento de 4%, a partir de março, e a incorporação de gratificações. Os dois últimos pontos já foram concedidos, mas o novo plano continua pendente.

Na última semana, o comando de greve tinha uma reunião de negociação marcada no Ministério do Planejamento, mas o encontro foi adiado pelo próprio governo. O sindicato diz que não recebeu nenhuma justificativa para o cancelamento da reunião. O ministério informou, por meio da Assessoria de Imprensa, que o encontro foi apenas adiado por razões de 'agenda' e será remarcado.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fez um apelo para que os professores retomem suas atividades e justificou o atraso nas negociações por causa da morte, em janeiro, do secretário executivo do Ministério do Planejamento, Duvanier Costa, que era responsável pela negociação salarial de todo o serviço público federal.

Fechamento de lixão de Jardim Gramacho deve ser modelo para País

Fechamento de lixão de Jardim Gramacho deve ser modelo para País


RIO DE JANEIRO - A ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, quer que o fechamento do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, que recebia o lixo do Rio e da cidade vizinha, seja modelo para todo o País. Citando a meta do Estado do Rio de fechar todos os aterros no entorno da Baía de Guanabara até o fim do ano, a ministra disse que está lançado o 'desafio de o Estado do Rio de Janeiro ser o primeiro a cumprir a Política Nacional de Resíduos Sólidos'.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi instituída pela 12.305, de 2010. O objetivo da política é fechar todos os lixões do País até 2014. A ministra definiu o cumprimento do prazo para implantação da política como um 'desafio imenso'.

'O prazo é muito curto, mas é importante que os instrumentos para a concepção desse objetivo sejam consolidados', disse Izabella em entrevista coletiva durante a cerimônia de encerramento das atividades do aterro de Gramacho, considerado o maior da América Latina.

A ministra também lembrou que a responsabilidade de erradicação dos lixões é dos municípios. O governo federal tem atuado no financiamento de iniciativas locais de adequação à lei.'Os Planos Municipais de Resíduos Sólidos são necessários exatamente para a erradicação do lixões. Além disso, até o fim do ano implantaremos, em quatro cadeias, a estrutura de logística reversa', completou Izabella.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, ao fechar o aterro e construir o Centro de Tratamento de Resíduos de Seropédica, o Rio dá exemplo, com o município 'atuando de maneira global'. Não temos nada que vai apequenar a participação da cidade do Rio de Janeiro na Rio+20, como anfitriã', disse Izabella, lembrando que a partir do dia 5 a área do Riocentro estará entregue à ONU.

'A gente passou os últimos 30 e poucos anos cometendo um enorme crime ambiental, que é esse lixão às margens da Baía de Guanabara', disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, que comandou a cerimônia de fechamento do Aterro de Gramacho ao lado da ministra Izabella e do secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc. Segundo Paes, a Prefeitura investirá R$ 2 bilhões nos próximos 15 anos em tratamento de lixo.

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