sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Estudantes promovem "beijaço" por reformas no Chile

Mais de cem casais se reuniram na praça de armas de Santiago

Estudantes promovem beijaço por reformas no Chile
Crédito: Martin Bernetti / AFP / CP
Mais de cem casais de estudantes se beijaram longamente nesta quinta-feira em uma praça central de Santiago, num protesto pacífico para exigir do governo um sistema educacional igualitário e de qualidade em todo o Chile. Casais de universitários e secundários "protestavam" enquanto uma jovem incentivava o beijaço com palavras de ordem.

Os estudantes foram se animando aos poucos até que mais de uma centena de casais se beijavam simultaneamente. Algumas pessoas que passavam pelo local aplaudiam a iniciativa. "Quero que nos escutem, que aceitem o que pedimos para podermos voltar a estudar", disse Javiera, uma estudante de desenho.

O beijaço foi convocado via Twitter pela líder estudantil chilena Camila Vallejo como forma de manifestação pacífica em meio a queixas dos estudantes com relação à repressão das forças do governo.

Na semana passada, um adolescente foi morto pela polícia durante uma manifestação na periferia de Santiago. O sistema educacional chileno está paralisado há mais de três meses em meio a protestos de estudantes e professores pela melhora do ensino público no país.

Franquias: conheça as marcas que estão migrando para o interior do País

 
-- Carolina Dall'Olio, Estadão PME --
Até cidades com menos de 100 mil habitantes entram no plano de expansão das grandes redes de franquias


Divulgação
Divulgação
Giraffas: 98 das 359 lojas da rede estão no interior
 
Pequenas empresas localizadas em cidades do interior do País devem se preparar para competir com grandes marcas. Muitas redes de franquias, que antes colocavam apenas as capitais brasileiras em seu mapa de expansão, passaram a inaugurar unidades em regiões que chegam a ter menos de 100 mil habitantes.“Com esse movimento, as franquias criam oportunidades para quem tem interesse em abrir um negócio de renome nessas regiões, em especial para jovens com formação universitária e bons conhecimentos técnicos que não desejam sair de suas cidades”, analisa Ricardo Camargo, diretor da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

A inédita expansão das franquias para cidades menores ocorre por conta do desenvolvimento da economia e do aumento de renda da população. Há quatro anos, a rede Giraffas nem sequer cogitava colocar sua marca em um município com menos de 200 mil habitantes. Hoje, a empresa tem 98 das suas 359 lojas instaladas fora de capitais – e 21 estabelecimentos estão em cidades com até 200 mil habitantes.
A força da marca é um dos principais trunfos das franquias e foi por isso que a rede Ortodontic Center converteu para a bandeira da empresa clínicas odontológicas já existentes em cidades menores. Em Assis, cidade com 95 mil habitantes no interior de São Paulo, o dentista Genivaldo dos Santos abriu em junho uma franquia da rede. Hoje, ele cobra pela consulta metade do preço praticado pela concorrência. Resultado: conquistou mais clientes.
Veja opções de negócios no interior do País


::: Bob's (quiosque)
Investimento:
a partir de R$ 125 mil
Taxa de franquia: R$ 15 mil
Royalties: 5%
Fundo de marketing: 4%
Faturamento médio: R$ 40 mil
Lucratividade: 20% a 25% da venda bruta
::: Morana
Investimento:
a partir de R$ 250 mil
Taxa de franquia: R$ 30 mil
Faturamento estimado: R$ 60 mil
Lucratividade: 15% a 20%
Royalties: embutido no preço do produto
Fundo de propaganda: 3% sobre o faturamento
::: Salad Creations
Investimento:
a partir de R$ 300 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Faturamento estimado: R$ 55 mil
Lucratividade: 12% a 15%
Royalties: 7% sobre o faturamento bruto
Fundo de propaganda: 3%
::: Ortodontic Center
Investimento:
R$ 30 mil
Taxa de franquia: R$ 12,5 mil
Faturamento estimado: Para clínicas já existentes que fizerem a conversão, a promessa é dobrar o faturamento

Lucratividade:
35% do faturamento bruto
Royalties: R$ 500 mensais
Fundo de propaganda: incluso no valor dos royalties
::: Giraffas
Investimento:
a partir de R$ 720 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Faturamento estimado: R$ 140 mil
Lucratividade: 13% do faturamento
Royalties: 5% do faturamento bruto
Fundo de propaganda: 3% do faturamento bruto

Frase do dia

"A cada dia, a natreza produz o suficiente para suprir nossas carências. Se cada um tomasse a porção que lhe fosse necessária, não haveria pobreza, guerras, e no mundo todo ninguém mais morreria de inanição."
Gandhi

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Foto do dia - 1º McDonald's

FIA e CFA realizarão mapeamento sobre a profissão de Administrador no Brasil

Para a realização da pesquisa, o CFA disponibilizará, de 12 de setembro a 31 de outubro, em seu site questionários destinados a administradores, coordenadores e professores dos cursos de Administração, e a empregadores

Por Redação, www.administradores.com.br
 
Para avaliar aspectos como o perfil do Administrador, sua formação, atuação e oportunidades de evolução na carreira, a Fundação Instituto de Administração (FIA) e o Conselho Federal de Administração (CFA) firmaram parceria para a realização da 5ª versão da maior pesquisa já realizada no Brasil sobre o tema.

Para Fauze Najib Mattar, professor da FIA e coordenador da pesquisa, esta pesquisa é fundamental para identificar o atual momento dessa profissão no país. "A profissão de Administrador evoluiu muito. Os tempos em que os principais cargos administrativos nas empresas eram ocupados por economistas, engenheiros e até mesmo advogados está encerrado. Hoje a situação é totalmente diferente, principalmente depois que os Administradores tiveram a profissão regulamentada e as empresas, notadamente as grandes, começaram a perceber que o único caminho para o sucesso é colocar 'as pessoas certas nos lugares certos' ou seja, Administradores para administrar", argumenta.

As temáticas a serem analisadas estão distribuídas da seguinte forma:
  • Avaliação pelos próprios administradores (registrado ou não no CFA/ CRAs) – Como eles se veem;
  • Avaliação pelos Coordenadores e Professores dos cursos de Administração – Como enxergam os cursos e os profissionais de Administração formados;
  • Avaliação pelos Empregadores – Como veem o administrador.
Para a realização da pesquisa, o CFA disponibilizará, de 12 de setembro a 31 de outubro, em seu site (http://www.cfa.org.br/), questionários destinados a administradores, coordenadores e professores dos cursos de Administração, e a empregadores. "Esta ação pretende reunir o maior número de respondentes possível, que terão a liberdade de acessar o questionário conforme sua caracterização diante da pesquisa", acrescenta Fauze.

Ser sustentável ou não ser, eis a questão

Sustentabilidade. Está palavra esta na boca de empresas e consumidores de todo o mundo. Mas afinal, qual é a sua real importância na vida das pessoas?

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br
 
Nas últimas duas décadas, vimos desenrolar uma ampla mobilização entre os países pela busca de soluções que viessem melhorar a relação do ser humano com o meio ambiente. Houve, por exemplo, a reunião de Copenhague, em 2009, a Assembléia do Milênio com a participação dos membros das Nações Unidas, em 2000, a assinatura de protocolo de Kioto, em 1997, e a Eco 92, na cidade do Rio de Janeiro. Alguns desses encontros, inclusive, obtiveram resultados frustrantes, mas mobilizaram o mundo a pensar sobre como será o futuro ambiental do planeta.

No mundo corporativo, o tema também começou a fazer parte da agenda de muitas empresas. Diversas organizações começaram a pensar sobre a sustentabilidade e associar a sua imagem e marca com ações voltadas para a responsabilidade sócio-ambiental. Bancos, empresas automobilísticas, indústrias, estatais e companhia de diferentes portes e segmentos aderiram a essa prática. Como resultado, o tema tornou-se papo presente para empresas e consumidores, configurando-se num posicionamento de ética e transparência para quem a adota.

Mas, será que a responsabilidade ambiental utilizada pelas empresas agrega valor a imagem diante a sociedade? Isso torna o empreendimento mais competitivo no mercado?

sustentabilidade 1
iStockphoto 

Mudaram os paradigmas
Se antes o intuito era apenas transmitir a imagem de "politicamente correto", hoje, as questões de responsabilidade sócio/ambiental devem ser genuinamente verdadeiras. E os motivos são os mais variados: pensamento no futuro, consciência ambiental, expectativa de desenvolvimento econômico, busca na diminuição de gastos, exigência dos consumidores, entre muitos outros.

John Elkington – que estuda o movimento de sustentabilidade corporativa há mais de três décadas e é o criador do famoso conceito Triple Bottom Line, que inspirou empresas adotarem relatórios anuais sócio-ambientais - relata que essa mudança de paradigma já iniciou, mas deve ser intensificada. "Teremos nove bilhões de pessoas em 2050 e os recursos naturais não estão garantidos para esse período. É preciso agir agora para que as futuras gerações possam usufruir normalmente". Para isso, Elkington destaca que é preciso trabalhar em conjunto. "Empresas precisam montar planos de ação e trabalhar também com outras empresas, com o setor público e com a sociedade civil", destacou em sua palestra na última edição da Expomanagement, para mais de dois mil executivos brasileiros.

Porém, o aumento de valores de uma organização nessa nova era da sustentabilidade não depende apenas da estratégia e de sua performance, mas também de seu comportamento. Aliais, alguns dos diferenciais oferecidos por marcas que adotam essa postura englobam desde ações voltadas para o consumidor, passam pela valorização e capacitação dos colaboradores e chegam ao engajamento em ações de responsabilidade social.

Consumidores conscientes
A máxima do marketing sempre indicou que basta colocar produtos com uma boa qualidade e preços baixos para conquistar bons resultados em um negócio. Mas essa é uma realidade que está mudando e, em breve, não será suficiente. Hoje, nota-se que o consumidor tem adquirido uma nova postura na hora da escolha de onde e como comprar. Por isso, as empresas devem estar antenadas em oferecer melhores produtos e um atendimento eficiente.

De acordo com Philip Kotler, uma das maiores autoridades mundiais em marketing, cada vez mais os consumidores estão em busca de soluções para satisfazer seu anseio de transformar o mundo globalizado num mundo melhor. "As pessoas buscam empresas que atendam suas mais profundas necessidades sociais e ambientais em missão, visão e valores", revelou Kotler em recente palestra realizada no Brasil. De acordo com o pensador, "o marketing passou de ser apenas um processo de vendas e publicidade para ser um conjunto de processos em criar, comunicar, transmitir e entregar valor".

Esse conceito é facilmente percebido nas manifestações dos consumidores pelas redes sociais como Facebook e Twitter. Casos como as denúncias à marca Zara sobre a utilização de mão de obra escrava e as acusações da marca Arezzo na utilização de peles de animais em uma de suas coleções, criaram uma verdadeira reação de repúdio por parte dos internautas.

"A sociedade está cada vez mais consciente e atenta ao conceito de desenvolvimento sustentável e social. Aquele capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações e sem esgotar os recursos para o futuro. Acredito que as empresas que desenvolvem uma gestão realmente comprometida com esta visão tem vantagens competitivas que podem, muitas vezes, aumentar a rentabilidade do negócio", destaca Lúcia Hahn, diretora administrativa da Quintessência, empresa farmacêutica que desenvolve projetos de conscientização ambiental com seus funcionários.

sust 2
Guido Vrola / iStockphoto 

 Novos profissionais
Com esse novo pensamento adotado pelas empresas, o mercado de trabalho também tem se transformado em busca de funcionários mais conscientes. Segundo o último levantamento realizado pelo Conselho Brasileiro de Voluntariado Empresarial - entidade que reúne empresas como a Petrobras e Vale - 59,4% das companhias observam, durante o processo seletivo, se no currículo do candidato consta a experiência de serviço voluntário. Na pesquisa anterior, divulgada em 2007, esse percentual era de apenas 18%.
"Participar de atividades de cunho social é muito desejável, seja em programas de voluntariado ou outros tipos, mas que tenha impacto na comunidade e ajude as pessoas", destaca Rodrigo Pacca, gerente de recrutamento e seleção da Ambev, ao comentar sobre as atividades extracurriculares que podem influenciar na escolha de um candidato.

A opinião também é compartilhada pela Izabel Azevedo, gerente de recursos humanos da Nestlé Brasil. "Na Nestlé, tão importante quanto atingir os resultados é a forma como eles são alcançados. Valorizamos o trabalho em equipe, a iniciativa e a integridade dos colaboradores. É um diferencial a preocupação com a sustentabilidade e a responsabilidade social", revela Izabel.

Dentro do mundo empresarial, é inquestionável relatar que algumas ações e estratégias possuem mais resultados do que outras. Porém, "ser sustentável" está, aos poucos, quebrando a barreira de ser apenas uma estratégia, para estar presente na cultura e modelo de gestão das empresas. O resultado dessa transformação, com certeza, será comemorado pelas futuras gerações.

Tire dúvidas sobre novidades no seguro-desemprego

Governo quer aplicação mais rigorosa de lei que prevê perda do benefício.
Quem recusa vaga de emprego sem justificativa tem pagamento cancelado.

Roseane Aguirra e Marta Cavallini Do G1, em São Paulo
 
O governo pretende aplicar com mais rigor a lei que diz que o trabalhador desempregado que rejeitar uma vaga vai perder o seguro-desemprego se não justificar a recusa. Para isso, criou um sistema que integra dados do Sistema Nacional de Emprego (Sine), das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs), Caixa Econômica Federal e entidades de qualificação profissional que já vigora em 23 estados e no DF e deve englobar todo o país até 2012, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

O G1 ouviu Rodolfo Torelly, diretor do Departamento de Emprego e Salário do ministério e os advogados trabalhistas José Carlos Callegari e Andreia Tassiane Antonacci, e elaborou uma lista com dez perguntas e respostas sobre o assunto. Veja abaixo.

VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE SEGURO-DESEMPREGO

1) Como era o seguro-desemprego?
O seguro é regido pela lei 7.998, de 1990, que diz, no artigo 8º, que o seguro-desemprego será cancelado, entre outros casos, "pela recusa, por parte do trabalhador desempregado, de outro emprego condizente com sua qualificação e remuneração anterior". Segundo o Ministério do Trabalho, a aplicação da lei era baixa porque faltava um cadastro de emprego nacional online integrado.

2) O que muda, na prática?
Agora o ministério prevê que o trabalhador tenha mais chances de receber uma ou mais ofertas de trabalho logo que dê entrada no pedido do seguro, com a implantação do "Mais emprego", um sistema informatizado que integra dados do Sistema Nacional de Emprego (Sine), das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs), Caixa Econômica Federal e entidades de qualificação profissional. Se a vaga oferecida for condizente com a qualificação e o salário anterior do trabalhador e ele rejeitá-la sem justificativa, perderá o direito ao seguro.

3) Onde esse sistema de vagas está funcionando?

Segundo o ministério, nos estados do Acre, Alagoas. Amapá. Amazonas,  Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal. A previsão é de que esteja funcionando em todo o país até meados de 2012, diz o diretor Rodolfo Torelly.

4) Como e quando o trabalhador será avisado de uma vaga?

O objetivo do novo sistema, segundo o Ministério do Trabalho, é que o trabalhador receba uma ou mais ofertas ao comparecer a um posto de atendimento para pedir o seguro-benefício.

5) Que critérios o ministério usa para encontrar a vaga? A cidade é considerada?

Segundo a lei, deve ser oferecida vaga condizente com a qualificação e remuneração anterior do trabalhador. "Tem que ser uma vaga que faça parte da mesma Classificação Brasileira de Ocupações [da vaga que o trabalhador tinha antes]”, diz o diretor do ministério, Rodolfo Torelly. Ele afirma que também é levada em conta a região onde o candidato mora.

6) Em que casos o trabalhador poderá recusar a vaga?

De acordo com o site do ministério, a recusa pode acontecer se a vaga não for condizente com a qualificação e o salário anterior ou caso o trabalhador esteja em um curso de qualificação profissional ou por motivo de doença.

7) Quem recusar a vaga e não concordar com o cancelamento do benefício poderá recorrer na Justiça?

Advogados ouvidos pelo G1 dizem que sim. "Verificando o trabalhador que a vaga oferecida não condiz com, no mínimo, as circunstâncias às quais estava submetido no momento de sua rescisão, poderá recusá-la", afirma Andreia Tassiane Antonacci. "Se [ainda assim] o MTE se negar a conceder o benefício, ele poderá buscar os seus direitos na Justiça."
"Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer nada senão em virtude de lei", diz José Carlos Callegari. "Mesmo as condições estabelecidas de qualificação e remuneração anterior são muito relativos e podem dar margem a múltiplas interpretações."

8) O que acontece se não houver uma vaga disponível no momento em que o trabalhador pede o seguro-desemprego?

O Ministério do Trabalho libera o seguro e poderá convocar esse trabalhador a voltar a um posto de atendimento quando surgir uma vaga condizente com seu perfil (qualificação e salário anterior). Se, após três convocações, o beneficiado não comparecer ao posto, ele terá o seguro suspenso automaticamente.

9) E se o trabalhador aceitar a vaga, mas tiver de passar por processo de seleção na empresa? Ele fica sem receber seguro nesse tempo?
Segundo o MTE, se o trabalhador estiver em processo de seleção, terá direito a receber o seguro 30 dias após dar entrada e a tramitação não será afetada.

10) A regra sobre quem tem direito a seguro-desemprego mudou?

Não. Tem direito ao seguro o trabalhador com carteira assinada que for dispensado sem justa causa ou sofrer dispensa indireta, que é quando o empregado solicita judicialmente a dispensa do trabalho, alegando que o empregador não está cumprindo o contrato.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...