terça-feira, 21 de junho de 2011

Só Jesus salva a copa no Brasil

Só Jesus Cristo salva a Copa do Mundo no Brasil

DEPUTADO FEDERAL AFIRMA QUE NÃO FOI A BRASÍLIA PARA FAZER GRAÇA E SUGERE QUE RICARDO TEIXEIRA DEIXE A DIREÇÃO DO COMITÊ ORGANIZADOR DO PRÓXIMO MUNDIAL E DÊ EXPLICAÇÕES NA CÂMARA

FILIPE COUTINHO
FOLHA DE S.PAULO - DE BRASÍLIA 

Só há uma chance de a Copa-2014 acontecer sem obras atrasadas, orçamentos extrapolados e outros problemas: se Jesus Cristo descer no Brasil nos próximos três anos. A conclusão é do ex-jogador e agora deputado Romário (PSB-RJ), autor do convite para que Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local) vá à Câmara dos Deputados explicar as denúncias de cobrança de propina e o aumento do custo dos estádios.
Muitos acreditavam que Romário, por ser ex-jogador da seleção, seria mais um a atuar nos bastidores a favor da CBF na chamada "bancada da bola", que contou com o apoio do governo para frear a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar Teixeira e a próxima Copa.
Mas Romário avisa: "Não é nada pessoal, mas, se ele [Teixeira] não responder às denúncias, vou manter minha assinatura para abrir uma CPI e trabalhar para que outros deputados assinem".
Para o deputado, surge a cada dia uma nova denúncia sobre a Copa no Brasil, como a reportagem da Folha que mostrou, há uma semana, integrantes da Fifa e do COL fazendo lobby em favor de patrocinadores do Mundial.
"Quando a Copa foi anunciada, eu disse duas coisas: o Brasil tinha não só condições de sediar o Mundial como ia fazer a maior Copa de todos os tempos. Continuo com a primeira ideia. A segunda eu retiro", declarou Romário.
Para ele, "seria uma boa ideia" que Teixeira deixasse a organização da Copa. O presidente da CBF não quis dar entrevista à Folha.
Cotado para ser o candidato do PSB à Prefeitura do Rio em 2012, Romário afirma que vota a favor do governo inclusive em situações em que não votaria. Foi a favor da flexibilização das licitações para as obras da Copa-2014, projeto que abre brecha para aumentos de preço sem limite e orçamentos sigilosos. 

Folha - Como o senhor avalia a organização da Copa? Romário - Lá atrás, quando foi anunciada a Copa no Brasil, a gente comemorou bastante. Eu disse duas coisas: o Brasil tinha não só condições de sediar a Copa do Mundo como ia fazer a maior de todos os tempos. Continuo com a primeira ideia. A segunda eu retiro.


Por quê?Porque, pelo que estou vendo, as coisas não vão acontecer. Vai ter a Copa, mas infelizmente teremos problemas e não vai ser a melhor de todos os tempos. Vou te falar uma verdade: os evangélicos acreditam que Jesus vai voltar. Só ele para fazer com que o Brasil faça a melhor Copa. Se ele descer nos próximos três anos, aí será possível.


Por comandar o COL e a CBF, Ricardo Teixeira acumula poderes?Existem pessoas no Brasil bastante competentes para fazer esse papel de comandar o COL, mas ele se acha nesse direito. Mas, até mesmo por conta da idade dele [64], não é bom para ele. Eu colocaria outra pessoa, como é o caso do Henrique Meirelles [ex- -presidente do Banco Central] para a Olimpíada [do Rio, em 2016]. Seria um desgaste muito menor.


Mas ainda dá tempo de uma "solução Henrique Meirelles" para a Copa?No meu modo de ver, como estamos a três anos da Copa, o senhor Ricardo Teixeira e seus assessores, se chegarem à conclusão de que ainda cabe outra pessoa para que ele saia de foco, seria uma boa ideia. Mas, às vezes, as pessoas têm vaidades que atrapalham. Não sei se é o caso dele, mas pode ser.


Por que convidar Ricardo Teixeira para prestar depoimento na Câmara?Nós estivemos em cinco sedes da Copa-2014 e vamos às outras. Existia um orçamento no começo da preparação que, no mínimo, dobrou. Segundo o que ouvimos das cidades-sedes, eles fizeram um planejamento que não conseguem cumprir. A Fifa passa para o COL uma recomendação, e o COL faz virar uma obrigação. O Ricardo Teixeira é presidente do COL, presidente da CBF e é da cúpula da Fifa. Não tem ninguém no Brasil e no mundo que possa responder sobre o que realmente está acontecendo como ele. Do jeito que a coisa está, os estádios vão chegar a R$ 15 bilhões, e isso é um absurdo.


E em relação às denúncias de cobrança de propina?Se ele vier e explicar, serei o primeiro a tirar a assinatura para uma CPI e pedir o mesmo para outros deputados. Mas, desde que houve o pedido de CPI, a cada dia aparece uma nova denúncia, e a coisa vai ficando mais estranha. Definitivamente não sei se vai dar tempo para a Casa levantar tudo. Eu, no lugar do presidente Ricardo Teixeira, viria e responderia. Mesmo que não seja o responsável por uma ilegalidade ou lentidão em alguma obra, ele é o cara do Brasil na Copa e tem que dar as caras.


E se Teixeira não esclarecer?Se ele não responder a contento, não só vou manter minha assinatura para abrir uma CPI como vou trabalhar para que os outros deputados assinem também. Não é nada pessoal.


Quem é contra a CPI afirma que pode atrapalhar a organização da Copa...Ser grato ao Ricardo Teixeira por conta da Copa não significa que ele seja a Copa. Entendo que existam fatores políticos que podem prejudicar a Copa, mexendo com uma pessoa do poder dele. Sou do PSB e tenho votado sempre a favor do governo, inclusive em situações que não votaria. Mas eu também ando na rua e sei o que as pessoas cobram de mim.


O que explica tanto tempo de Ricardo Teixeira no poder do futebol brasileiro?Esta foi uma das melhores perguntas que ouvi nos últimos tempos. Mas vou fazer diferente: responda você. Eu infelizmente não posso te dizer isso. Mesmo que as denúncias sejam verdadeiras, a gente não pode tirar o mérito dele de trazer a Copa para o Brasil. Mas, infelizmente, de lá para cá, não consigo responder por que tanto poder, por tanto tempo e por que aparece tanta coisa. Eu juro que gostaria de responder, mas não sei.


O senhor rachou com o Ricardo Teixeira?Nunca fui amigo dele, sempre tivemos uma relação cordial. Não tenho nada pessoal contra ele e estou torcendo para que ele consiga se defender das denúncias. Quero que a parte do Brasil que o vê como uma pessoa "do mal" possa reconhecê-lo pela Copa. Agora, se alguma das denúncias for verdadeira, não posso tirar meu nome da CPI. Por eu jogar futebol, isso não significa que eu seja a favor do que é errado. Não vim para Brasília para fazer graça. Engordei 11 kg em dois meses, quase perco minha mulher, deixei de fazer coisas que amo, como jogar pelada, sair na noite para ouvir funk, tomar meu refrigerante e às vezes um champanhe. Foi um sacrifício que fiz. Desculpe a expressão, mas não devo porra nenhuma a ninguém e tenho o direito de falar e colocar as coisas claras para quem votou em mim.


Como classifica a gestão do futebol brasileiro hoje?Quando as pessoas falam hoje de máfia e futebol, não sei se felizmente ou infelizmente, o nome de Ricardo Teixeira é sempre ouvido. Mas da minha boca não vão ouvir, pois não tenho provas. Mas, definitivamente, existe uma quadrilha no futebol.

E vão fazer o mundial de futebol no Brasil.....

APÓS 4 ANOS, BRASIL AINDA PRECISA PAGAR
 R$36 MILHÕES PELO PAN



O Brasil esportivo se prepara para os jogos dos extremos, o Pan-Americano, disputa continental de 42 países em 46 modalidades. Desta vez, na acolhedora Guadalajara, do inesquecível estádio Jalisco, palco de cinco dos seis jogos da Seleção Brasileira tricampeã no Mundial de 1970.

Jogos dos extremos porque tem um significado especial para os países do lado de baixo do Equador. Por disputar contra Estados Unidos e Cuba, principalmente – nem sempre com seus principais atletas –, o evento é parâmetro técnico na fase pré-olímpica. Porém, comparado ao ranking mundial das várias modalidades ou confrontado com marcas e tempos de eventos internacionais, o Pan ainda é inexpressivo no circuito maior do esporte.
Memória
E lá se foram quatro anos dos Jogos do Rio de Janeiro, cuja lembrança nos remete mais para os exageros financeiros e desperdícios de patrimônio do que para o legado prometido, mas ainda escondido. Pior: dados oficiais do Governo Federal indicam que o Ministério do Esporte ainda deve daquela festança fatura de R$ 36 milhões.

Jogos à parte, a organização do Pan foi um festival de irregularidades, atribuídas à inexperiência dos gestores públicos, principalmente. Falta de planejamento, contratos mal feitos e sem licitações, termos aditivos inadequados, obras superfaturadas, enfim, contribuíram para elevar as despesas. Do orçamento original de R$ 400 milhões, a conta pan-americana chegou a R$ 3,6 bilhões, conforme relatórios do Tribunal de Contas da União.
Atentos, os auditores do TCU formaram 36 volumosos processos. Atualmente, uma dezena ainda espera por decisões finais. Nos processos já julgados observou-se forte disposição política de isentar os faltosos e abusados gestores, apesar de grosseiras falhas constatadas. Prazos esgotados – de propósito? – para usar recursos de exceções e desorganização geral foram falhas apontadas pelo Tribunal de Contas da União.

O caso mais rumoroso foi o pagamento de R$ 25 milhões pelo aluguel da Vila Pan-Americana, com sobpreço de 62%. Isso, quando as instalações nem existiam. Além disso, pagou-se por um serviço três anos antes, o que é proibido pela legislação federal. O autor da ousada operação em favor da construtora Agenco, via Comitê Olímpico Brasileiro, foi o então ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, hoje governador do Distrito Federal. Ele responde a processo no Ministério Público do Rio de Janeiro.

Diante dessas vergonhas, assim se manifestou o então ministro relator do TCU, Marcos Vinicius: “O Ministério do Esporte, a quem cumpria o papel de principal ator governamental na gestão dos Jogos, foi o maior responsável pelo planejamento precário que permeou o evento. O Estado, o Município e o Comitê Organizador Rio 2007 também são responsáveis”. E haja absolvições de tantas maracutaias. Sob o argumento de que “não havia experiência para orientar os gestores”,  todos saíram livres da grande confusão.

Desperdícios

Mas há outros desperdícios, como a falta de uso das instalações, que ficaram praticamente abandonadas. Nenhum grande evento realizou-se no Rio de Janeiro, como prometido. Pior: a falta de políticas públicas, de projetos do governo do Rio de Janeiro e das próprias confederações tornou as instalações ociosas por quatro anos, um ciclo olímpico. Mais recentemente, o Comitê Olímpico Brasileiro ocupou o Parque Maria Lenk, disponibilizando o espaço para a elite do esporte carioca.

O Pan, em resumo, confirmou que há um despreparo crônico em termos de planejamento esportivo, principalmente em nível governamental. Revelou, também, dificuldades nas relações e responsabilidades políticas-partidárias em níveis municipal, estadual e federal. Os interesses partidários eram colocados como prioridade.

Mesmo assim, trágico e comprometedor em sua organização, o Pan 2007 foi força importante para que o Rio de Janeiro conquistasse a sede dos Jogos de 2016. Porém, com péssima previsão, lamentavelmente, pois a organização para a Copa do Mundo de 2014 é o trailer de um filme de desmandos que vimos recentemente.

A fábula do porco

        Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e caso ele não
esteja melhor será necessário
sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!.
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.

O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!

Vamos lá, eu te ajudo a levantar.
Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!.
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!.

Pontos de Reflexão: Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas  aconteçam.

SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.
"PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR ANTES DE SER UMA PESSOA DE SUCESSO!"

Frase do dia

Segredo da Longevidade:
Não viva cada dia como se fosse o último.
Viva como se fosse o primeiro.
Oscar Niemayer

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ladrão de galinhas

E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

"Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e
levaram para a delegacia.
- Que vida mansa, heim, vagabundo ? Roubando galinha para ter o que
comer sem precisar trabalhar. Vai para cadeia!
- Não era para mim não. Era para vender.
- Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio
estabelecido. Sem-vergonha!
- Mas eu vendia mais caro.
- Mais caro?
- Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as
minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as
minhas botavam ovos marrons.
- Mas eram as mesmas galinhas, safado.
- Os ovos das minhas eu pintava.
- Que grande pilantra...
Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.
- Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
- Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mai s
boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços
dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos
de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio.
Ou, no caso, um ovigopólio.
- E o que você faz com o lucro do seu negócio?
- Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei
alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no
suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e
superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a
cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois
perguntou:
- Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está
milionário?
- Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que
tenho depositado ilegalmente no exterior.
- E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
- Às vezes. Sabe como é.
- Não sei não, excelência. Me explique.
- É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa.
Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma
coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me
sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui preso,
finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.
- O que e isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
- Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
- Sim. Mas primário, e com esses antecedentes..."

* Luis Fernando Veríssimo

Todos são iguais, ou deveriam ser

Empregado que tinha salário inferior ao de colegas com função idêntica será indenizado

Como a reclamada não apresentou justificativa para essa conduta, os julgadores concluíram que o empregado foi mesmo discriminado no ambiente de trabalho.



Modificando a decisão de 1o Grau, a 4a Turma do TRT-MG condenou uma empresa a pagar ao ex-empregado indenização por danos morais, porque, durante anos, ele recebeu salário inferior ao de outros colegas que exerciam exatamente as mesmas funções que ele, embora tenham sido admitidos posteriormente. Como a reclamada não apresentou justificativa para essa conduta, os julgadores concluíram que o empregado foi mesmo discriminado no ambiente de trabalho.

Analisando o recurso do reclamante, o juiz convocado Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto constatou que, de fato, o trabalhador recebeu salário menor que o de outros colegas, apesar de realizar as mesmas atividades e contar com mais tempo de serviço que os demais. O relator chamou a atenção para o fato de o empregado ter recebido salário inferior até ao de quem ele treinou. E a empresa não apresentou a causa dessa diferenciação. "Vale dizer que a reclamada incorreu em abuso de direito no exercício de seu poder diretivo, discriminando o autor, ao recusar-se a pagar-lhe salário idêntico ao daqueles colegas de trabalho admitidos posteriormente, tendo, inclusive, treinado um deles na função que exercia", ressaltou.

No entender do magistrado, o procedimento adotado pela instituição violou a personalidade e dignidade do empregado. Com a atitude de não pagar ao reclamante um salário, pelo menos, igual ao dos seus colegas que exerciam função idêntica, a ré expôs o empregado a situação tal que afrontou sua honra e intimidade.

Por isso, deve arcar com a reparação pelos danos morais que causou a ele.

Com esses fundamentos, o juiz convocado condenou a reclamada a pagar ao trabalhador indenização por danos morais no valor de R$63.000,00 (sessenta e três mil reais), no que foi acompanhado pela Turma julgadora.

Fonte: TRT-MG

Escolhendo um líder

Escolhendo um líder...

Um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor. Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um o poderia.

Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para por a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão, que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.

Dia e hora marcado, começa a prova. Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor.

Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista. Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio.

Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...