terça-feira, 13 de junho de 2017

O que é mais importante?

O que é mais importante?

Se você quer saber alguma coisa sobre o caráter de alguém, veja como essa pessoa lida com o dinheiro. O industrial Henry Ford declarou certa vez: "o dinheiro não muda os homens, apenas o desmascara". Se um homem é naturalmente egoísta, arrogante ou ganancioso, o dinheiro o revela, nada mais. 

As pessoas geralmente se dão mal quando fazem da acumulação de riquezas uma prioridade maior do que é efetivamente. Nós temos que usar o dinheiro como uma ferramenta. No entanto, essa é uma ferramenta afiada, e se não for manuseada de maneira adequada, pode machucar e muito.

Em minhas viagens pelo Brasil, tenho encontrado muitos executivos que estão com sua vida pessoal despedaçada e seus lares destruídos. Eles costumam dizer: “Eu não entendo minha mulher, meus filhos. Eles têm tudo o que querem!” O que esses executivos não conseguem entender é que o dinheiro pode comprar qualquer coisa, menos o amor, o companheirismo, a integridade, o respeito.

Uma vez li sobre a lista impressionante de títulos e posições que o pai, George Bush conquistou: congressista, embaixador, chefe de relações junto ao governo da China, diretor da CIA, vice-presidente e finalmente presidente dos Estados Unidos. Mas, quando sua vida pública chegou ao fim, ele disse que ainda mantinha seus três títulos mais importantes: marido, pai e avô.

Por: Prof Menegatti http://palestrante.srv.br/ 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Identidade única no Brasil

Novo sistema de identidade única funcionará no Brasil


Saiba como o novo sistema de identidade única funcionará no Brasil: Medida vai unificar documentos como RG, CPF, CNH e título de eleitor

O projeto de lei que visa a criação de uma identidade única já foi aprovado pelo Congresso e deverá valer no país após sanção do presidente Michel Temer. O novo sistema de identificação substitui documentos como RG, CPF, CNH e título de eleitor.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o Documento de Identificação Nacional vai unificar diversos documentos brasileiros. O CPF será utilizado como base para identificação e vai funcionar por meio de dados biométricos, colhido eletronicamente. A partir desta etapa, não será mais necessário apresentar outros documentos, como a Carteira Nacional de Habilitação ou o título de eleitor.
O documento poderá ser emitido pela Justiça Eleitoral e outros órgãos, caso o TSE autorize. A impressão será de responsabilidade da Casa da Moeda.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

VISITA À FÁBRICA DA TOYOTA DO JAPÃO

VISITA À FÁBRICA DA TOYOTA DO JAPÃO

No Japão fabricantes de vários segmentos abrem suas portas para que os consumidores possam visitar suas unidades e conhecer os processos fabris. Como atualmente moro na cidade de Toyota, tive a oportunidade de visitar uma das plantas da montadora que leva o mesmo nome.
A visita foi organizada pelo meu professor de japonês, que formou um grupo de mais de 30 pessoas para visitar a planta de Motomachi. O nosso ponto de encontro foi no museu localizado na primeira unidade da Toyota, chamada de Honsha.
Toyota-Japao

Enquanto aguardávamos o ônibus que nos levou para a fábrica da Toyota, conhecemos alguns modelos do showroom de carros para corrida, de luxo e até de cadeira de rodas.

Toyota
A marca Lexus, que é a linha de luxo da Toyota estava representada com um carro de 3 milhões de dólares! Além de outro modelo que tinha até cadeira de massagem.
Os carros híbridos também eram destaque, sendo o modelo Prius o mais popular e com uma visão mecânica interessante para os engenheiros, pois ele estava cortado ao meio.
Sistema Toyota de Producao
Após muitas fotos e filmes, chegou nosso ônibus e recebemos a recomendação de que não era permitido tirar fotos, filmar, fumar e comer durante a visita.
Motomachi Plant Toyota
Aliás, os colaboradores da Toyota do Japão tem as câmeras de seus celulares lacradas e dependendo da planta, a câmera é danificada por segurança. Como é o caso do Technical Center, outra unidade da Toyota que conta com mais de 10.000 engenheiros e que passamos na frente no caminho do ônibus.
No translado, a guia que falava tudo em inglês contou a história da Toyota Motor Corporation, sendo que vou listar algumas curiosidades:
  • Originalmente o nome é Toyoda, isso mesmo, com D, mas devido ao som da sílaba ‘da’ e a numerologia, foi alterado para Toyota.
  • A cidade chamava Koromo, mas mudou de nome devido à força da marca Toyota.
  • Hoje a companhia conta com 12 plantas somente no Japão.
  • No total são 53 plantas divididas em 28 países e regiões.
  • Ao entrar na planta de Motomachi recebemos a explicação sobre o sistema de reuso e tratamento de água próprios e estação de reciclagem de materiais. O tempo todo eles se mostraram muito preocupados em reduzir o consumo de energia e recursos naturais nos processos produtivos.
  • Eles implantaram um sistema de energia solar para atender a montagem em uma de suas plantas (Tsutsumi).
  • Como parte dos projetos de sustentabilidade os colaboradores participam de projetos de reflorestamento e atividades ligadas ao meio ambiente.
  • A planta tem supermercado e banco dentro.
  • Fazem apenas 1 turno de trabalho.
  • A planta de Motomachi produz os modelos: Crown, Mark X e Mirai.
O Sistema Toyota de Produção foi desenvolvido para ser mais flexível possível, pois o objetivo é fabricar múltiplos modelos de carros em uma única linha de produção. A lógica que eles seguem é a de atender aos pedidos e não aos estoques das concessionárias.
E isso é reforçado o tempo todo dentro da fábrica, pois não havia uma ordem lógica para a montagem dos carros. Era possível ver carros da polícia com duas cores (Crown), seguidos de outro modelo de carro (Mark X), na sequência vinha um terceiro modelo (Mirai) com cor e peças completamente diferentes dos demais. Eles chamam isso de HEIJUNKA.

Sistema Toyota de Produção (Lean manufacturing)

Ao chegarmos, fomos recepcionados com um vídeo explicando os 4 processos de produção do carro, sendo que visitamos apenas um dos processos (montagem).
Prensa (Stamping)
Folhas de aço são cortadas e carimbadas para formar partes do ‘corpo’ do carro. Utilizam alta tecnologia para produtividade e precisão com máquinas de carimbar e robôs de transferência de alta velocidade.
Funilaria (Welding)
Robôs soldam cerca de 400 partes do corpo para formar um carro. A linha de soldagem mais recente pode lidar com vários modelos em uma única linha e produzir corpos de carro precisamente acabados.
Pintura (Painting)
Depois que o corpo é lavado, são aplicadas as camadas de tinta até o acabamento final para criar uma superfície de alta qualidade. Eles utilizam uma pintura à base de água , pois é mais amiga do meio ambiente
Montagem (Assembly)
Nesta estapa, a maioria do trabalho é feito por trabalhadores, que instalam motores, rodas e outras peças. Os veículos totalmente montados são testados e verificados na inspeção final, antes de serem enviados.
É uma pequena que não podia tirar fotos, pois logo que chegamos podemos ver funcionando a logística deles – o KANBAN, ou seja, fornecedores na porta da fábrica descarregando diretamente para a linha de montagem. Tinham vários carrinhos preparados esperando serem solicitados pelo operadores da montagem. Quando uma peça estava acabando, o carro ia prontamente levar mais um lote para o montador.
A equipe que cuida do KANBAN deve ficar atenta, pois não podem faltar peças e se um fornecedor atrasar pode parar a linha de produção.
A guia nos mostrou as etiquetas com as informações do produto, validade, processo que pertence, datas, entre outras informações, e explicou que o KANBAN faz parte do modelo Just in Time. Ou seja, o que você precisa, quando e como você precisar.
Na sequência ela nos mostrou uma cordinha, e passou outro vídeo explicando que qualquer problema que o operador/montador tenha ou identifique, ele deve puxar a corda para chamar o seu líder, que deve ir até o local para auxilia-lo (GENCHI GENBUTSU). Hoje em dia a cordinha foi alterada para um botão.
Neste momento, um painel (ANDON) mostra para toda a equipe daquele processo que determinada parte está tendo algum problema. Eles terão poucos segundos para resolver, o tempo é medido com uma marcação vermelha no chão. Caso não seja possível, automaticamente a linha irá parar e toda a fábrica terá visão de qual processo foi paralizado. Neste momento, toca uma música, assim o operador saberá ao ouvir se a linha dele irá parar ou se parou.
A linha de produção somente voltará a andar quando o problema for solucionado Essa paralização faz parte do que eles chamam de POKAYOKE, ou seja, todos os envolvidos no processo se identificarem que algo está errado ou que dará algum defeito, devem avisar e corrigir o problema.
Mais para frente tinha uma área para brincarmos de montar carro, até mesmo com a cordinha e uma porta do carro cortada ao meio, onde pudemos ver os mecanismos de abertura e fechamento dos vidros, travas de portas e retrovisores. Bem divertido!
Na sequência, ela mostrou outra parte do sistema ANDON, agora com cores. Cada posto de trabalho tem um tipo de lanterna com 3 cores que mostram se o processos está bem (verde), sem tem algum problema (amarelo) ou se está parado (vermelho). Também ficamos assistindo a aplicação dos vidros, acho que foi o único processo da montagem que vi robô funcionando. Contudo, quando estavam para acabarem os vidros, logo chegaram empilhadeiras com um novo lote.
Lembro que falamos do famoso KAIZEN na visita e o quando é percebido o tempo todo nos processos da Toyota. O tempo todo eles estão preocupados com a melhoria contínua, até mesmo se isso custar para eles ter de parar a linha de produção e perder dinheiro. Claramente, a qualidade vem em primeiro lugar ali.
As empresas brasileiras poderiam fazer tours como esse dentro de sua estratégia de marketing. Como é algo “novo” passa a ser um ponto turístico visitar sua marca, por isso cho a estratégia excelente em vários aspectos:
  1. As pessoas que vão ali criam carinho pela marca.
  2. Elas percebem a seriedade e compromissos da empresa. Notam que o que está na missão, visão e valores é verdadeiro.
  3. Quem faz a visita conta a experiência para outras pessoas. Logo, a marca é sempre lembrada.
  4. Os colaboradores são valorizados, pois o consumidor final conhece os rostos que ali trabalham.
  5. Você “obriga” a equipe manter a casa sempre em ordem para receber visitas.
E você? Notou mais algum ponto positivo ou negativo deste modelo de visita? Me conta sua opinião e o que achou da minha visita nos comentários.

Fonte: http://www.unoerp.com.br/post/visita-a-fabrica-da-toyota-do-japao

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Mindset: a nova psicologia do sucesso

Como este livro de cabeceira de Bill Gates vai transformar sua vida

Obra mergulha no cérebro humano em busca de respostas que expliquem o sucesso e o fracasso



Publicado originalmente como Por que algumas pessoas fazem sucesso e outras não, o livro Mindset: a nova psicologia do sucesso (o primeiro título era melhor, mas tudo bem) ganhou um up poderoso nas vendas globais depois que Bill Gates revelou que o tem como uma de suas leituras de cabeceira e que poucos livros fizeram tanto sua cabeça quanto esse. Mas, afinal, por que a obra é tão poderosa?
Mindset é um clássico da psicologia e do mundo dos negócios, sendo considerado por muitos empreendedores renomados como item obrigatório na lista de leitura de quem quer construir uma carreira de sucesso, como o já citado Bill Gates.
O livro traça um panorama sobre o que é mindset e como nosso conjunto de pensamentos e visões do mundo influenciam nossas vidas. O título já teve mais de 1,7 milhões de cópias vendidas e foi desenvolvido por Carol S. Dweck, professora de psicologia da Universidade de Stanford.
Nele, Dweck revela como o sucesso pode ser alcançado pela maneira como lidamos com os nossos objetivos. Segundo ela, pessoas com "mindset fixo" estão bem menos propensas a serem bem-sucedidas do que as que possuem "mindset de crescimento", aquelas que acreditam que habilidades podem ser desenvolvidas por meio de trabalho, estratégias e orientações.
No livro, é possível encontrar tópicos abrangentes sobre quem são e como são os dois tipos de mindsets, além de suas visões, capacidades, limitações, relação deles em aspectos como paixão, amizade, caráter e crescimento profissional.
O título também destaca as visões e autopercepções dos dois mindsets perante escolhas, futuro, talento e sucesso, bem como fracasso e a distinta força de vontade dos dois padrões.
A obra também cita cases de grandes personalidades, demonstrando como elas agiram em situações similares e quais foram os resultados obtidos com isso.
O livro é dividido em oito capítulos, destacando as várias particularidades do assunto, como o conhecimento por dentro dos Mindsets, a verdade sobre a aptidão e realização, o Mindset de um campeão, a relação entre Mindset e liderança e a mudança de Mindset.
Para comprar o livro, clique aqui.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Como encontrar desperdícios na sua empresa

Como encontrar desperdícios na sua empresa?

Reduzir custos é tão importante quanto aumentar receita. Separamos algumas perguntas sobre desperdícios comuns nas empresas e como elas podem resolver com exemplos práticos!



Uma das técnicas mais eficientes que a UNO Soluções Integradas, empresa de consultoria empresarial e tecnologia da informação utiliza para identificar desperdícios é fazer perguntas chave sobre diversos temas dentro da gestão empresarial.  
As perguntas são em formato de um check list e é uma ótima ferramenta para obter mais informações de possíveis desperdícios: as pessoas envolvidas no negócio não se importam em responder perguntas rápidas e passar mais alguns dados em forma de pergunta e resposta para um consultor especializado. Desta forma, a resistência dos envolvidos, os medos e a falta de tempo não serão um problema.
Hoje, a UNO conta com vários consultores e materiais educativos disponíveis para download sobre o tema para ajudar as empresas na identificação de desperdícios. ”Diariamente recebemos diversos clientes, que nos procuram para entender melhor onde podem automatizar processos, melhorar as vendas e principalmente, eliminar desperdícios”, conta Marcio Lopes Sanson, CEO da UNO Soluções.
Mas se para a UNO essa já é uma atividade corriqueira, para empresas que estão iniciando as buscas por desperdícios pode ser difícil saber como começar e fazer um diagnóstico dos problemas que gerem resultados, visto que normalmente elas não contam com uma empresa de consultoria e tecnologia, e isso acaba frustrando ou até impedindo que a estratégia de ‘caça desperdícios’ seja colocada em prática e prospere.
Por isso, o ideal é começar respondendo algumas perguntas básicas e iniciar um processo sistemático, que siga etapas pré-determinadas, tomando medidas para minimizar os desperdícios.
Assim, com o aprendizado das perguntas e respostas obtidas pela equipe de consultores da UNO, foi criado um passo a passo explicando como fazer um diagnóstico dos desperdícios para que sua empresa também possa identificar os gargalos na operação e no tipo de estratégia para tomada de decisões mais economicas para o caixa de sua empresa. 

Para começar, é preciso que analise as respostas. Mas como analisar?

O segredo – se é que podemos chamar assim – é fazer uma espécie de brainstorming com sua equipe interna para levantar algumas sugestões. Você pode também ver juntamente com sua ”equipe externa” (seu gerente do banco, contabilidade e outros fornecedores) o que eles sugerem baseado nas respostas obtidas e buscar uma ação em conjunto, visando seguir as melhores práticas do seu tipo de mercado e utilizando algumas referências.
Outra forma de analisar as respostas e buscar desperdícios é pensar nos principais problemas do seu negócio, analisar o  que mais traz retorno, promover ações com bonificação para as pessoas que encontrarem desperdícios e implantarem ações de melhoria. Todas essas são formas válidas de analisar e responder com ações os desperdícios encontrados.
Depois disso, você provavelmente levantou diversas ideias para minimizar os desperdícios. Mas para conseguir dar continuidade, selecione e foque naquelas que fazem mais sentido para sua empresa e para seus clientes.

O que perguntar?

Agora que você já aprendeu a analisar as respostas para fazer um diagnóstico, está na hora de fazer o diagnóstico. Aqui, vale a pena perguntar pelo menos essas 5 perguntas por grupo:

PROCESSOS

Como incentiva a redução de custos?
Já houve alguma iniciativa de 5S / Kaizen / Kanban? Deu certo? O que? E o que deu errado?
A empresa possui algum Sistema Integrado de Gestão atualmente?
O sistema foi implantado em sua totalidade?
Existem campanhas de endomarketing para combate aos desperdícios?

INFRASTRUTURA

Os cartuchos das impressoras são coloridos? Precisa?
Quanto gasta por mês com equipe, material de limpeza, copa e escritório? 
Quanto gasta por mês com conta de telefone, celular, internet?
Existe algum dispositivo nas torneiras e lâmpadas para controle de água e luz?
Quanto gasta com Manutenção Hardware, ERP, desenvolvimento de software, Hardware, hospedagem e infraestrutura tecnológica?

FINANCEIRO

Como sua empresa faz a conciliação bancária?
Como a sua empresa faz a conciliação de cartão de crédito?
Nos últimos doze meses, qual é a média mensal de receita, despesas, lucro obtido, lucro previsto e necessário?
Quanto gasta com taxas bancárias, juros, boletos e seguros?

VENDAS

A equipe técnica e comercial somente visita um cliente quando há business?
Quanto em descontos sua equipe de vendas deixa de vender?
Existe alguma assinatura eletrônica para controle de descontos? Como é calculado o valor final do seu produto/serviço?
Quanto sua empresa gasta com comissões? Está de acordo com o mercado?

COMPRAS E ESTOQUE

Como são feitas as compras de materiais? Há algum planejamento de compras?
Possui contrato com os Correios?
Existe algum controle de código de barras para os produtos?
Quanto tempo a mercadoria fica em estoque?
Quantas vezes o seu produto é movimentado?

RECURSOS HUMANOS

Sua empresa possui previdência privada para os colaboradores?
Sua empresa dá férias coletivas?
Informe quantas horas por mês sua equipe é produtiva e improdutiva.
Como controla os apontamentos de despesas dos colaboradores (reembolsos) e quanto gasta por mês?
Existem atividades humanas que podem ser automatizadas? Exemplo: importação de XML de entrada.
É muito provável que você não tenha a resposta para todas estas perguntas. Por isso, novamente, é interessante que você converse com outras áreas da sua empresa e com seus clientes e potenciais clientes para descobrir essas informações.
Além disso, busque também outras fontes de informação (concorrentes, pesquisas de mercado etc.) e já vá reunindo os dados que você usará como fonte de pesquisa.

Conclusão

Fazer um diagnóstico  de fato não é tão simples. Mas se bem planejado e utilizado, sem dúvida alguma vale o investimento. Por isso, siga essas perguntas e diagnósticos indicados para ajudar, e busque a inclusão de mais perguntas alinhadas ao processo de sua empresa para gerar cada vez mais a redução de custos e desperdícios.
Também é indicado o Excel com o Diagnóstico de Ameaças da PME - Proteja sua Empresa! para descobrir se sua empresa está preparada para enfrentar essa crise economica no Brasil.
Contudo, nem sempre você e sua equipe vão conseguir localizar os desperdícios, pois estão tão envolvidos com a operação que não visualizam o mais simples dos problemas. Muitas vezes não conseguem repsonder o formlário do diagnóstico dos desperdícios, pois não possuem a informação e é ai que entram as empresa de consultoria e TI para ajudar com a automatização dos processos e centralização de dados.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-encontrar-desperdicios-na-sua-empresa/118057/?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=News+-+04%2F04%2F2017

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