quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Nova tabela do IR aumenta cobrança de impostos sobre salários

Nova tabela do IR aumenta cobrança de impostos sobre salários


Faixas de cobrança serão novamente corrigidas abaixo da inflação, fazendo com que o Fisco chegue ao bolso de cada vez mais brasileiros

Bianca Pinto Lima e Mário Braga


Pelo 18º ano seguido, a tabela do Imposto de Renda (IR) será corrigida abaixo da inflação em 2014. A defasagem, que deverá fechar esse ano próxima de 66%, faz com que o Fisco chegue ao bolso de cada vez mais brasileiros, consumindo os seus novos rendimentos. Essa discrepância ainda se soma ao aumento do salário mínimo, também superior à correção da tabela. No próximo ano, o mínimo será elevado para R$ 724, uma alta de 6,78% ante os R$ 678 atuais.

A tendência pode ser observada desde 1996, quando houve o congelamento da tabela do IR, que durou até 2001. Nos anos seguinte, todos os reajustes que ocorreram foram inferiores ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
 O resultado disso é o aumento da tributação sobre o assalariado. Em 1996, a isenção do imposto beneficiava quem recebia até 6,55 salários mínimos, segundo levantamento da consultoria Ernst & Young. Em 2014, essa relação despencará para 2,47. Assim, brasileiros antes isentos por causa da baixa renda vão paulatinamente ingressando na condição de contribuintes. 
Base de cálculo mensal (R$) Alíquota (%) Parcela a deduzir do imposto (R$)
Até 1.787,77
De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08
De 2.679,30 até 3.572,43 15 335,03
De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96
Acima de 4.463,81 27,5 826,15

Novos valores. A última correção automática da tabela entra em vigor a partir de janeiro e elevará em 4,5% as faixas de cobrança - contra uma inflação de 5,85% em 2013, pelo IPCA-15. O porcentual de 4,5% é o centro da meta de inflação definida pelo governo, mas o avanço dos preços no País segue bem acima desse patamar desde 2010.

As novas faixas do IR (veja a tabela acima) já serão deduzidas na folha de pagamento em 2014 e valerão para a declaração do IR de 2015. Pela nova tabela, passam a ser dispensados do pagamento do imposto os empregados que recebem até R$ 1.787,77. Atualmente, o tributo não é cobrado de quem ganha até R$ 1.710,78.

A alíquota de 7,5% passa a ser aplicada para quem receber entre R$ 1.787,78 e R$ 2.679,29. Já o desconto de 15% passa a ser aplicado sobre a faixa salarial de R$ 2.679,30 até R$ 3.572,43. A alíquota de 22,5% valerá em 2014 para quem recebe salários entre R$ 3.572,44 e 4.463,81. Por fim, a alíquota máxima, de 27,5%, vai incidir sobre vencimentos superiores a R$ 4.463,81.

Campanha. Neste ano, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) lançou uma campanha para obter 1,5 milhão de assinaturas para um projeto de lei que muda a forma de correção do imposto.

A ideia é reduzir gradativamente a discrepância em relação à inflação em um período de dez anos, a partir de 2015. Além da correção da tabela, o projeto estabelece a taxação de lucros e dividendos a partir de R$ 60 mil por ano. Desde 1995, esses valores são isentos de IR no País. Essa nova tributação, de acordo com o Sindifisco, financiaria as perdas com o reajuste da tabela e ainda haveria uma sobra.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

"Chaves" volta à grade do SBT com episódios inéditos

"Chaves" volta à grade do SBT com episódios inéditos

Seriado é exibido pela emissora brasileira desde 1984

 
 
 
Poucos produtos televisivos conseguiram uma longevidade como a do Chavo del Ocho, o Chaves. Exibido pela primeira vez em 1971, no México, o seriado se espalhou pela América Latina na década seguinte e, desde 1984, é exibido no Brasil pelo SBT. Nos últimos anos, a turma da vila vinha amargando um certo ostracismo, com mudança de horário, suspensão e menos prestígio dentro da emissora, gerando - inclusive - especulações sobre sua saída definitiva da grade. Mas os fãs podem ficar tranquilos. E, mais que isso, animados.

Murillo Fraga, diretor de programação do SBT, anunciou em seu Twitter que o Chaves voltará segunda-feira (6) à grade da emissora, às 18h30. E mais: serão exibidos 14 episódio inéditos, segundo o diretor.

"Todo mundo ligado na volta do seriado mais famoso do Brasil na próxima segunda, às seis e meia da tarde! Tem 14 inéditos no pacote!", disse Fraga no Twitter. Perguntado por seguidores se o programa seria o Chaves ele respondeu: "Isso, isso, isso..."

Por que executivos deveriam lavar banheiros

Por que executivos deveriam lavar banheiros

Texto de brasileiro que vive na Holanda, publicado há mais ou menos um ano, toca em ponto sensível da sociedade brasileira

 
 
Por mais modernos que queiramos parecer, nós brasileiros somos um povo conservador. Temos uma alma aristocrática que não exige corpo aristocrático para se incorporar. Da faxineira à socialite, do gari ao magnata, não é difícil encontrar quem sonhe ter (ou tenha) um (ou mais de um) empregado em tempo integral a seu dispor, para servir e cumprir as tarefas desagradáveis. Ter bens somente para ter e dizer que tem é normal. Ficar com o nome sujo no mercado para bancar uma vida que não pode pagar - mas impressiona no Instagram - também.

De tão cristalizada que essa visão está em nossa cultura, é difícil isso não soar como algo normal. Mas eu acredito, sinceramente, que seríamos uma sociedade melhor se executivos lavassem seus próprios banheiros e porteiros não precisassem olhar os moradores do condomínio de luxo de baixo
para cima.

Lendo coisas pela internet, encontrei um texto escrito por um brasileiro que mora na Holanda e publicado em seu blog, em janeiro de 2013, há cerca de um ano. Ele fala sobre isso e achei interessante compartilhar aqui com vocês.

Da relação direta entre ter de limpar seu banheiro você mesmo e poder abrir sem medo um Mac Book no ônibus

Por Daniel Duclos
(Texto publicado sob a licença Creative-Commons/Não Comercial/ Atribuição/ Não derivativa 3.0)
A sociedade holandesa tem dois pilares muito claros: liberdade de expressão e igualdade. Claro, quando a teoria entra em prática, vários problemas acontecem, e há censura, e há desigualdade, em alguma medida, mas esses ideais servem como norte na bússola social holandesa.
Um porteiro aqui na Holanda não se acha inferior a um gerente. Um instalador de cortinas tem tanto valor quanto um professor doutor. Todos trabalham, levam suas vidas, e uma profissão é tão digna quanto outra. Fora do expediente, nada impede de sentarem-se todos no mesmo bar e tomarem suas Heinekens juntos. Ninguém olha pra baixo e ninguém olha por cima. A profissão não define o valor da pessoa – trabalho honesto e duro é trabalho honesto e duro, seja cavando fossas na rua, seja digitando numa planilha em um escritório com ar condicionado. Um precisa do outro e todos dependem de todos. Claro que profissões mais especializadas pagam mais. A questão não é essa. A questão é “você ganhar mais porque tem uma profissão especializada não te torna melhor que ninguém”.
Profissões especializadas pagam mais, mas não muito mais. Igualdade social significa menor distância social: todos se encontram no meio. Não há muito baixo, mas também não há muito alto. Um lixeiro não ganha muito menos do que um analista de sistemas. O salário mínimo é de 1300 euros/mês. Um bom salário de profissão especializada, é uns 3500, 4000 euros/mês. E ganhar mais do que alguém não torna o alguém teu subalterno: o porteiro não toma ordens de você só porque você é gerente de RH. Aliás, ordens são muito mal vistas. Chegar dando ordens abreviará seu comando. Todos ali estão em um time, do qual você faz parte tanto quanto os outros (mesmo que seu trabalho dentro do time seja de tomar decisões).
Esses conceitos são basicamente inversos aos conceitos da sociedade brasileira, fundada na profunda desigualdade. Entre brasileiros que aqui vêm para trabalhar e morar é comum – há exceções - estranharem serem olhados no nível dos olhos por todos – chefe não te olha de cima, o garçom não te olha de baixo. Quando dão ordens ou ignoram socialmente quem tem profissão menos especializadas do que a sua, ficam confusos ao encontrar de volta hostilidade em vez de subserviência. Ficam ainda mais confusos quando o chefe não dá ordens – o que fazer, agora?
Os salários pagos para profissão especializada no Brasil conseguem tranquilamente contratar ao menos uma faxineira diarista, quando não uma empregada full time. Os salários pagos à mesma profissão aqui não são suficientes pra esse luxo, e é preciso limpar o banheiro sem ajuda – e mesmo que pague (bem mais do que pagaria no Brasil) a um ajudante, ele não ficará o dia todo a te seguir limpando cada poerinha sua, servindo cafézinho. Eles vêm, dão uma ajeitada e vão-se a cuidar de suas vidas fora do trabalho, tanto quanto você. De repente, a ficha do que realmente significa igualdade cai: todos se encontram no meio, e pra quem estava no Brasil na parte de cima, encontrar-se no meio quer dizer descer de um pedestal que julgavam direito inquestionável (seja porque “estudaram mais” ou “meu pai trabalhou duro e saiu do nada” ou qualquer outra justificativa pra desigualdade).
Porém, a igualdade social holandesa tem um outro efeito que é muito atraente pra quem vem da sociedade profundamente desigual do Brasil: a relativa segurança. É inquestionável que a sociedade holandesa é menos violenta do que a brasileira. Claro que aqui há violência – pessoas são assassinadas, há roubos. Estou fazendo uma comparação, e menos violenta não quer dizer “não violenta”.
O curioso é que aqueles brasileiros que queixam-se amargamente de limpar o próprio banheiro, elogiam incansavelmente a possibilidade de andar à noite sem medo pelas ruas, sem enxergar a relação entre as duas coisas. Violência social não é fruto de pobreza. Violência social é fruto de desigualdade social. A sociedade holandesa é relativamente pacífica não porque é rica, não porque é “primeiro mundo”, não porque os holandeses tenham alguma superioridade moral, cultural ou genética sobre os brasileiros, mas porque a sociedade deles tem pouca desigualdade. Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.
Eu, pessoalmente, acho excelente os dois efeitos. Primeiro porque acredito firmemente que a profissão de alguém não tem qualquer relação com o valor pessoal. O fato de ter “estudado mais”, ter doutorado, ou gerenciar uma equipe não te torna pessoalmente melhor que ninguém, sinto muito. Não enxergo a superioridade moral de um trabalho honesto sobre outro, não importa qual seja. Por trabalho honesto não quero dizer “dentro da lei” - não considero honesto matar, roubar, espalhar veneno, explorar ingenuidade alheia, espalhar ódio e mentira, não me importa se seja legalizado ou não. O quanto você estudou pode te dar direito a um salário maior – mas não te torna superior a quem não tenha estudado (por opção, ou por falta dela). Quem seu pai é ou foi não quer dizer nada sobre quem você é. E nada, meu amigo, nada te dá o direito de ser cuzão. Um doutor que é arrogante e desonesto tem menos valor do que qualquer garçom que trata direito as pessoas e não trapaceia ninguém. Profissão não tem relação com valor pessoal.
Não gosto mais do que qualquer um de limpar banheiro. Ninguém gosta – nem as faxineiras no Brasil, obviamente. Também não gosto de ir ao médico fazer exames. Mas é parte da vida, e um preço que pago pela saúde. Limpar o banheiro é um preço a pagar pela saúde social. E um preço que acho bastante barato, na verdade.
PS. Ultimamente vem surgindo na sociedade holandesa um certo tipo particular de desigualdade, e esse crescimento de desigualdade tem sido acompanhado, previsivelmente, de um aumento respectivo e equivalente de violência social. A questão dos imigrantes islâmicos e seus descendentes é complexa, e ainda estou estudando sobre o assunto.
UPDATE: Muita gente tem lido este post como uma idealização da Holanda como um lugar paradisíaco. Nada mais longe da verdade. A Holanda não é nenhum paraíso e tem diversos problemas, muitos dos quais eu sinto na pele diariamente. O que pretendo fazer aqui é dizer duas coisas: a origem da violência no Brasil é a desigualdade social e 2, apesar da violência que gera, muita gente gosta dessa desigualdade e fica infeliz quando ela diminui, porque dela se beneficia e não enxerga a ligação desigualdade-violência. Por fim: esse post não é sobre a Holanda. A Holanda estar aqui é casual. Esse post é sobre o Brasil, minha pátria mãe.

Os carros serão os novos gadgets

Os carros serão os novos gadgets

Google se junta a Audi, Honda e outras grandes empresas para levar a plataforma Android para os automóveis

 
 
 
Desde a criação do site de busca, o Google se transformou em uma marca fortemente presente no dia a dia das pessoas. Entre celulares, computadores e dominar o maior site de vídeos da atualidade, o Youtube, agora a empresa vai se lançar no mercado da tecnologia automotiva.

Foi anunciada hoje uma parceria entre Google e grandes nomes do mercado automotivo, como Audi e Honda. Segundo o comunicado oficial, a Open Automotive Alliance (OAA) tem o objetivo de acelerar a inovação tecnológica automotiva, tornando-a mais segura e intuitiva para todos, criando uma plataforma comum com base nos padrões do sistema Android.

Confira o comunicado oficial na íntegra:
 
Ampliando o sucesso do ecossistema Android, que tem mais de um bilhão de dispositivos ativados até o momento, empresas automobilísticas e de tecnologia anunciaram hoje uma nova aliança para a indústria que visa trazer a plataforma Android para um dispositivo que sempre foi móvel: o carro.
 
Audi, GM, Google, Honda, Hyundai e NVIDIA se juntaram para formar a Open Automotive Alliance (OAA), uma aliança global de líderes da tecnologia e indústria automotiva, comprometidos em trazer a plataforma Android para carros a partir de 2014. A OAA está dedicada a uma plataforma comum que trará inovação e fará a tecnologia nos carros mais segura e mais intuitiva para todos.
 
A OAA tem o objetivo de acelerar a inovação automotiva com uma abordagem que oferece liberdade e customização, princípios-chave que já fazem do Android uma parte familiar da vida das pessoas. O desenvolvimento desse modelo e da plataforma comum irá permitir aos fabricantes de carros a trazer mais facilmente tecnologia de ponta para seus motoristas, além de criar novas oportunidades para os desenvolvedores entregarem novas experiências para os motoristas e passageiros de uma forma segura.
 
(Com informações do 247wallst.com)

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Comercial faz pensar duas vezes antes de correr na estrada

Comercial faz pensar duas vezes antes de correr na estrada

Vídeo mostra o tempo "parando" antes de um acidente de trânsito


São Paulo - A nova campanha da Agência de Transportes da Nova Zelândia conseguiu mais de 200 mil views em apenas um dia no Youtube. O vídeo que, segundo o Business Insider dá "arrepios" em quem assiste, mostra o tempo "parando" antes de um acidente.
O filme exibe dois motoristas prestes a se chocarem num cruzamento. Pouco antes do acidente, o tempo "para" e os dois saem de seus carros para falarem sobre o acidente que irá acontecer.
"Por favor, meu filho está no banco de trás", diz o motorista que está no cruzamento. "Estou indo muito rápido. Sinto muito", lamenta o outro rapaz.
O objetivo é conscientizar os motoristas para os perigos da velocidade excessiva nas estradas.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Dívida pública federal bate recorde e fica acima de R$ 2 trilhões em novembro

Dívida pública federal bate recorde e fica acima de R$ 2 trilhões em novembro

Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado dos investidores recursos para honrar compromissos

Agência Brasil
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Influenciada pelo elevado volume de emissão de títulos públicos prefixados e pelo baixo vencimento de papéis, a Dívida Pública Federal (DPF) cresceu em novembro e continuou acima da barreira de R$ 2 trilhões. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 2,069 trilhões, com alta de R$ 46,9 bilhões (2,32%) em relação ao estoque registrado em outubro e no maior nível da história.

A dívida pública mobiliária - em títulos públicos - interna subiu 1,99%, passando de R$ 1,933 trilhão em outubro para R$ 1,972 trilhão em novembro. Isso ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 22,7 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Além disso, reconheceu R$ 17,9 bilhões em juros. O reconhecimento ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada gradualmente ao valor devido.

Outro fator que reforçou a alta da Dívida Pública Federal foi a dívida pública externa, que subiu 9,41%, de R$ 88,85 bilhões em outubro para R$ 97,22 bilhões em novembro. O principal fator para essa variação foi a alta de 5,55% do dólar no mês passado.

Esse foi o segundo mês consecutivo em que a DPF ultrapassou o nível de R$ 2 trilhões. Em dezembro do ano passado, o estoque havia ficado acima desse valor, mas caiu nos meses seguintes e oscilou em torno de R$ 1,9 trilhão durante boa parte do ano. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em março, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões.

As emissões de títulos públicos para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para a Caixa Econômica Federal foram o principal fator para a alta da DPF no acumulado do ano, representando impacto de R$ 31,4 bilhões no endividamento do governo. Os papéis reforçam o capital das instituições financeiras e permitem que os bancos emprestem mais.

Desde julho, o Tesouro também passou a emitir títulos públicos para financiar o desconto médio de 20% nas tarifas de energia, em emissões que somaram R$ 2,35 bilhões até agora. O dinheiro vai para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que compensa as concessionárias do setor elétrico. No mês passado, no entanto, não ocorreram emissões diretas para bancos oficiais nem para a CDE.

Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado dos investidores recursos para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Círculo em plantação 'após luz misteriosa' intriga Califórnia


Círculo em plantação 'após luz misteriosa' intriga Califórnia

 
Círculo em plantação 'após luz misteriosa' intriga Califórnia
 
 
Residentes da Califórnia estão intrigados com o súbito surgimento de um desenho com círculos gigantes em uma plantação.

A figura misteriosa apareceu em uma fazenda no fim de semana.

O enorme círculo foi feito em Salinas Valley, perto de Monterey.

Os primeiros a notar a figura foram dois amigos que afirmam ter visto duas explosões de luz antes do amanhecer de domingo.

Ninguém assumiu a autoria do círculo.

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Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...