domingo, 6 de setembro de 2015

Netflix x Looke

Concorrente brasileiro do Netflix aposta em lançamentos e possibilidade de assistir offline

Com modelo de negócio que mescla streaming livre e serviços on-demand, empresa pretender fazer frente aos grandes players do mercado




O Brasil acaba de ganhar mais um serviço de streaming de filmes e séries. Trata-se do Looke, que aposta em lançamentos e na possibilidade de assistir offline para conquistar espaço no terreno que hoje é dominado pela americana Netflix. A iniciativa não é a primeira brasileira, mas chega ao mercado com barulho em um momento de expansão do segmento.
A plataforma oferece filmes, desenhos, shows e séries. “O foco do novo serviço é ofertar conteúdos diferenciados não disponíveis em outras plataformas, buscando complementar os pacotes de assinatura e locação de vídeos e inovar em relação a serviços similares que já existem no mercado, melhorando o acesso aos filmes, desenhos, shows musicais e séries”, conta o diretor de Business Affairs da Looke, Luiz Guimarães.
O Looke tem um modelo de negócio ligeiramente diferente do da Netflix. Através de uma mesma interface, além do plano de assinatura, o usuário poderá realizar somente o aluguel ou a compra de conteúdos que foram lançados recentemente no cinema (em até 45 dias após o cinema). Com tarifas menores que as dos principais concorrentes, filmes e séries estreados há pouco tempo, podem ser vistos com valores que variam entre R$ 2,90 a R$9,90 para locação e R$ 12,90 a R$ 45,90 reais para compra.
Em comunicado à imprensa, o serviço afirma que já possui mais de 7.500 mil filmes, documentários, shows musicais e séries, dos mais variados gêneros.

Produtores de conteúdo

A plataforma abre ainda a possibilidade para produtores e distribuidores de disponibilizar seus conteúdos para os usuários. Alguns conteúdos ainda contam com páginas diferenciadas no conceito de  store-in-store, nos quais os produtores e distribuidores conseguem personalizar a página com  banners  e listas especiais de seus conteúdos.
“É uma plataforma democrática que tem como principal objetivo fazer o conteúdo chegar ao usuário”, conta Luiz.

Planos

O plano padrão de assinatura já vem com a possibilidade de assistir os vídeos em 3 telas que podem ser registrados e o acesso é possível em diversos tipos de plataformas como smartTVs LG, Samsung e Philips, celulares e tablets iOS e Android, computadores, Xbox 360 e Xbox ONE e a promessa de novas plataformas nos próximos meses. O Administradores.com checou a lista de aplicativos do Chromecast e o Looke já está lá também.
Existe ainda a possibilidade de baixar o conteúdo para ser assistido off-line em alguns dispositivos homologados.
Para se tornar assinante do serviço, o usuário pagará R$ 18,90 (mesmo preço da Netmovies e bem próximo do da Netflix, que é de R$ 19,90). Neste período de lançamento, o primeiro mês é grátis.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Nosso voto, nossos políticos

Nosso voto, nossos políticos

Hoje eu estava assistindo o Jornal Nacional enquanto passava roupa, isso mesmo passava roupa, e me chamou a atenção duas notícias que refletem a incompetência dos nossos representantes.

Porque as balanças de pesagem estão desativadas? Será que existem interesses de políticos produtores de grãos que não haja fiscalização? 
Os caminhões com excesso de peso destroem as estradas, causam acidentes, milhões em prejuízos e simplesmente as balanças estão desativadas deixando os abusos ocorrerem sem fiscalização alguma. É triste ver a polícia rodoviária medindo o caminhão e multiplicando pelo peso da nota para saber se tem excesso. Denigre a imagem da corporação e nos coloca mais um nariz de palhaço.

Onde está o TCU na fiscalização das compras das prefeituras, estados e governo federal. Em todas as compras dos governos comparadas com as feitas nos supermercados, o mesmo produto, comprado em grande quantia pelo poder público é mais caro do que o produto comprado nos supermercados por mim, por ti, por qualquer criança que for fazer compras com a lista da mamãe.
Papel higiênico, batata, arroz.... não importa o que você for comprar, sempre será mais barato que as compras de um órgão público, que utiliza o nosso dinheiro.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Governo publica novo reajuste da tabela do Imposto de Renda

Governo publica novo reajuste da tabela do Imposto de Renda


Com o novo modelo, que tem correções diferentes para cada faixa de renda, ficarão isentos os contribuintes que ganham até R$ 1.903,98 – o equivalente a 11,49 milhões de pessoas.
O governo publicou no “Diário Oficial da União” a lei que prevê um reajuste escalonado da tabela do Imposto de Renda. Os novos valores estavam em vigor desde abril deste ano, por meio de uma medida provisória que precisava ser aprovada pelo Legislativo.
Com o novo modelo, que tem correções diferentes para cada faixa de renda, ficarão isentos os contribuintes que ganham até R$ 1.903,98 – o equivalente a 11,49 milhões de pessoas.
Imposto de Renda
O reajuste de 6,5% na tabela valerá apenas para as duas primeiras faixas de renda (limite de isenção e a segunda faixa). Na terceira faixa de renda, o reajuste será de 5,5%. Na quarta e na quinta faixas de renda – para quem recebe salários maiores – a tabela do IR será reajustada, respectivamente, em 5% e 4,5%, pelo novo modelo.
VEJA A NOVA TABELA DO IMPOSTO DE RENDA
Base de cálculo (em R$) – renda mensalAlíquota do imposto
(em %)
Parcela a deduzir do IR (R$)
Até 1.903,98isento
De 1.903,99 até 2.826,657,5142,80
De 2.826,66 até 3.751,0515354,80
De 3.751,06 até 4.664,6822,5636,13
Acima de 4.664,6827,5869,36
Fonte: Diário Oficial da União
Se a tabela fosse corrigida em 4,5% para todos os contribuintes, que era a proposta inicial do governo, quem ganhasse até R$ 1.868,22 neste ano não teria de prestar contas. Com o valor de R$ 1.903,98, a faixa de isentos é maior.
A nova tabela vale para o ano-calendário de 2015, ou seja, irá afetar o Imposto de Renda declarado pelos contribuintes em 2016.
A lei publicada nesta quarta-feira ainda traz um veto à isenção de PIS/Cofins para o óleo diesel.
O veto, segundo despacho da presidente, deve-se ao fato de “as medidas resultarem em renúncia de arrecadação”, além de não terem sido apresentadas as estimativas de impacto e as devidas compensações financeiras.
Renúncia fiscal
Um reajuste maior na tabela do IRPF implicaria em uma renúncia fiscal maior para o governo, ou seja, menos recursos nos cofres públicos. O Executivo busca neste ano atingir uma meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública) de 1,2% do PIB, ou R$ 66,3 bilhões, para todo o setor público.
A correção da tabela do IR em 4,5% neste ano, proposta original do governo, resultaria em uma renúncia fiscal de R$ 5 bilhões, segundo informações da Fazenda. O reajuste para toda a tabela de 6,5% implicaria em perdas de R$ 7 bilhões em 2015. Segundo o ministro da Fazenda Joaquim Levy, o novo formato de reajuste da tabela do IR implica em uma renúncia fiscal pouco acima de R$ 6 bilhões.
Nos últimos meses, para reequilibrar as contas públicas, que tiveram déficit primário inédito, o governo subiu tributos sobre combustíveis, automóveis, cosméticos, empréstimos e sobre a folha de pagamentos.
Além disso, informou que não faria mais repasses à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) – o que impactará a conta de luz, que, segundo analistas, pode ter aumento acima de 40% neste ano –, limitou benefícios sociais, como seguro-desemprego e abono salarial, e reduziu gastos de custeio e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo o ministro Joaquim Levy, o governo vai “encontrar recursos ao longo do ano, sem deixar de cumprir a meta fiscal”. “Certamente vamos encontrar meios na nossa programação financeira. Sem deixar de cumprir nossa meta, vamos fazer o esforço necessário para permitir esse movimento”, declarou ele na ocasião.

Receita lança rascunho da declaração do Imposto de Renda de 2016

Receita lança rascunho da declaração do Imposto de Renda de 2016


A ferramenta facilita a vida do contribuinte, que não precisa guardar documentos durante o ano inteiro para inserir os dados somente no período de entrega da declaração.

Wellton Máximo

A partir de hoje (21), o contribuinte pode armazenar os dados fiscais em tempo real. A Receita Federal lançou a ferramenta de preenchimento do rascunho da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2016. O programa está disponível na página da Receita na internet e na loja do sistema operacional Android para quem tem dispositivos móveis.
Nos próximos dez dias, o aplicativo deve estar disponível para o sistema iOS, porque a ferramenta precisa ser autenticada pela loja do sistema operacional Apple. A Receita promete estender a novidade também para o sistema Windows Phone, mas não informou quando.
O subsecretário da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso, explica o rascunho do Imposto de Renda da pessoa física (Wilson Dias/Agência Brasil)
O subsecretário da Receita Federal explica como funciona o rascunho Wilson Dias/Agência Brasil

A ferramenta facilita a vida do contribuinte, que não precisa guardar documentos durante o ano inteiro para inserir os dados somente no período de entrega da declaração. “Da mesma forma que existe gerenciador financeiro, o aplicativo funciona quase como um gerenciador fiscal da pessoa física. Ao longo do ano, o contribuinte preenche o rascunho, poupando tempo na hora de fazer a declaração em março e abril”, explica o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita, Carlos Roberto Occaso.
O contribuinte pode preencher o rascunho até 28 de fevereiro. A partir de 1º de março, quando começa o prazo de entrega da declaração de 2016, o rascunho não poderá ser atualizado. O contribuinte poderá apenas transferir os dados para o programa preenchedor da declaração.
Neste ano, o rascunho da declaração do Imposto de Renda traz novidades. O contribuinte poderá importar as informações da declaração do ano anterior para o rascunho e poderá informar doações. A ferramenta permitirá ainda a declaração de rendimentos recebidos de pessoas físicas (indicando o CPF da fonte pagadora), de rendimentos com exigibilidade suspensa (discutidos na Justiça) e rendimentos isentos de lucro na alienação de bens. Ao contrário do ano anterior, o contribuinte poderá alterar a palavra-chave usada para entrar no rascunho.
A Receita também ampliou o envio de alertas para o acompanhamento da situação da declaração. Até agora, o contribuinte apenas era avisado quando o pagamento da restituição era enviado para o banco. A partir de hoje, os alertas também serão enviados na recepção da declaração, na constatação de pendências e no processamento da declaração. Para receber os avisos, o contribuinte precisa cadastrar o número do celular no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).
Este é o segundo ano em que os contribuintes podem usar o rascunho da declaração. Na primeira versão, a ferramenta ficou em vigor de novembro do ano passado a fevereiro deste ano e foi usada por 69 mil pessoas físicas, das quais 52,5 mil preencheram o rascunho por computador na página da Receita na internet, 4 mil usaram a versão do site para aparelhos móveis e 12,5 mil usaram os aplicativos da Receita para tablets e smartphones.

terça-feira, 30 de junho de 2015

10 empresas mais inovadores do país

Forbes Brasil apresenta ranking das 10 empresas mais inovadores do país

Investimentos crescentes em pesquisa e desenvolvimento, a atenção às tendências e às opiniões dos funcionários e consumidores são fatores que levaram algumas organizações a exportam suas criações para dezenas de países



A partir dos votos de pessoas, companhias e entidades especializadas no assunto, a edição de junho da FORBES Brasil traz uma matéria que elege as dez empresas mais inovadoras do Brasil. Alguns critérios como ineditismo, eficiência, ética, ruptura acompanhada de sustentabilidade financeira e respeito ao meio ambiente foram utilizados nesta escolha.
Os investimentos crescentes em pesquisa e desenvolvimento, a atenção às tendências e às opiniões dos funcionários e consumidores são fatores que levaram algumas organizações a exportam suas criações para dezenas de países. Um bom exemplo que atingiu o posto de líder mundial é a Embraer que fabrica jatos comerciais de até 130 assentos e hoje se tornou uma das maiores exportadoras do país.
Sem deixar de lado a inovação, o quesito sustentabilidade da Natura dispara em relação aos concorrentes. A empresa apresenta dois diferenciais que a torna competitiva: uso de ingredientes distintos onde muitos deles são extraídos da biodiversidade brasileira e a aposta em embalagens recicláveis, um projeto que de alguns anos para cá se intensificou. Além disso, o conjunto de atributos intangíveis que a empresa construiu ao longo da sua trajetória alavancou ainda mais o negócio como, por exemplo, a distribuição dos produtos por consultoras. A estratégia de ampliação dos investimentos em inovação só aumenta — passaram de R$ 154 milhões, em 2012, para R$ 216 milhões, em 2014.
Entre as empresas selecionadas pela FORBES Brasil estão: Cristália, Elektro, Embraer, Granbio, Natura, Netshoes, O Boticário, Sem Parar, WEG, Whirpool.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Peixe astronauta = sucesso

Como um peixe astronauta se transformou em um dos negócios brasileiros mais bem sucedidos no mundo

Conheça a história da TV PinGuim, produtora brasileira que conquistou o mundo com as animações Peixonautas e Show da Luna!



As aventuras de um peixe agente secreto que vive entre o mundo aquático e terrestre em busca de soluções para proteger o meio ambiente conquistaram milhares de mini-fãs no Brasil e no mundo. Desde sua estreia em 2009, a série animada Peixonauta chamou a atenção do público e da crítica por aliar entretenimento a conteúdo educativo, levantando discussões pertinentes da atualidade, como sustentabilidade e ecologia.
Em um mercado de séries infantis predominantemente ocupado por produções britânicas e norte-americanas - como Peppa Pig,Backyardigans e A Hora da Aventura - o brasileiríssimo Peixonauta ganhou destaque. A série produzida pela TV PinGuim em associação com a Discovery Kids tem como público-alvo crianças entre 4 e 7 anos e está em sua segunda temporada.
A TV PinGuim tem um papel importante na história da produção audiovisual brasileira. Fundada em 1989 por Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, com sede em São Paulo (SP), a produtora conseguiu fazer o que nenhuma outra havia conseguido: produzir uma série de animação inteiramente no Brasil e conquistar seu espaço nos canais de TV.
Célia Catunda explica que o processo para conquistar o reconhecimento internacional comPeixonauta começou quando a série ainda era uma ideia. “Quando pensamos em criar a série, já a visualizamos com um formato internacional, em relação à duração e ao número de episódios, como também em relação ao conteúdo”, conta.
A TV PinGuim foi uma das produtoras pioneiras no mercado de animações brasileiro. No início dos anos 90, a animação era vista no Brasil como atividade exclusiva de serviço para publicidade. “A TV PinGuim sempre apostou na produção de conteúdo infantil, mas como não existia no Brasil espaço para a produção independente nos canais de TV, a empresa resolveu buscar o mercado internacional através de programas de exportação”, ressalta Célia.
Foi trilhando esse caminho que a TV PinGuim conseguiu viabilizar a produção de Peixonauta em associação com o Discovery Kids e alcançar toda a América Latina, o que impulsionou seu reconhecimento em outros continentes. “O desenho já foi vendido para mais de 80 países, entre eles Estados Unidos, Canadá, Índia, Emirados Árabes, Iraque, Hong Kong, Singapura, Coreia, Angola e Moçambique”, destaca Célia.

Regulamentação

Durante 5 anos, a Lei da TV paga ficou em discussão no Congresso Nacional. A proposta era remover barreiras à competição entre produções nacionais e estrangeiras pela veiculação em canais de televisão por assinatura no Brasil. Com a aprovação da Lei 12.485 em 2011, foram criadas condições para o desenvolvimento do mercado de produção e circulação de conteúdos audiovisuais brasileiros.
Quando Peixonauta foi ao ar pela primeira vez no Discovery Kids, a lei ainda não havia sido regulamentada. Mesmo assim, a série fez sucesso nos canais de TV paga do Brasil e também na América Latina. Como pioneiro em termos de produção nacional infantil e devido ao enorme sucesso de audiência, Peixonauta foi fundamental como exemplo para a aprovação da lei. "A lei da TV paga foi um marco para a produção independente brasileira, pois, com as cotas, abriu-se o diálogo entre os produtores nacionais e canais a cabo”, explica Célia.
Dessa forma, a nova lei abriu oportunidades para novos empreendedores e impulsionou o crescimento de diversos segmentos ligados a produções audiovisuais. Por ser um mercado novo no Brasil, há carência de produtoras e de mão de mão de obra especializada.
Concorrer com grandes produções norte-americanas no comércio mundial ainda é um desafio. “Precisamos aumentar o número de produções e agilizar o acesso aos recursos para viabilizá-las. Tecnologicamente estamos distantes dos Estados Unidos e as cifras investidas são ainda mais díspares. Porém, em termos de narrativa e criatividade, podemos competir de igual para igual”, destaca Célia.

A importância do network

Frequentando desde 2005 os mais relevantes eventos internacionais de televisão, a TV PingGuim conquistou espaço e estabilidade no mercado do audiovisual em diferentes continentes. “Foi dessa forma que estabelecemos um network muito forte com canais de TV no mundo todo e Peixonauta foi sendo vendida gradualmente”, explica Célia.
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A partir da rede de contatos, a produtora ficou conhecida mundialmente, o que abriu novas oportunidades. A importância do network foi comprovada quando O Show da Luna!, nova produção internacional da TV PinGuim, foi vendida de imediato para a rede televisiva norte-americana NBC Sprout, como também para o Discovery Kids e TV Brasil.

Show da Luna!

A série O Show da Luna! (Earth to Luna!, em inglês) estreou primeiro nos Estados Unidos, em agosto de 2014, e chegou ao Brasil dois meses depois, no Discovery Kids. A série infantil também tem cunho educativo e foi pensada para crianças entre 3 e 5 anos. Na animação, a personagem principal, Luna, ama a ciência e vive aventuras desvendando os fenômenos da natureza.
A fundadora da TV PinGuim, que, junto a Kiko Mistrorigo, assina a criação e direção das séries, explica que um fator importante para que o negócio se torne internacional é a universalização do conteúdo. “O desenvolvimento das séries foi feito de forma a criar um conteúdo universal, sem regionalismos, com humor e histórias que podem ser entendidas em qualquer lugar do mundo”, acrescenta.

Investimentos

Em 2008, a produtora fez uma operação de financiamento junto ao BNDES para ajudar com os custos da primeira temporada de Peixonauta. Após a quitação, em 2013, a TV PinGuim realizou um novo financiamento no início de 2014 para um plano de negócios da empresa, destinando verbas para produção, marketing, licenciamento e internacionalização.
Além das séries, a TV PinGuim assina sua linha de produtos, com bonecos, roupas, livros, material escolar, jogos, apps, games online e, em parceria com a editora Abril, também lançou uma série de HQ. “Seguiremos trabalhando e intensificando a criação, produção e exploração de nossas marcas. Pretendemos acelerar os ciclos de financiamento e produção, assim como ampliar nossa presença no mercado internacional, que hoje já representa 45% de nossas receitas”, revela Célia.
Em 2012, a produtora lançou o filme Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A, dirigidio por Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, e recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Infantil no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2013. Em seus anos de atuação no mercado brasileiro, a TV PinGuim criou e produziu outras séries infantis, como Rita, De Onde Vem?, As Aventuras de Teca, Entre Pais e Filhos, veiculadas no Brasil pela TV Cultura, Canal Futura e TV Escola.
Recentemente a TV PinGuim lançou a série Gemini 8, um sci-fi para crianças em exibição no Disney Channel e também disponível em formato de HQ; e anunciou a produção do longa Tarsilinha, onde será retratado o universo das obras de Tarsila do Amaral.
No momento, o foco da produtora está voltado para a finalização da segunda temporada de O Show da Luna!, que começa a ser exibido em julho. Para o segundo semestre deste ano, Célia afirma que a meta é concluir a produção de outro longa-metragem de Peixonauta, dessa vez mais elaborado e em 3D. A estreia está prevista para acontecer entre julho e outubro de 2016.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

O Líder Falhou

O líder falhou...
Na década de 70, um novo colaborador de recall da Ford, ouviu histórias de que o novo carro popular da empresa, o Ford Pinto, pegava fogo quando sofria uma colisão traseira. Quando apresentou o problema para o comitê derecall, porém a falta de evidência de um problema sistemático fez com que seus membros votassem contra o recall.
As pessoas achavam que carros pequenos eram naturalmente inseguros, e o presidente da Ford na época, Lee Iacocca, dizia, segurança não vende o que vende é espaço. Corrigir o problema provavelmente reduziria o espaço de porta-malas, muito valioso para as vendas.
O assunto ressurgiu em 1977, porém, dessa vez, nas páginas de uma revista conhecida por suas reportagens investigativas. Um jornalista teve acesso a uma análise de custo-benefício dos carros da Ford dos anos 70, que comparava o custo de um recall do Ford Pinto e de todos os automóveis Ford, com tanques de combustível montados na traseira, ao custo de indenizações para as famílias dos feridos ou mortos pela falha encontrada. Seria três vezes mais barato pagar às vítimas e suas famílias do que gastar 11 dólares para arrumar cada carro.
Em 1978 a Ford fez o recall e no mês seguinte Iacocca foi demitido. Infelizmente ele pôs na balança a vida dos consumidores e o dinheiro, eescolheu o dinheiro. O líder não deve se ater apenas aos resultados que conquistou, mas a maneira usada para chegar lá.

Vai sair de linha em 2019

Vai sair de linha!  Confira quais carros serão retirados do mercado em 2019 Listamos sete automóveis que deverão sair do mercado ou ganha...