quinta-feira, 25 de setembro de 2014

50 marcas mais valiosas da América Latina

Estudo revela as 50 marcas mais valiosas da América Latina

Metade das top 10 são marcas de cerveja, das quais três cresceram em 2014




Estudo que revela as marcas mais valiosas da América latina, aponta, pelo segundo ano consecutivo, a marca de cerveja mexicana Corona como primeira colocada. O ranking BrandZTM, revela que, com um valor de US$8 bilhões após um aumento de 21% em valor de marca, a força da marca Corona reflete um sólido posicionamento e o sentimento positivo dos consumidores em relação à marca, tanto no México como no exterior. A avaliação foi realizada pela Millward Brown Vermeer em conjunto com a WPP.
Este ano, o valor total das 50 marcas mais valiosas teve uma queda de 4,5% comparado a 2013, diminuindo de US$135,3 bilhões a US$ 129,2 bilhões de dólares. Apesar disso, três setores cresceram: Cerveja (13%), Alimentação (21%) e Varejo (14%). As marcas de sucesso nesses setores aperfeiçoaram suas propostas de valor para continuarem a ser relevantes aos consumidores Latinoamericanos, na medida que eles foram se tornando mais prósperos e incrementaram o seu poder de compra: em especial através da implementação de estratégias para atender a crescente expansão da classe média.
Com maior proporção em valor do valor total do ranking, as marcas mexicanas passam de 29% a 33%, lideradas pelas boas perfomances das marcas de cerveja, operadoras de telecomunicação, varejo e instituições financeiras. Já as marcas brasileiras caíram de 28% para 24%, após a forte queda da bolsa de valores no país. O Chile, com domínio das bem posicionadas marcas do setor varejista, aumentou sua contribuição de 19% para 20%. A Colombia (16%) e o Peru (4%) mantiveram suas posições – com maiores contribuições das instituições financeiras na Colombia e cervejas no Peru. Já na Argentina (1%) a contribuição é impulsionada pela petroleira YPF.
Para Eduardo Tomiya, Diretor Geral da Millward Brown Vermmer, 2014 foi um ótimo ano para marcas de bens de consumo (crescimento de 9%) e marcas do varejo (crescimento de 14%), "por terem se mantido altamente relevante frente às necessidades dos consumidores". "As marcas que souberam se posicionar diante desse consumidor da classe média, mais exigente e com maior poder de compra, aumentaram substancialmente seu valor na região. Enquanto àquelas que não tiveram tanto sucesso em aproveitar esse novo cenário, como marcas do setor de telecomunicações, ou as que tiveram que restringir suas atividades de construção de marca, como instituições financeiras, apresentaram queda em valor”, completou Tomiya.
Atender às necessidades da classe média realmente implicaram em crescimento em valor: marcas de bens de consumo e varejo se destacaram, incluindo Brahma, que criou a Brahma Fresh para competir com cervejas baratas no Nordeste, e Falabella e Sodimac que cresceram 14% em valor ao satisfazer com sucesso as necessidades da crescente classe média.
Confira o ranking completo das 50 marcas mais valiosas da América Latina aqui.
As 10 marcas mais valiosas do Brasil:

Google lança serviço de informação sobre candidatos das Eleições 2014

Google lança serviço de informação sobre candidatos das Eleições 2014

Utilizando o banco de dados do TSE, o serviço cataloga os deputados, governadores e senadores por estados e os presidentes




Um novo serviço do Google está disposto a ajudar o brasileiro nas Eleições 2014. Com o Google Eleições, é possível se informar sobre todos os candidatos em qualquer que seja o cargo ou região.
Utilizando o banco de dados do TSE, o serviço cataloga as candidaturas de deputados, governadores e senadores por estados (também mostrando a quantidade de candidatos), assim como o faz sobre os presidentes.
O Google Eleições 2014 mostra também a atual profissão de cada candidato, assim como seus bens declarados.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

5 séries que todo administrador deve ver

5 séries que todo administrador deve ver

O Administradores.com elencou algumas produções que trazem lições sobre marketing, liderança e gestão



Vocês já devem estar acostumados com os inúmeros discursos contrários à TV: é desperdício de tempo, instrumento para a procrastinação, desinforma, aliena, blá, blá, blá, blá, blá... Mas engana-se quem pensa que não é possível tirar muitas coisas positivas de lá. Basta saber usar.
Nos últimos anos, as séries se tornaram o grande filão do audiovisual norte-americano e já vêm se tornando tendência no Brasil também. E, a cada nova produção, o segmento se supera, em números e, claro, qualidade. 
Nós acompanhamos algumas e encontramos nelas várias lições que podem ser úteis a administradores. Por isso, resolvemos compartilhar por aqui algumas indicações. 
The Office
A comédia produzida pela emissora americana NBC é uma adaptação da série homônima da BBC. Em formato de falso documentário, a produção retrata o cotidiano dos funcionários de um escritório em Scranton, Pensilvânia, filial da empresa fictícia Dunder Mifflin Paper Company. Estreou em 24 de março de 2005 e encerrou em maio de 2013, após nove temporadas. Vale a pena assistir. Talvez você se identifique em várias situações.
House of Cards
Produzida pelo site Netflix, House of Cards foi aclamada pela crítica, tornando-se um sucesso. Criada por Beau Willimon, narra a trajetória de Frank Underwood (Kevin Spacey), um deputado que resolve sabotar a gestão do presidente eleito dos Estados Unidos após não ser nomeado Secretário de Estado. Possui duas temporadas e oferece ao administrador uma visão bem interessante sobre a relação entre política e liderança.
Mad Men

Na sexta temporada e produzida pela AMC, Mad Men é um série que se tornou essencial para publicitários e também administradores. A história do diretor de criação Don Draper (Jon Hamm) se passa em uma agência de publicidade na Nova York da década de 1960. Além das questões de marketing, a série oferece uma visão sobre liderança, dinâmicas do ambiente interno de uma empresa e a relação entre sócios de uma mesma companhia. Elogiada pelo seu rigor histórico, a série possui um visual impecável e uma narrativa excitante.
O Negócio
O Negócio é uma série brasileira produzida pela HBO Latin America em parceria com a Mixer, criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho. Transmitida pela HBO Brasil, narra a história de três prostitutas que decidem aplicar estratégias de marketing extraídas de livros de Administração para melhorar suas carreiras. Com essas lições, o trio consegue melhorar o produto e conquistar mais clientes. Entre as ações que são aplicadas estão reposicionamento de marca, fidelização e focus group. A série possui duas temporadas e oferece um panorama sobre como gestão e marketing podem alavancar qualquer negócio.
Game of Thrones
Baseada na série de livros escritos por George R. R. Martin, Game of Thrones se passa nos Sete Reinos de Westeros, onde os personagens disputam o controle do Trono de Ferro. Criada por David Benioff e D. B. Weiss para a HBO, a série possui quatro temporadas e se tornou essencial para os administradores que buscam aprender mais sobre estratégia e liderança.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Taca-le pau Hamilton!!!!!!

Garoto de 9 anos que fez sucesso na web narrando “corrida” de amigo dá voz a comercial do GP Brasil de F1

“Narrador” do vídeo que ficou famoso como “Taca-le pau, Marcos” foi contratado para dar voz oficial ao grande prêmio de Interlagos





O menino Leandro, de 9 anos, talvez nunca tenha imaginado que um vídeo inocente feito junto com um amigo o daria projeção nacional. Mas deu. No início deste ano, ele e Marcos Martinelli, 12 anos, ficaram famosos na internet depois que o registro de uma brincadeira viralizou. Agora, Leandro colhe alguns frutos.
O menino, que no vídeo que viralizou aparece narrando o momento em que o amigo desce uma ladeira pilotando um carrinho de madeira, dá voz ao comercial do GP Brasil de Fórmula 1 deste ano.
Na peça publicitária, o menino narra, com o mesmo estilo do viral, uma corrida fictícia disputada entre Hamilton, Alonso e Felipe Massa.
Veja abaixo o vídeo do GP Brasil:

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pilha AA que dura pra sempre

Empresa lança pilhas AA que duram para sempre

Para recarregar a Pilo, só é necessário sacudir por três segundos e a energia cinética é convertida em eletricidade





Com a tecnologia, aparelhos que necessitam de pilhas AA para funcionar estão cada vez mais escassos. Porém, muitas pessoas ainda utilizam essas fontes de energia e acham cansativo comprar novas ou colocá-las para recarregar a todo momento. Para resolver esse problema, uma empresa decidiu apostar na Pilo, uma pilha AA cuja durabilidade não tem fim. Além disso, a Pilo não utiliza químicos perigosos na composição, sendo sustentável.
Para recarregar, só é necessário sacudir por três segundos e a energia cinética é convertida em eletricidade. De acordo com o criador, Nicolas Toper, outras empresas como a Apple e a Microsoft já estão testando a tecnologia. Porém, só a Pilo conseguiu desenvolver um produto tão eficiente, barato e ecológico.
Segundo Toper, a pilha é mais indicada para dispositivos que estão sempre em movimento como controle-remoto e de vídeo game. Os protótipos já estão finalizados e processo de pré-vende deverá começar em outubro. Para comprar uma unidade por 10 euros cerca de R$ 29, é preciso acessar o site da empresa.

C
om informações TecMundo

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Que comprar a Mona Lisa

Governo francês estuda vender 'Mona Lisa' para resolver problemas econômicos

A obra de Leonardo da Vinci poderá entrar no mercado por US$ 2,5 bilhões, mais de R$ 5,5 bilhões




A obra de arte mais valiosa do mundo está prestes a ser vendida, afirma a imprensa francesa. Parte do acervo do Louvre, a Mona Lisa poderá entrar no mercado por US$ 2,5 bilhões, mais de R$ 5,5 bilhões. O objetivo da venda seria ajudar a sanar as finanças do governo francês de François Hollande. Estima-se que a pintura de Leonardo da Vinci atraia um milhão de visitantes ao ano.
Segundo o Daily Mail, a cidade de Paris abriga 173 museus com milhares de peças valiosas. O acervo de impressionistas do Musee d’Orsay poderia levantar mais de 4 bilhões de dólares.
Para sanar o problema econômico que assola o país, o governo já vendeu diversos prédios públicos e a preciosa coleção de vinhos do palácio Champs Elysées. Porém, o site France 24 lembrou que a venda de tesouros nacionais é proibida pela Constituição do país por serem consideradas patrimônio público.
“Uma mudança nas leis pode ser problemática, já que a maior parte da herança cultural da França vem de doadores individuais que deverão ser bem recompensados, caso suas doações sejam vendidas”, diz a publicação.

Marcas brasileiras que fazem SUCESSO

5 marcas brasileiras que fazem (ou fizeram) sucesso posando de gringas

Sensação do momento, John John está na cabeça e no corpo de milhões de jovens brasileiros e muitos acham que grife é estrangeira



Desde a pré-história, roupas são bem mais que meros acessórios para impedir os seres humanos de andarem nus. Até mesmo em sociedades ou comunidades onde vesti-las não se constitui um costume, os adereços e pinturas no corpo têm funções mais simbólicas e menos utilitárias, seja para distinguir homens de mulheres, adultos de crianças, líderes de liderados, tribos de outras tribos ou simplesmente expressar uma identidade particular.
Em outras palavras, roupa é status. E, numa sociedade definida pelo consumo, a busca por ascensão na vitrine social muitas vezes se concentra naquilo que se veste. Assim, vestir grifes estrangeiras, num Brasil açucareiro que ainda prefere tequila a cachaça, pode garantir uns degraus acima nos mostruários mais populares, como ruas, ambientes de trabalho e baladas.
Sabendo disso, algumas marcas brasileiras resolveram apostar na pose de gringas e conseguiram muito sucesso. Talvez, alguns de vocês costumem usá-las, nem saibam que são brasileiras e se decepcionem ao descobrir que são tupiniquins. Mas, por mais dura que seja, a verdade sempre aparece. =)
Veja abaixo cinco marcas brasileiras que muita gente achava que eram gringas:

John John

Sensação do momento, marca está na cabeça e no corpo de milhões de jovens brasileiros. Com nome em inglês, slogan em inglês e campanhas estreladas por astros teen internacionais, como Zac Efron, grife é, para muitos de seus consumidores, norte-americana ou inglesa. No entanto, seu berço é o município de Tietê, em São Paulo. Fundada pelo empresário João Foltran, foi vendida para o grupo Restoque (Le Lis Blanc, Bo.Bô e Rosa Chá), também brasileiro, por R$ 29,1 milhões. Mas a produção ainda está a cargo da lavanderia de jeans da família de João. A origem do nome é um apelido que o fundador tinha quando criança.

Cavalera

Hoje, já bastante conhecida, a marca não tem mais tanta pose de estrangeira. O sucesso em eventos de moda importantes do país, inevitavelmente, revelou sua história. Mas muita gente achava que era gringa logo que estourou, nos anos 1990, muito associada à street wear, à cultura pop globalizada e à imagem de um de seus fundadores, Igor Cavalera, então baterista da Sepultura, banda brasileira de heavy metal que conquistou o mundo com músicas em inglês (também é uma marca que até hoje muita gente acha que é de outro país).

Zoomp

Fundada nos anos 1970, época em que as confecções de jeans se expandiam no Brasil, a marca fez muito sucesso junto à elite paulistana e logo se tornou objeto de desejo em todo o Brasil. Sua estratégia era parecida com a da John John: nome em inglês, campanhas em inglês e clientes/garotos propaganda nas high society. Nos anos 1990, a marca foi deixando aos poucos de ser de luxo e se associou mais ao street wear. No final dos anos 2000, entrou em dificuldades financeiras e quase sumiu, mas acabou comprada com um grupo de investimentos.

Forum

A mais famosa do grupo de marcas criadas pelo estilista carioca Tufi Duek (faziam parte ainda a Triton e a Tufi Duek), também seguia a linha gringa de se apresentar. Hoje, todas as marcas fundadas por Duek pertencem ao Grupo AMC Têxtil, que detém em seu portfólio outra grife que muita gente também acha que é gringa.

Colcci

Uma das marcas pertencentes ao Grupo AMC Têxtil, é uma marca brasileira de roupas fundadas em 1976, em Brusque/SC. Embora nunca tenha se posicionado entre as marcas de luxo AAA, a grafia italiana fez muita gente pensar que se tratava de uma grife europeia.
Conhece mais alguma marca que parece estrangeiras, mas é brasileira? Deixe nos comentários.
Em tempo: nossos leitores deram mais algumas dicas de marcas brasileiras com cara de gringas, que você pode ver nos comentários. Vale o destaque para a Chilli Beans, grife nacional de óculos lançada em 1997, como uma alternativa de produtos com design arrojado e preços acessíveis.

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