terça-feira, 1 de outubro de 2013

Vale-cultura: veja como o benefício vai funcionar

Vale-cultura: veja como o benefício vai funcionar

Para o fornecimento do Vale-Cultura, o empregador deverá estar inscrito no Ministério da Cultura e dependerá da prévia autorização do empregado

 
Em 26/08/2013, foi publicado o Decreto nº 8.084/2013, regulamentando o Programa de Cultura do Trabalhador e o Vale-Cultura, criados pela Lei n° 12.761, de 27/12/2012. Já no dia 06/09/2013 foi publicada a Instrução Normativa nº 2, de 04/09/2013, a qual estabeleceu normas e procedimentos para cadastramento, habilitação, inscrição, gerenciamento e monitoramento do Vale-Cultura. As normas entram em vigor na data da sua publicação.

Para o fornecimento do Vale-Cultura, o empregador deverá estar inscrito no Ministério da Cultura e dependerá da prévia autorização do empregado, que poderá reconsiderar a sua decisão a qualquer tempo. Dessa forma, o Vale-Cultura é um benefício facultativo para a empresa e, uma vez oferecido por esta, opcional também será para o empregado. As empresas poderão se habilitar no sistema de credenciamento disponível no site do Ministério da Cultura, a partir do dia 7 de outubro, oportunidade em que deverão indicar a empresa operadora com quem deseja trabalhar. O credenciamento das empresas operadoras já pode ser solicitado ao Ministério da Cultura.

O Vale-Cultura consiste em um benefício mensal no valor de R$50,00 a ser fornecido pelos empregadores aos seus empregados com vínculo empregatício formal com o objetivo de possibilitar o acesso e a fruição de produtos e serviços culturais e incentivar o acesso a eventos e espetáculos culturais e artísticos, conforme itens constantes do Anexo I, da Instrução Normativa, tais como peças de artesanato, ingresso de cinema, mensalidade de curso de dança, equipamentos e instrumentos musicais. A taxa de administração a ser cobrada pelas operadoras varia entre 0 e 6%.

Esse benefício deve ser oferecido preferencialmente àqueles empregados que recebam até 5 salários mínimos (atualmente R$ 3.390,00), podendo ser estendido aos demais empregados apenas quando o empregador tiver garantido o benefício a todo o grupo preferencial. O Decreto estabelece percentuais que poderão ser descontados dos empregados optantes pelo recebimento desse benefício, tendo-se como base a faixa salarial, sendo no mínimo 2% e no máximo 10% do valor do benefício concedido.

Para os empregados que não fazem parte do grupo preferencial, o desconto varia entre 20% e 90% do valor do Vale-Cultura.

O valor concedido aos empregados à título de Vale-Cultura não integrará o salário para fins fiscais, previdenciários e salariais, sendo isento de cobrança de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e não constituindo base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e demais encargos ou reflexos.

De acordo com a Lei, as importâncias dispendidas a título de Vale-Cultura pelas pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real poderão ser deduzidas do valor do imposto de renda até o limite de 1% do imposto devido antes do adicional de 10%. Este limite de 1% é considerado isoladamente, isto é, o valor deste incentivo não se soma ao de outros incentivos fiscais para fins de cálculo do limite. Além disso, o valor despendido poderá ser deduzido como despesa operacional para fins de cálculo do IRPJ, mas deve ser adicionado para cálculo da CSLL. As empresas baseadas no lucro presumido ou Simples também poderão participar, no entanto, não farão jus aos benefícios fiscais a ele inerentes.

Considerando os valores mencionados acima, pode-se verificar que os empregados que recebem um salário mínimo (R$ 678), poderão ter descontado mensalmente de seu salário o valor de R$ 1,00 e os que recebem entre quatro e cinco salários mínimos o desconto mensal poderá ser de R$ 5,00. Os empregados que recebam acima de doze salários mínimos poderão ter descontados mensalmente o montante de R$ 45,00.

Dessa forma, uma empresa que tenha em seu quadro 100 empregados, sendo que 70 recebam entre três e quatro salários mínimos e 30 acima de doze salários mínimos, ao fornecer R$ 5.000,00 de Vale-Cultura, poderá descontar o montante de R$ 350,00 e R$ 1.350,00, somando 1.700,00. Neste mesmo exemplo, a empresa poderá deduzir os R$ 3.300,00 pagos a título de Vale-Cultura (R$ 5.000,00 - R$ 1.700,00) do IRPJ apurado pela alíquota de 15% (observado o limite de 1% do imposto). Além disso, considerando que o valor será deduzido como despesa operacional para cálcu lo do IRPJ, a empresa aproveitará um desconto adicional de até 25% (se considerado o adicional de 10%), o que corresponde a R$ 825,00 (R$ 3.300,00 x 25%). Portanto, neste cenário, a empresa gozará de um incentivo total de R$ 4.125,00 face aos R$ 3.500,00 despendidos.

Dessa forma, o impacto para as empresas deve ser avaliado com bastante cautela, por meio de análise individualizada e pormenorizada, tendo em vista a existência de inúmeras variáveis (número de empregados, salários e benefícios já concedidos).

Algumas informações e procedimentos continuam pendentes de regulamentação, conforme esclarece a própria Instrução Normativa, devendo ser objeto de regulamentação específica pelo Ministério da Cultura.

Priscilla Carbone, Matheus Vieira e Flavio Yoshida são, respectivamente, advogada associada responsável pela área trabalhista e advogados associados do escritório Madrona Hong Mazzuco - Sociedade de Advogados (MHM).

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

As grandes marcas são imortais?

As grandes marcas são imortais?

Na nova campanha criada pela agência goiana Bees Publicidade, o conceito "grandes marcas nunca morrem" transforma ícones da cultura pop em marcas consagradas do mercado

 
 
Mesbla, Mappin, Arapuã, Bamerindus, Unibanco, Lollo, Varig, Yopa e Prosdócimo. Se você tem 30 anos ou mais, certamente já ouviu falar na maioria das marcas citadas. Surpreende saber que algumas delas já foram extintas há mais de duas décadas. Trata-se de uma prova cabal sobre a importância do trabalho de branding e comunicação para o share of mind (nível de lembrança) da marca junto ao público.

Com o conceito “grandes marcas nunca morrem”, a agência goiana Bees Publicidade criou uma campanha para promover o Pop List, premiação promovida pelo jornal O Popular, que através de um estudo de mercado, afere o grau de fixação na mente do consumidor das marcas de produtos e empresas do cotidiano econômico de Goiânia. Nas peças, Jimi Hendrix assume o papel de Coca-Cola, Michael Jackson encarna a marca Omo e Elvis representa a extinta marca de creme dental Kolynos.

A última, inclusive, é um grande exemplo de fixação de marca. Impossível não lembrar de sua clássica embalagem amarela e da propaganda na televisão, dos merchandisings em programas como Domingão do Faustão.

A força da marca era tão grande junto ao público brasileiro, que mesmo sendo descontinuada em 1997, apenas seis anos depois, em 2003, ela começou a deixar de figurar nas principais listas de Top of Mind no País.




7 dicas importantes para quem pretende abrir o próprio negócio

7 dicas importantes para quem pretende abrir o próprio negócio

O primordial para atingir sucesso é descobrir se você tem características de empreendedor

 
 
Abrir um negócio exige um conjunto de conhecimentos e habilidades. É necessário saber qual é o mercado em que você deseja atuar, qual o tipo de público que se quer atingir e que tipo de serviço será prestado ou oferecido para que você possa fazer um bom planejamento.

Para você obter sucesso, é necessária uma gestão com estratégias de marketing, com controle e fluxo de caixa, ter criatividade e buscar, de tempos em tempos, inovação. O primordial para atingir sucesso é descobrir se você tem características de empreendedor. Depois, é preciso que você colete informações para a criação da empresa.

Seguem abaixo algumas dicas essenciais para o planejamento de uma empresa:

- Construa seu plano de empresa, defina estratégias para lançar corretamente a empreitada no mercado e pesquise se o negócio que deseja abrir lhe trará retorno financeiro.

- Esteja seguro dos gastos e controle de suas despesas e custos. Tenha domínio, pois, sem controle financeiro, não se gerencia nada. Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho.

- Cuidado com a escolha do sócio, pois ele é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção, com os mesmos objetivos.

- Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários e trabalhe com pessoas que conheçam o ramo escolhido tanto quanto ou mais que você.

- Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro, olhe bem para ver quanto de capital precisará antes de pedir emprestado.

- Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia.

- Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos, atenção com ele! Negócio foi feito para gerar lucro. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. No começo, não dá para ter todo lucro gerado de volta para você.

Optar pelo setor de franquias é uma das formas mais promissórias para quem deseja entrar no mundo empresarial. Em nosso país, possuímos uma lei específica para este tipo de empreendimento: nº 8955 de 15 de dezembro de 1994, que regulamenta a relação entre franqueador e franqueado, com direitos e deveres das partes. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o índice de mortalidade de uma unidade franqueada é de 1% comparado aos 22% vivenciados por empresas unitárias, que fecham suas portas antes de completar o segundo ano de atividades.

Maria Zeli - é estilista, consultora de moda e franqueadora da marca Maison Maria Zeli.

sábado, 28 de setembro de 2013

“Brasil estragou tudo”

Capa da The Economist questiona se o “Brasil estragou tudo”

A revista britânica elaborou uma reportagem de capa sobre os problemas econômicos enfrentados pelo Brasil

 
 
 
Em 2009, a revista britânica "The Economist" publicou uma matéria de cartoze páginas celebrando o crescimento da economia brasileira. Na capa, a revista mostrava o Cristo Redentor na forma de um foguete, prestes a levantar voo, com o título "Brasil takes off" ("Brasil decola", em tradução livre).

Na época, a reportagem classificava o país como o mais sucesso da América Latina. Porém, a nova edição, que deve ser publicada nesta quinta-feira (26), mostra uma versão da capa de 2009. Desta vez, o Cristo Redentor ainda aparece como um foguete, sendo que em trajetória de queda.

Assim como na revista anterior, a matéria possui 14 páginas e questiona "Has Brazil blown it?" ("O Brasil estragou tudo?", em tradução livre). Desde 2012, a "The Economist" tem publicado diversas críticas acerca da economia brasileira. Principalmente em relação aos elevados custos para fazer negócio no país e o protecionismo no petróleo, o que afastaria investidores externos.

Com informações da Folha de SP

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Imprensa internacional destaca 'duro ataque' de Dilma à espionagem dos EUA

Imprensa internacional destaca 'duro ataque' de Dilma à espionagem dos EUA

 
Para o 'The Guardian', discurso mostra que relação entre Brasília e Washington pode ser, até agora, o maior problema gerado pelo vazamento de documentos por Edward Snowden
 
Imprensa internacional destaca 'duro ataque' de Dilma à espionagem dos EUA
 
 
O discurso da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) recebeu destaque na imprensa internacional. Os veículos de comunicação chamam atenção para a afirmação feita por Dilma de que a espionagem viola o direito internacional e a ação sofrida pelo Brasil teria objetivos econômicos. Para o britânico "The Guardian", o discurso de Dilma foi "furioso" e mostra que a relação entre Brasília e Washington pode ser, até agora, o maior problema gerado pelo vazamento de documentos por Edward Snowden.

A versão eletrônica do "Guardian" na internet dá chamada na primeira página para o discurso de Dilma. Logo abaixo de uma foto do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o título diz "Rousseff condena a vigilância da NSA". O "Guardian" foi o jornal que revelou a maior parte das denúncias de espionagem do governo norte-americano ao longo dos últimos meses.

Para o jornal, a presidente brasileira fez "um duro ataque" contra a espionagem dos EUA e acusou o governo norte-americano de violar a lei internacional ao realizar a "coleta indiscriminada" de informações de cidadãos brasileiros. Além disso, a reportagem diz que o discurso sinalizou que a espionagem teria como alvo "setores estratégicos" da economia brasileira. O Guardian classificou o tom do discurso de Dilma como "furioso" e um "desafio direto a Obama que aguardava ao lado para discursar em seguida".

A página na internet da emissora de televisão britânica BBC também produziu uma reportagem sobre o discurso de Dilma. Com o título "Presidente Dilma Rousseff ataca os EUA por acusação de espionagem", o texto chama atenção que o discurso classificou como "insustentável" o argumento dado por Washington de que a espionagem feita no Brasil tinha objetivos de proteger contra a ação de terroristas.

A BBC destaca ainda a afirmação de Dilma de que a espionagem pode ter objetivos econômicos. A reportagem afirma que "a informação corporativa, muitas vezes de elevado valor e até mesmo estratégica, teria sido o centro das atividades de espionagem no Brasil". O texto lembra ainda que a presidente brasileira cancelou uma visita de Estado ao colega Obama planejada para as próximas semanas.

O mais importante jornal espanhol, o "El País", traz como segunda principal matéria em sua página na internet "Rousseff denuncia as práticas de espionagem diante das Nações Unidas". O texto destaca a proposta brasileira de uma regulação para a internet para evitar atividades de vigilância que representariam "a violação da soberania e dos direitos humanos".

Argentina. Nos jornais argentinos, a presidente brasileira também ganhou repercussão.O Clarín ressaltou a afirmação da presidente de que o ciberespaço não pode ser usado como arma de guerra e a denúncia de que a espionagem dos EUA foi uma afronta contra o Brasil e uma falta de respeito que não pode ser justificada pelo combate ao terrorismo.

Já o La Nación chamou a atenção para a acusação de que os EUA quebraram o direito internacional, violaram os direitos humanos e a liberdade civil. Os jornais econômicos El Cronista e Ámbito Financiero também deram destaque ao discurso da presidente. "Dilma denunciou que espionagem dos EUA violou a soberania do pais", titulou o Ámbito. Enquanto o El Cronista observou a crítica de Dilma sobre a espionagem americana em países aliados.

Transmissão. O sinal europeu da emissora norte-americana CNN transmitiu ao vivo mais de dez minutos do início do discurso de Dilma Rousseff. Foi exatamente nesse trecho que a presidente brasileira fez as críticas contra a espionagem. Demais emissoras europeias, como as britânicas BBC e a Sky News, estavam exibindo no mesmo momento discursos da convenção anual do Partido Trabalhista inglês. Outras emissoras de notícias, como a Euronews e o sinal da Al Jazeera para a Europa, exibiam reportagens e transmissões ao vivo sobre o ataque ao shopping center no Quênia.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ação do Itaú dá ingressos do Rock in Rio

Ação do Itaú dá ingressos do Rock in Rio a quem ajudou artista de rua

Quem remunerasse um músico, era parabenizado por valorizar a arte e recebia um par de ingressos para os shows

 
 
Uma ação do Itaú presenteou com ingressos para o Rock in Rio pessoas quem ajudaram um artista de rua. Três dias antes do início do festival, a marca colocou um músico em diferentes lugares do Rio de Janeiro, tocando a na guitarra de modo instrumental a música Change the World (música tema das campanhas do banco).

Quem remunerasse o artista, era parabenizado por valorizar a arte e recebia um par de ingressos para os shows. A ideia era reforçar o posicionamento "Isso muda o mundo" que aparece nas propagandas do Itaú.

Veja o resultado da campanha no vídeo abaixo

 

BlackBerry faz acordo de US$ 4,7 bilhões para ser vendida a consórcio

BlackBerry faz acordo de US$ 4,7 bilhões para ser vendida a consórcio

A BlackBerry foi pioneira no acesso a emails pelo celular, e por anos teve seu aparelho como artigo obrigatório entre membros de governos, executivos e advogados

 
 
 
A fabricante de smartphones BlackBerry informou nesta segunda-feira ter fechado acordo preliminar para ser adquirida pelo consórcio liderado por seu maior acionista, estabelecendo um piso de 4,7 bilhões de dólares para a compra da empresa canadense pioneira no acesso a emails pelo celular.

A BlackBerry, que tem 10 por cento de seu capital detido pela empresa Fairfax Financial Holdings, está à venda desde agosto após alguns anos enfrentando dificuldades. Anteriormente conhecida como Research In Motion, a companhia entrou tarde no mercado de smartphones com tela sensível ao toque, e perdeu market share para o iPhone da Apple e para os aparelhos que usam o sistema operacional do Google, o Android.

A oferta vem de um consórcio liderado pela Fairfax que ofereceu 9 dólares por ação em dinheiro para fechar o capital da BlackBerry, longe do constante escrutínio de Wall Street. O grupo busca financiamento do Bank of America Merrill Lynch e da BMO Capital Markets para concluir o acordo.

"Este é o Plano B. Eles claramente não atingiram as metas", disse Donald Yacktman, presidente e fundador da Yacktman Asset Management, que detém uma fatia de menos de 1 por cento na BlackBerry, de acordo com dados da Thomson Reuters. Ele disse não esperar uma
contraproposta.

A BlackBerry tem até 4 de novembro para buscar ofertas superiores. Esse também é o prazo que o grupo liderado pela Fairfax tem para conduzir sua dure diligencie. As ações da empresa listadas na Nas, que tiveram sua negociação suspensa antes do anúncio feito à tarde, subiram para 9,20
dólares quando as negociações foram retomadas, mas rapidamente voltaram para 8,80 dólares no meio da tarde, indicando a falta de confiança do mercado de que outras propostas surgirão.

"Acredito que uma oferta de compra concorrente é improvável", disse Elvis Picardo, estrategista e vice-presidente da empresa de pesquisa Global Securities em Vancouver. "O prêmio minúsculo,
e a reação muda do mercado, é outro indicador de que o mercado vê as chances de uma outra oferta como pequenas."

Um comunicado da BlackBerry não cita os membros do consórcio, apesar de muitas pessoas do mercado afirmarem que fundos de pensão canadenses devem ser participantes. A BlackBerry, com sede em Waterloo, Ontário, foi pioneira no acesso a emails pelo celular, e por anos teve seu aparelho como artigo obrigatório entre membros de governos, executivos e advogados.Mas os anos recentes foram difíceis. A BlackBerry alertou na sexta-feira que divulgará receita de vendas de apenas 3,7
milhões de seus telefones para o segundo trimestre inteiro, assim como perdas contábeis de aproximadamente 1 bilhão de dólares em telefones não vendidos.

Em contraste, a Apple vendeu 9 milhões de iPhones modelos 5s 5c em três dias, após o lançamento dos produtos na sexta-feira.

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